Dia 7 de Abril, José Cid sobe ao palco do LISBOA AO VIVO, para apresentar o seu recente “Clube dos Corações Solitários do Capitão Cid”, acompanhado pela Big Band.
Os Capitão Fausto aos quais dedica o tema “A Banda do Capitão Fausto”, Tozé Brito, com quem canta o tema “João Gilberto e Astor Piazzolla" e Darko serão os convidados especiais desta noite, em que o músico e compositor apresenta, em Lisboa, o mais eclético dos seus álbuns.
Clube dos Corações Solitários do Capitão Cid reúne 16 canções díspares na poesia e construção melódica, mas que são peças de um puzzle, que se completa numa panóplia de sentimentos e lugares comuns. Lugares que José Cid recria em palco com temas que dedica a Natália Correia, com quem partilhou tantos e bons momentos, ao seu amor platónico por Marilyn Monroe ou aos Capitão Fausto.
E está claro que, neste dia especial não poderia faltar a homenagem aos Beatles com “The Fab 4” – uma nova versão do tema “Ode to the Beatles” do Quarteto 1111 (1970), cuja capa do álbum lhe faz devido jus. Capitão Cid, Camaleónico e controverso para ver, ouvir e dançar!
"Algo capaz de ser resolvido, criado, inventado. É esse o significado da palavra Devisable que dá título ao álbum de estreia de PELTZER, duo de música electrónica constituído por Rui Gaio e Cató Calado.
Para trabalhar neste disco, escolheram Francisco Rebelo, um dos mais reputados músicos, produtores e arranjadores do nosso país.
Devisable foi gravado entre Setembro de 2013 e Abril de 2016 no estúdio Nascer do Som em Lisboa e conta com as participações especiais de Gomo, Anthony Patrick Pickering, Paulo Barreto, Lito Pedreira, Nuno Barreiro e Miguel Urbano. Mas, no essencial, o que se escuta ao longo de uma dezena de temas resulta do intenso trabalho da dupla PELTZER com o produtor Francisco Rebelo. E esse terreno comum é o verdadeiro segredo de Devisable: uma pop de recorte sofisticado, marcada por imagens líricas de alguma negritude, que não temem um certo pendor apocalíptico, abordando as grandes questões da nossa existência, o amor, a existência, a liberdade, a felicidade, a finitude, a ausência...
Musicalmente, combinam-se texturas eléctricas e electrónicas, um pulsar que atravessa décadas, dos anos 80 ao futuro, para se erguer até um plano mais intemporal. As canções combinam sempre uma certa vertigem por arranjos de solução pouco convencional com uma transparência melódica que as
leva a instalarem-se confortavelmente nos nossos ouvidos.
As guitarras e os sintetizadores parecem vir todas de um mesmo lugar: o da imaginação de quem passou muitos anos a escutar com devoção o melhor que cada escola estética guardou para o futuro.
Os dois músicos de PELTZER, obviamente, fazem música porque amam música. Fazem música porque tem que ser. Fazem música porque o silêncio é uma parábola que precisa de ser resolvida e
porque os sons e as palavras que têm na cabeça podem resultar em criações próprias, em invenções de ritmo e harmonia, de textura e melodia, de pulsação que parece tanto resultar nos auscultadores como na pista de dança. É assim Devisable."
É já amanhã que Samuel Úria apresenta "Carga de Ombro" no Centro Cultural Olga Cadaval em Sintra, com Camané e Tiago Bettencourt como convidados especiais.
Em 2016 foi a altura de anunciar um novo disco, do regresso com novas
canções (e que canções!), de uma evolução na sonoridade, da elevação no
recorte da palavra – “Carga de Ombro”, era o título que se anunciava e a
expressão que condensava as nossas expectativas. Nossas porque as “do
público” mas também as de Samuel. Afinal, a distância que Samuel Úria
nos faz percorrer entre o “amparo” e a “provocação” é tão tenuemente
grande que mais do que nunca nos revemos no verso da canção que dá
título ao disco “põe o teu ombro junto ao meu, carga de ombro é legal”.
