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26 de setembro de 2018

Status Quo atuam em Lisboa este sábado


Com uma carreira de mais de 50 anos a história dos Status Quo é a história do Rock. Com a edição dos álbuns “Pictures of Matchstick Men” e “Ice in the sun” conhecem o sucesso nos Estados Unidos com 10 singles a alcançarem o Top 40.

Os Status Quo, nos anos 70 rapidamente se tornaram uma das bandas de primeira linha no Reino Unido, reunindo uma vasta legião de fãs em grande parte devido às suas intensas apresentações ao vivo, sendo uma das bandas que mais êxitos musicais obtiveram na história do rock n’ roll.

Entram no Guinness Book of Records, com a realização de 4 concertos em apenas 11 horas e 11 minutos, no evento "Rock `Til You Drop" no Sheffiel Arena, Glasgow SE & CC, Birmingham NEC e na Wembley Arena.

O som puro das guitarras, que sempre estiveram presentes nos grandes êxitos e marcaram a música rock, é comprovado nos 43 álbuns gravados (27 de estúdio, 11 compilações e 5 ao vivo), nos mais de 6.000 concertos e nos mais de 118 milhões de cópias vendidas em todo o mundo. A sonoridade única e característica em êxitos como: “Rockin' All Over The World”, “Whatever You Want”, “In The Army Now” ou “Mony Mony” são apenas algumas das músicas que vão ouvir-se dia 29 de Setembro no Campo Pequeno em Lisboa.

Atualmente a banda é composta por Francis Rossi (guitarra e voz), Andy Bown (teclado), John "Rhino" Edwards (baixo) e Leon Cave (bateria).

29 de Setembro, é a noite em que uma das maiores bandas de rock do mundo atua em Lisboa, num regresso a Portugal esperado há mais de 30 anos.

[Comunicado de imprensa]

30 de agosto de 2018

Camel atuam em Lisboa este domingo

Os Camel, banda de Prog-Rock britânica com mais de 45 anos de carreira, liderada por Andrew Latimer e cuja inconfundível guitarra e músicas originais marcaram o som da banda atuam este domingo, 2 de setembro, no Coliseu dos Recreios.
Formados em 1972, tornam-se famosos em meados dessa mesma década com os álbuns "The Snow Goose" e "Moonmadness".


Apesar de várias mudanças, esse sucesso foi consolidado com uma sequência de mais discos e tours até meados da década de 80, quando questões legais e desinteresse da indústria discográfica ameaçaram a continuidade do grupo. Latimer mudou-se para a Califórnia e com a letrista Susan Hoover fundam uma editora independente, lançando em 1991 o álbum Dust and Dreams baseado na obra As Vinhas da Ira de John Steinbeck.

[Comunicado de imprensa]


PREÇOS
Cadeiras Orquestra - 45€
1ª Plateia - 40€
2ª Plateia - 37,50€
Balcão Central Imp - 35€
Balcão Central Par - 35€
Balcão Imp Visib Reduzida - 27,50€
Balcão Par Visib Reduzida - 27,50€

11 de agosto de 2018

Riverside: novo single e concerto em Portugal

Depois do trágico desaparecimento do guitarrista Piotr Grudziński, os Riverside renasceram e preparam o lançamento de "Wasteland". Este "Vale of Tears" antecipa o álbum que tem lançamento marcado para 28 de setembro.


A banda polaca, um dos grandes nomes do rock progressivo atual, apresenta-se em Portugal já no próximo dia 3 de novembro no Lisboa ao Vivo.


4 de agosto de 2018

Helloween: Pumpkins United em Portugal

A lendária formação dos Helloween com Kiske e Kai Hansen estará de volta no palco. Sim, é oficial: Weikath, Kiske, Hansen e Grosskopf voltarão a cantar músicas clássicas dos HELLOWEEN pela primeira vez em Portugal.