A descoberta de uma dos mais emblemáticos conjuntos de temas da música
produzida em Portugal prossegue. A imprensa escrita enalteceu-o com
referências elogiosas e a inclusão na lista dos melhores do ano. A rádio
fê-lo ouvir, “Dou-me Corda” ou “Repressão” percorrem o éter. A
televisão relevou-o, destacando-se o episódio para a série “No Ar”. O
mundo da animação premiou-o pela parceria com Pedro Serrazina no vídeo
para “É preciso que eu diminua”. E a voz de Manuela Azevedo,
enriqueceu-o numa participação especial no tema homónimo do disco, o
último single até à data de “Carga de Ombro”.
A apresentação no Centro Cultural Olga Cadaval justifica-se! Um concerto
que se pensa único (os concertos de Samuel são sempre “únicos”) na
magnífica sala de Sintra! Uma oportunidade em que “trovador das
patilhas” terá a oportunidade de partilhar com o público a cumplicidade
musical de que a sua carreira também se tem revestido. E teremos
surpresas, algumas delas a serem conhecidas até ao dia 9, outras, a
carecerem a presença no espectáculo.
Um “Samuel Úria & Amigos” que seguramente se estenderá a toda a plateia.
Os HEAVENWOOD celebram no ano corrente de 2017 uns preciosos 25 anos de carreira. A banda da cidade invicta reúne até à data um vasto leque de seguidores nacionais e internacionais que certamente estarão presentes esta noite na Sala 1 do Hard Club, em carne ou em espírito! A primeira parte terá como bandas suporte convidadas: EQUALEFT, SHADOWSPHERE e os IN VEIN.
Começam a ganhar contornos definitivos os caminhos programáticos para a edição de 2018 do Tremor, a ter lugar entre 20 e 24 de Março, em São Miguel, nos Açores. Arrancamos com a nostalgia psicadélica dos BOOGARINS e do mais recente Lá Vem a Morte, editado com rasgo de surpresa em Junho deste ano. Ao quarto disco, Benke, Ynaiã, Raphael e Dino Almeida, ou (para simplificar) quatro dos mais entusiasmantes rock'n'rollers do universo lusófono que já fizeram a rota de Pedro Álvares Cabral, voltam a colocar o Brasil no mapa das novas experiências electrónicas internacionais. É também de novas fronteiras que se fala quando se invoca o nome de MDOU MOCTAR, errante tuaregue, dividido entre a electrónica, a takamba e assouf. Mdou canta sobre o Islão, a educação, o amor e a paz, com ventos quentes a soprarem dos desertos do Níger, guitarradas futuristas e coros espaciais.
Por outras coordenadas encontramos a THE MAUSKOVIC DANCE BAND, aventura musical de Nicola Mauskovic (baterista de Jacco Gardner), desenhada em estúdio com os amigos Donnie Mauskovic, Em Nix Mauskovic e Mano Mauskovic. Apalpando o afrobeat dos 70, a cumbia e todo o som hipnótico capaz de provocar a dança mais balançada e sentida, o colectivo é, hoje, signo definitivo de festa, tendo já percorrido os mais interessantes palcos mundiais e clubes europeus.
Lo-Fi Moda, ou a forma como os ERMO radiografaram o ser humano contemporâneo, será, indiscutivelmente, um dos discos deste ano de 2017. Na neblina entre o analógico e o digital, num mundo que, como dizem, se engole na virtualidade, encontramos nestes “novos” Ermo aquele que é, por ventura, o seu mais perfeito casamento entre a música (electrónica, fragmentada, esparsa) e a lírica (densa, pensante, humana).
Dos Açores para o Cosmos, seguimos com os 4 _nautas que dirigem VOYAGERS, nave repleta de equipamentos futuristas, comandados em tempo real. Uma viagem no tempo, que nos liberta do espaço e nos transporta para universos paralelos de interacção audiovisual. O seu espectro é um buraco negro inominável mas com uma tangente definida, apontada ao movimento de libertação corporal, através da transversalidade da dança, da festa em estado puro com carimbo insular.
Os novos nomes juntam-se aos já anunciados DEAD COMBO, ALTIN GÜN, THE PARKINSONS, LONE TAXIDERMIST e WE SEA. A quinta edição do Tremor apresentará mais detalhes sobre a programação interdisciplinar do festival, que receberá concertos, espectáculos e interacções na paisagem, laboratórios, momentos de pensamento e reflexão, arte na rua e residências artísticas no arranque de 2018.
Os bilhetes estão à venda na bilheteira online, FNAC, Worten e nos locais habituais por 35 euros. O Tremor é uma co-produção da Lovers & Lollypops, Yuzin e António Pedro Lopes e pretende assumir-se como palco por excelência para a experiência musical no centro do Atlântico.
O Corvo comemora nove anos de Blog BranMorrighan com mais uma festa no Musicbox, dia 5 de janeiro! Celebrando os grandes novos talentos portugueses, o cardápio é de luxo: Nada-Nada (projecto de Cláudio Fernandes dos Pista), TIPO (projecto de Salvador Menezes dos You Can’t Win Charlie Brown) e Whales (banda leiriense vencedores do festival Termómetro). A noite promete ser de descoberta e de concretização, mas acima de tudo de muito boa disposição.
A encerrar o ano que nos trouxe EP de estreia, homónimo, dos Cassete Pirata, a banda prepara-se para fechar o ciclo com um concerto em Lisboa com convidados, um novo single e vídeo, e a partida para estúdio já no primeiro mês do novo ano para a gravação do seu, aguardado, primeiro longa duração.
Depois do sucesso de "Pó no pé", um dos temas nacionais mais rodados na Antena 3 e da inserção dos Cassete Pirata com o mesmo tema no disco "Novos Talentos FNAC 2017", a banda lança agora aquele que será o seu último single retirado do EP de estreia - "Sem Norte".
“Sem Norte” conta a história de um primeiro amor, impossível e puro como só os primeiros amores podem ser. A animação do videoLETRA criado por Camila Beirão dos Reis e que acompanha o single remete-nos para esse imaginário juvenil em que o “amor” se descobria através de um “sim” ou de um “não” num qualquer bilhete trocado às escondidas dos professores.
Mas "Sem Norte" será apenas um dos temas que poderão ser ouvidos já hoje, dia 22 de dezembro no Musicbox em Lisboa onde, para além do primeiro EP, a banda promete já revelar algumas das canções do novo disco, com saída anunciada para o primeiro semestre do próximo ano.
Neste concerto os fãs da banda serão ainda presenteados com três aparições muito especiais. Três artista que têm acompanhado a banda no desbravar do seu caminho: Benjamim, Samuel Úria e Tiago Bettencourt. O primeiro também o produtor eleito para acompanhar a banda em estúdio.
O concerto será o fecho do ciclo de vida do EP "Cassete Pirata" e desbrava caminho para o novo disco que promete consolidar o lugar da banda no circuito pop/rock nacional.
Os Cassete Pirata são o João Firmino (Pir), vocalista e compositor da maior parte dos temas da banda; o (monstro da bateria) João Pinheiro (Diabo na Cruz, TV Rural) e o António Quintino no baixo (Samuel Úria). A eles juntam-se a dupla única de cantoras e teclistas – Margarida Campelo e Joana Espadinha.
O background jazzistico e as mais variadas influências e percursos musicais conferem aos Cassete Pirata uma sonoridade rock muito própria e o seu, já invejável, percurso fazem deles uma das mais promissoras novas bandas do panorama nacional.