Sob o lema PUMPKINS UNITED toda a banda vai participar na festa! – O que significa que vamos desfrutar de Andi e Michi para as vozes, de Kai, Weiki e Sascha para as guitarras, e de Markus e Dani liderando a base ritmica!

Não há dúvida de que os HELLOWEEN são uma das referências de metal pesado mais respeitadas e prestigiadas da Alemanha, considerados os fundadores do speed metal melódico alemão. Como pais do gênero, as abóboras cresceram e tornaram se uma das bandas de metal mais influentes do planeta.

Ao longo da sua carreira de sucesso que remonta a 1984, os HELLOWEEN deixaram sua marca em inúmeros festivais de metal e rock ao redor do mundo.

Além de suas inúmeras turnés pelo mundo como banda principal, os HELLOWEEN acompanharam grandes bandas e tocaram em países exóticos como Bornéu, Indonésia, Manaus, Brasil.

Não podemos esquecer seu imensurável legado de eternas obras-primas, como “Keeper Of The Seven Keys”, Parte I e II, junto com seus 15 álbuns e três álbuns ao vivo até hoje, com mais de oito milhões de álbuns. Catorze discos de ouro e seis discos de platina.

Por mais de 30 anos os HELLOWEEN tem encantado seus fãs com seus riffs mágicos e característicos, grandes temas e melodias cativantes, “Hellbook-The History of Helloween”.

E lá a chama se acendeu e surgiu a ideia de PUMPKINS UNITED.

Por fim o grande concerto chega a Portugal para desfrutar de todos eles ao vivo, com toda a equipa, e fortemente unidos!

[Comunicado de imprensa]

Promotora: RockNRock - Rock Concerts

1 de agosto de 2018

Steven Wilson regressa a Lisboa em 2019

"Depois de ter assinado duas atuações arrebatadoras em 2015 e 2018, Steven Wilson – um dos nomes maiores da música progressiva atual – regressa à Altice Arena (Sala Tejo) a 15 de janeiro de 2019."

Prime Artists



3 de julho de 2018

RASGO sobem ao palco do Stairway Club a 7 de julho

Os RASGO sobem ao palco do Stairway Club, Cascais, no dia 7 de julho, para apresentar "Ecos da Selva Urbana", um dos discos nacionais de 2017. A acompanhá-los estarão os lisboetas Toxikull.


7 de maio de 2018

Roger Waters: contagem decrescente para data dupla em Lisboa

Roger Waters regressa à Europa em 2018 para uma nova tournée - Us + Them, que inclui clássicos dos Pink Floyd e novas músicas do seu trabalho a solo.

Roger Waters – Us + Them mostrará o melhor do trabalho pioneiro de Waters, com canções dos melhores álbuns dos Pink Floyd (Wish You Were Here, The Wall, Animals, Dark Side of The Moon) e músicas do aclamado novo álbum “Is This the Life We Really Want?" 


O nome da tour deriva da música “Us And Them” de 1974, que fazia parte do famoso álbum dos Pink Floyd The Dark Side of the Moon que vendeu milhões de cópias.

“Vamos para a estrada com um novo espetáculo” diz Roger Waters. “Vamos misturar coisas de uma longa carreira, coisas dos meus anos com os Pink Floyd, algumas coisas novas. Provavelmente 80% será material antigo e 20% será novo, mas todo ele estará ligado pelo tema geral. Vai ser um bom espetáculo, prometo. Vai ser tão espetacular como todos os outros.”


Os espetáculos ao vivo de Roger Waters são sempre lendários. As suas apresentações ao vivo são uma experiência sensorial de elevada qualidade, produções audio-visuais com a tecnologia mais avançada e verdadeiramente arrebatadoras. Esta nova tournée não será exceção, após meses de planeamento meticuloso e visionário, este espetáculo vai inspirar multidões, levando-as a percorrer uma jornada musical que não os deixará indiferentes.