Bruno Pernadas e Ricardo Toscano são ambos músicos de jazz com formação académica na música clássica. Os dois estarão no palco do Grande Auditório do Centro Cultural de Belém no próximo dia 15 de dezembro para encerrar o ciclo CCBeat 2017. O concerto preparado em exclusivo para a ocasião conta com um alinhamento maioritariamente inédito executado por um ensemble de luxo que reúne uma secção rítmica, secção de cordas e naipe de sopros e ainda dois cantores convidados.
A abordagem tem como base diversos estilos tais como o jazz, o rock, a música exótica, cinematográfica e erudita, sendo o principal solista Ricardo Toscano no saxofone alto. Nas palavras de Bruno Pernadas, que acumula a direcção musical, “na conjunção deste ensemble procura-se aquilo que se assume como identitário de cada instrumento, combinando as diferentes linguagens harmónicas, rítmicas, texturais nos vários momentos que integram o espectáculo”.
De acordo com o músico e compositor, “a proposta a apresentar é marcada por uma abordagem dinâmica, forte e ambiciosa que traduz-se num concerto onde a composição e a improvisação ocupam um papel determinante no seu resultado final”.
Dois excelentes músicos, o multi-instrumentista e compositor Bruno Pernadas e o saxofonista Ricardo Toscano num encontro singular que transforma esta ocasião em algo surpreendente e certamente memorável.
Os nacionais RASGO apresentam na próxima sexta-feira, 27 de outubro, o seu disco de estreia "Ecos da Selva Urbana", registo que certamente entrará na lista de álbuns nacionais do ano. A banda é constituída por: Voz - Paulo Gonçalves; ex-Shadowsphere / ex-Formaldehyde / Ignite the Black SunBaixo - Filipe Sousa; ex-Shadowsphere /ex-WitchBreed, Guitarra - Rui Costa (Ruka) Tara Perdida, Guitarra - Pedro Ataíde (Sarrufo) ex-Trinta e Um/ex-Pé de Cabra e Bateria - Ricardo Rações; ex-Trinta e Um/ ex-Sacred Sin
Com o final do Verão a chegar os Her Name Was Fire anunciam as primeiras datas da tour de Outono. Cascais Lisboa e Figueira da Foz, são as primeiras paragens após um Verão onde a banda se consolidou perante o público e imprensa ao vencerem o festival SUBROCK, em Espanha.
1 de Setembro | STAIRWAY CLUB | CASCAIS (c/ Daniel's Dead Bird)
23 de Setembro | DRAC | FIGUEIRA DA FOZ (c/ MDME SPKR (UK)
1 de Outubro | RCA CLUB | LISBOA | c/ Kaleidosbolt + Radio Moscow
Esta tour surge para acompanhar o lançamento do Vinil de "Road Antics", álbum que teve edição pela Blitz Records em Janeiro de 2017.
De Road Antics foram já retirados dois singles:
“GONE IN A HAZE”, o primeiro single do álbum, veio acompanhado de um vídeo em que é explorada uma trip protagonizada pelo baterista da banda e uma ruiva sedutora que lhe afecta os sentidos pelas memórias que lhe deixou. A história ficou no ar, mas tal como podemos ver no mesmo, seria apenas a primeira parte de um projecto maior, que começa a ganhar dimensão e significado com o novo videoclip do duo de rock de Lisboa.
"WAY TO CONTROL" é a segunda parte desta saga, passada num inóspito bar em que o vocalista (João Campos), rodeado de personagens duvidosas ao bom estilo dos b-movies dos 70’s, se confronta com os seus demónios e dando-se a conhecer um pouco mais da misteriosa Fire.