Roger Waters – Us + Them é a primeira tournée do artista após a The Wall Live que teve a sua estreia europeia precisamente em Lisboa, em 2011, onde esgotou por duas vezes a Altice Arena, à semelhança do que aconteceu em outras cidades europeias. No total venderam-se mais de 4 milhões de bilhetes para 219 espetáculos – continua até hoje como uma das tournées mais rentáveis de sempre.

[Comunicado de imprensa]

7 de abril de 2018

Sérgio Godinho: concerto em Sintra com Márcia e David Fonseca

Em registo de apresentação do novo álbum, Sérgio Godinho convidou para o espectáculo que realizará no próximo dia 20 de Abril no Centro Cultural Olga Cadaval, dois dos seus cúmplices de criação de “Nação Valente” – Márcia e David Fonseca.


Para “Nação Valente”, David Fonseca contribui com a composição de “Grão da mesma mó”, o tema que abre o disco e um dos favoritos do público. Já Márcia viu uma das suas canções ser “apropriada” por Sérgio Godinho - originalmente incluído no disco “Casulo”, “Delicado” desde cedo despertou a atenção de Sérgio Godinho, não sendo por isso uma surpresa escutar esta canção em “Nação Valente”.


Será um privilégio para os que se deslocarem ao Olga Cadaval assistir ao encontro em palco de três gerações de cantautores nacionais – com Márcia, uma cumplicidade iniciada quando versionou para o disco “Voz & Guitarra” o original de Sérgio “Às vezes o amor”; com David, a celebrar 20 anos, quando do aparecimento dos Silence 4, banda com a qual a colaboração à época, se estendeu por partilhas de autorias e participações em concertos

Já “Nação Valente” vai prosseguindo o seu percurso comercial com assinalável destaque mantendo-se esta semana no Top Ten, em sexto lugar, confirmando que também o público encontra em “Nação Valente” um dos seus melhores discos de sempre.

[Comunicado de imprensa]

5 de abril de 2018

Budda Power Blues e Maria João apresentam Blues Experience em Sintra

É já no próximo sábado, 7 de abril, que Budda Power Blues e Maria João sobem juntos ao palco do Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra.

Após alguns concertos juntos, Budda Power Blues e Maria João decidem unir esforços e talentos na criação de um disco "a dois". Budda assume as composições e letras e Maria João empresta a voz e todo o seu talento, para um disco entitulado Blues Experience. Trata-se exactamente de uma experiência no mágico universo dos Blues onde Maria João deixa cair o seu registo icónico para se apoderar das canções e dar vida às letras, muitas das vezes em dueto com Budda, considerado o melhor músico de Blues do país.


A rudeza de Budda Power Blues alia-se à delicadeza de Maria João, encontrando-se algures num meio termo para criar uma sonoridade própria e especial.
Falamos de um disco de Blues, mas desengane-se quem possa pensar que se trata de um exercício de estilo. Trata-se de Blues do século XXI, amplamente influenciado por todas as sonoridades que fazem parte do quotidiano de Maria João, Budda, Nico Guedes e Pedro Ferreira, os quatro intervenientes deste disco.
Composto por 10 canções que versam sobre assuntos muito pessoais e frequentemente autobiográficos, "Blues Experience" é um disco que percorre várias linguagens dos blues , resultado do desafio lançado por Budda a Maria João.

Evento no Facebook
Bilhetes

18 de março de 2018

José Cid apresenta Clube dos Corações Solitários do Capitão Cid

Dia 7 de Abril, José Cid sobe ao palco do LISBOA AO VIVO, para apresentar o seu recente “Clube dos Corações Solitários do Capitão Cid”, acompanhado pela Big Band.


Os Capitão Fausto aos quais dedica o tema “A Banda do Capitão Fausto”, Tozé Brito, com quem canta o tema “João Gilberto e Astor Piazzolla" e Darko serão os convidados especiais desta noite, em que o músico e compositor apresenta, em Lisboa, o mais eclético dos seus álbuns.