SOBRE A BANDA: Se 2015 marca o nascimento, 2016 regista o primeiro grito de fogo com seu epicentro em Lisboa. HE NAME WAS FIRE aparece quando as emoções iam já quentes durante uma conversa num bar já longa ia a noite entre dois amigos já privados de inteligência. Das mentes de João Campos e Tiago Lopes, uma que nasce impregnada de paixões quentes de Groove-Rock Stoner, Grunge e Blues. Com frequências baixas e maciças de uma guitarra, os ritmos estrondosos e ardentes de bateria misturados com vozes melódicas, HER NAME WAS chegou a agitar os fundamentos do Rock e atrair os ouvidos daqueles que se atrevem a atravessar o caminho das suas ondas sonoras demolidoras.
David Fonseca, Jorge Palma, Márcia, Mazgani, Miguel Guedes e Samuel Úria foram convidados para homenagear Leonard Cohen no dia em que completaria 83 anos, a 21 de Setembro, com um espectáculo no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, e repetir o tributo mais tarde, a 27, na Casa da Música, no Porto, a 29 no CAE da Figueira da Foz e a 10 de outubro no Cine-Teatro Louletano.
No mesmo palco, estes que são alguns dos músicos mais aclamados do panorama musical português da actualidade, vão interpretar as suas músicas de eleição do vasto e rico repertório do cantor, compositor e poeta canadiano.
A acompanhar David Fonseca, Jorge Palma, Márcia, Mazgani, Miguel Guedes e Samuel Úria estará um colectivo de músicos formado por Pedro Vidal, na direcção musical e nas guitarras; João Correia, na bateria; Nuno Lucas, no baixo; João Cardoso, nas teclas; e Paulo Ramos e Orlanda Guilande, nos coros.
Com produção do Bairro da Música e a chancela da Embaixada do Canadá em Portugal, estes dois espectáculos intitulados "As Canções de Leonard Cohen" apresentam-se como uma homenagem ao autor de canções como "Dance Me To The End Of Love", "Bird on The Wire", "Hallelujah" e "I'm Your Man", que faleceu no passado dia 11 de Novembro de 2016, um mês depois de ter editado o seu 14.º álbum de originais, "You Want It Darker".
Jorge Palma celebra 45 anos de carreira nos Coliseus, num espectáculo com a Orquestra Clássica do Centro e com direcção artística de Rui Massena.
"Para marcar esta data, Jorge Palma preparou dois espectáculos especiais com a Orquestra Clássica do Centro, sob direcção artística e de orquestra do maestro Rui Massena. Dias 5 e 7 de Outubro, os Coliseus de Lisboa e Porto, respectivamente, vão ser palco destes concertos que vão revisitar os temas mais emblemáticos do músico e compositor, através de um alinhamento composto pelos clássicos intemporais e outros mais recentes, apresentados com arranjos inéditos."
Frankie Chavez prepara-se para apresentar oficialmente em Lisboa o seu mais recente álbum, “Double Or Nothing”, em dois concertos muito especiais no Teatro da Trindade, nos dias 27 e 28 de outubro, às 21h30, para o qual contará com vários convidados. Estas datas integram um ciclo de concertos que celebra os 150 anos do Teatro da Trindade.
Poli Correia, também conhecido como Sam Alone (que colabora no primeiro single de “Double Or Nothing”, intitulado “My Religion”), é um dos músicos já confirmados que irá partilhar o palco do Teatro da Trindade com Frankie Chavez nesta celebração do seu terceiro álbum de originais, um trabalho marcadamente influenciado pelo contexto social atual.
Recentemente, Frankie Chavez andou em digressão por Itália e Espanha, onde deu 12 concertos, tendo também já atuado no Caparica Primavera Surf Fest e tem para as próximas semanas espetáculos agendados no festival Bons Sons e no Festival F.
Já nos dias 27 e 28 de outubro, no Teatro da Trindade, não faltarão muitas surpresas nestes concertos dedicados às canções de “Double Or Nothing” e nos quais Frankie Chavez aposta todo o seu potencial para criar duas noites memoráveis.
Os Whales estão de volta com o tema "How Long". É apenas o segundo single lançado, mas a banda já apresenta ao vivo uma maturidade que aponta numa direcção muito precisa e sem necessidade de rótulos. O disco de estreia está a ser (muito bem) cozinhado e prova disso é este "How Long".
O vídeo dos Whales para o single "How Long" foi gravado pela produtora recém criada Casota Collective, que integra elementos dos First Breath After Coma, e é interpretado pelo actor Valdemar Santos.
Juntam a electrónica com o rock e evocam as profundezas do ser com os ecos das suas vozes. Os Whales estão de volta e este mergulho em "How Long" reforça o tanto que conquistaram até agora. Em 2016, foram Novos Talentos Fnac e venceram o Festival Termómetro. Estrearam-se com o single “Big Pulse Waves” e correram salas e festivais como o Musicbox Lisboa, Maus Hábitos, NOS Alive e Indie Music Fest. Daqui a umas semanas poderão vê-los na próxima edição do Bons Sons.
Esta sexta-feira, dia 14, juntam-se aos Nice Weather For Ducks e aos Few Fingers para uma noite Omnichord Records no Sabotage Rock Club, em Lisboa.
O vídeo resulta da naturalidade familiar e artística que tem ligado os vários projectos que se vêm reunindo na editora. É mais uma brilhante produção da Casota Collective, que tem gravado vídeos de projectos da Omnichord Records como Surma, First Breath After Coma e Nice Weather For Ducks, e tem como actor principal Valdemar Santos.
A menos de duas semanas do seu início, o Festival WoodRock, divulga os horários das atuações.
Os bilhetes gerais para os 3 dias do festival, têm o valor de 24 euros, podem ser adquiridos em prévenda nos locais habituais,no serviço online da BOL e diretamente nas bilheteiras do recinto.
Os bilhetes parciais têm um valor de 22 euros e destinam se apenas aos dias 21 e 22 de julho, podendo ser adquiridos em pré venda nos mesmo locais.
Ambas as modalidades garantem acesso gratuito ao parque de Campismo de Quiaios, desde as 13 horas de dia 20 até às 13 horas de dia 23.
Os bilhetes pontuais têm os seguintes valores e apenas estão disponíveis na bilheteira do recinto:
Estamos, oficialmente, a duas semanas do início da décima edição do Milhões de Festa, que retorna a Barcelos de 20 a 23 de Julho. Nos artistas em cartaz, destacam-se nomes como The Gaslamp Killer, Graveyard, Powell, faUSt & GNOD, Hieroglyphic Being e mais de 60 artistas confirmados, de latitudes, longitudes e sonoridades tão díspares quanto ricas, que prometerão, das 18h de quinta-feira, dia 20, até à madruga de segunda-feira, 24, música sem parar, diversão sem fronteiras e, certamente, o melhor conjunto de memória deste verão.
Conforme mandam as tradições, a inauguração do Milhões de Festa fica a cargo do incontornável Ensemble Insano, que com a coordenação de Pedro Oliveira (Green Machine, peixe : avião), junta sob a batuta de André Simão (lalala ressonance, Dear Telephone, Sensible Soccers) três gerações de músicos barcelenses que desde os anos 90 colocam, constantemente, a cidade minhota no centro das atenções dos melómanos portugueses. O super-projecto dá início às celebrações que DJ Fitz, das 4h às 6h da madrugada de segunda-feira, encerrará da melhor maneira.
Os horários completos de cada actuação podem ser consultados aqui.
O Milhões de Festa regressa a Barcelos de 20 a 23 de julho e tem confirmados Meatbodies, Sacred Paws, Sarathy Korwar, Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs, Duquesa + Cave Story + Ra-Fa-El, Sex Swing e Pixvae, entre outros. Os passes gerais encontram-se à venda por 60 euros e os diários por 20 euros.