Clube dos Corações Solitários do Capitão Cid reúne 16 canções díspares na poesia e construção melódica, mas que são peças de um puzzle, que se completa numa panóplia de sentimentos e lugares comuns. Lugares que José Cid recria em palco com temas que dedica a Natália Correia, com quem partilhou tantos e bons momentos, ao seu amor platónico por Marilyn Monroe ou aos Capitão Fausto.
E está claro que, neste dia especial não poderia faltar a homenagem aos Beatles com “The Fab 4” – uma nova versão do tema “Ode to the Beatles” do Quarteto 1111 (1970), cuja capa do álbum lhe faz devido jus. Capitão Cid, Camaleónico e controverso para ver, ouvir e dançar!

[Comunicado de imprensa]

13 de fevereiro de 2018

Peltzer apresentam "Devisable" no Sabotage Club

Peltzer | 22 de fevereiro | Sabotage Club | 5€

"Algo capaz de ser resolvido, criado, inventado. É esse o significado da palavra Devisable que dá título ao álbum de estreia de PELTZER, duo de música electrónica constituído por Rui Gaio e Cató Calado. 

Para trabalhar neste disco, escolheram Francisco Rebelo, um dos mais reputados músicos, produtores e arranjadores do nosso país.

Devisable foi gravado entre Setembro de 2013 e Abril de 2016 no estúdio Nascer do Som em Lisboa e conta com as participações especiais de Gomo, Anthony Patrick Pickering, Paulo Barreto, Lito Pedreira, Nuno Barreiro e Miguel Urbano. Mas, no essencial, o que se escuta ao longo de uma dezena de temas resulta do intenso trabalho da dupla PELTZER com o produtor Francisco Rebelo. E esse terreno comum é o verdadeiro segredo de Devisable: uma pop de recorte sofisticado, marcada por imagens líricas de alguma negritude, que não temem um certo pendor apocalíptico, abordando as grandes questões da nossa existência, o amor, a existência, a liberdade, a felicidade, a finitude, a ausência...

Musicalmente, combinam-se texturas eléctricas e electrónicas, um pulsar que atravessa décadas, dos anos 80 ao futuro, para se erguer até um plano mais intemporal. As canções combinam sempre uma certa vertigem por arranjos de solução pouco convencional com uma transparência melódica que as
leva a instalarem-se confortavelmente nos nossos ouvidos.
As guitarras e os sintetizadores parecem vir todas de um mesmo lugar: o da imaginação de quem passou muitos anos a escutar com devoção o melhor que cada escola estética guardou para o futuro.


Os dois músicos de PELTZER, obviamente, fazem música porque amam música. Fazem música porque tem que ser. Fazem música porque o silêncio é uma parábola que precisa de ser resolvida e
porque os sons e as palavras que têm na cabeça podem resultar em criações próprias, em invenções de ritmo e harmonia, de textura e melodia, de pulsação que parece tanto resultar nos auscultadores como na pista de dança. É assim Devisable."

[Comunicado de imprensa]

8 de fevereiro de 2018

Samuel Úria atua amanhã no Olga Cadaval

É já amanhã que Samuel Úria apresenta "Carga de Ombro" no Centro Cultural Olga Cadaval em Sintra, com Camané e Tiago Bettencourt como convidados especiais.


Em 2016 foi a altura de anunciar um novo disco, do regresso com novas canções (e que canções!), de uma evolução na sonoridade, da elevação no recorte da palavra – “Carga de Ombro”, era o título que se anunciava e a expressão que condensava as nossas expectativas. Nossas porque as “do público” mas também as de Samuel. Afinal, a distância que Samuel Úria nos faz percorrer entre o “amparo” e a “provocação” é tão tenuemente grande que mais do que nunca nos revemos no verso da canção que dá título ao disco “põe o teu ombro junto ao meu, carga de ombro é legal”.