É já amanhã, 4 de julho, que os históricos Deep Purple regressam a Lisboa, para o concerto da sua digressão de despedida, na MEO Arena. A data de "The Long Goodbye Tour" marcará a despedida da banda formada em 1968 e que é considerada uma das pioneiras do heavy metal. O alinhamento apresentado por Ian Paice, Ian Gillan, Roger Glover, Steve Morse e Don Airey não deverá andar muito longe do que a seguir indicamos.
Time for Bedlam
Fireball
Bloodsucker
Strange Kind of Woman
Johnny's Band
Uncommon Man
The Surprising
Lazy
Birds of Prey
Hell to Pay
Keyboard Solo
Perfect Strangers
Space Truckin'
Smoke on the Water
Encore
Hush
Bass Solo
Black Night
Os UHF atuarão na primeira parte, tendo a banda nacional anunciado que doará 10% do cachet aos Bombeiros Voluntários de Pedrógão Grande.
"Esta será a última oportunidade de ver os nomeados para a Rock ‘n’ Roll Hall of Fame, Deep Purple, uma das bandas mais icónicas de sempre, na digressão de suporte ao seu novo álbum ‘inFinite’, editado no princípio de 2017 pela earMusic early.
Gillan, Glover, Paice, Morse e Airey (Fase VIII da banda) continuam a explorar os caminhos diversificados do hard rock - as texturas e nuances dos trabalhos mais recentes nada têm de recauchutado.
Se pusermos o catálogo inteiro da banda a tocar em modo aleatório, o resultado será um dos melhores tributos à música rock. Nos anos mais recentes, os Deep Purple têm-se alargado progressivamente a novas áreas do rock, de modo a captar o interesse de fãs que ainda não eram nascidos na época em que os Deep Purple dominavam a cena musical. Os álbuns ‘In Rock’ (1970) ‘Machine Head’ (1972) e ‘Made In Japan’ editado em 1973, catapultaram a banda para o topo da tabela no que toca a facturação em espectáculos ao vivo e vendas de discos pelo mundo inteiro, com a música ‘Smoke On The Water’ a alcançar o estatuto de mega hit.
Tendo acumulado tantas músicas que são consideradas “clássicos”, os alinhamentos dos concertos ao vivo são sempre alvo de debate entre os fãs mais antigos e os mais recentes, especialmente com a nova edição de ‘NOW WHAT ?!’, o álbum com título de ouro que entrou nos top 10 de todo o mundo. O último capítulo de uma carreira com mais de 120 milhões de álbuns vendidos, e que vendeu por si só mais de meio milhão de cópias tendo a banda vendido mais de 1 milhão de bilhetes para concertos desde a sua edição."
[Comunicado de imprensa]
Abertura de portas: 19h15
UHF em palco: 20h00
Ainda pode adquirir o seu bilhete em blueticket.pt ou num dos locais habituais (FNAC, Worten, El Corte Inglés, ABEP, MEO Arena, ACP, Lojas Pagaqui, PhoneHouse).
If I Know You, Like You Know I Do, o mais recente single dos You Can't Win, Charlie Brown, é um exercício de pura pop descontraída e dançável: "o culminar de décadas de frustração em que a vontade de dançar era sempre batida pela vergonha de fazer mais do que abanar os ombros", segundo um elemento da banda.
Depois de Above The Wall e Pro Procrastinator, If I Know You, Like You Know I Do é o terceiro tema de Marrow a ter direito a um vídeoclip. O trabalho mostra os You Can't Win, Charlie Brown de bem perto, com produção dos We Are Plastic Too e realização de Afonso Cabral.
Os You Can't Win, Charlie Brown vão mostrar este e outros temas no palco Nos do Nos Alive, no dia 6 de julho e por todo o país durante o verão, com passagens marcadas para o Vodafone Paredes de Coura, Douro Rock e Feira de São Mateus, entre outros.