A descoberta de uma dos mais emblemáticos conjuntos de temas da música produzida em Portugal prossegue. A imprensa escrita enalteceu-o com referências elogiosas e a inclusão na lista dos melhores do ano. A rádio fê-lo ouvir, “Dou-me Corda” ou “Repressão” percorrem o éter. A televisão relevou-o, destacando-se o episódio para a série “No Ar”. O mundo da animação premiou-o pela parceria com Pedro Serrazina no vídeo para “É preciso que eu diminua”. E a voz de Manuela Azevedo, enriqueceu-o numa participação especial no tema homónimo do disco, o último single até à data de “Carga de Ombro”.

A apresentação no Centro Cultural Olga Cadaval justifica-se! Um concerto que se pensa único (os concertos de Samuel são sempre “únicos”) na magnífica sala de Sintra! Uma oportunidade em que “trovador das patilhas” terá a oportunidade de partilhar com o público a cumplicidade musical de que a sua carreira também se tem revestido. E teremos surpresas, algumas delas a serem conhecidas até ao dia 9, outras, a carecerem a presença no espectáculo.

Um “Samuel Úria & Amigos” que seguramente se estenderá a toda a plateia.

E, uma vez mais, “preparam-se os aplausos”.

[Comunicado de imprensa]

29 de dezembro de 2017

Heavenwood celebram 25 anos de carreira no Hard Club

Os HEAVENWOOD celebram no ano corrente de 2017 uns preciosos 25 anos de carreira. A banda da cidade invicta reúne até à data um vasto leque de seguidores nacionais e internacionais que certamente estarão presentes esta noite na Sala 1 do Hard Club, em carne ou em espírito! A primeira parte terá como bandas suporte convidadas: EQUALEFT, SHADOWSPHERE e os IN VEIN.
 

Evento no Facebook:

28 de dezembro de 2017

Cinco novos nomes no Tremor 2018

Começam a ganhar contornos definitivos os caminhos programáticos para a edição de 2018 do Tremor, a ter lugar entre 20 e 24 de Março, em São Miguel, nos Açores. Arrancamos com a nostalgia psicadélica dos BOOGARINS e do mais recente Lá Vem a Morte, editado com rasgo de surpresa em Junho deste ano. Ao quarto disco, Benke, Ynaiã, Raphael e Dino Almeida, ou (para simplificar) quatro dos mais entusiasmantes rock'n'rollers do universo lusófono que já fizeram a rota de Pedro Álvares Cabral, voltam a colocar o Brasil no mapa das novas experiências electrónicas internacionais. É também de novas fronteiras que se fala quando se invoca o nome de MDOU MOCTAR, errante tuaregue, dividido entre a electrónica, a takamba e assouf. Mdou canta sobre o Islão, a educação, o amor e a paz, com ventos quentes a soprarem dos desertos do Níger, guitarradas futuristas e coros espaciais.


Por outras coordenadas encontramos a THE MAUSKOVIC DANCE BAND, aventura musical de Nicola Mauskovic (baterista de Jacco Gardner), desenhada em estúdio com os amigos Donnie Mauskovic, Em Nix Mauskovic e Mano Mauskovic. Apalpando o afrobeat dos 70, a cumbia e todo o som hipnótico capaz de provocar a dança mais balançada e sentida, o colectivo é, hoje, signo definitivo de festa, tendo já percorrido os mais interessantes palcos mundiais e clubes europeus.

Lo-Fi Moda, ou a forma como os ERMO radiografaram o ser humano contemporâneo, será, indiscutivelmente, um dos discos deste ano de 2017. Na neblina entre o analógico e o digital, num mundo que, como dizem, se engole na virtualidade, encontramos nestes “novos” Ermo aquele que é, por ventura, o seu mais perfeito casamento entre a música (electrónica, fragmentada, esparsa) e a lírica (densa, pensante, humana).

Dos Açores para o Cosmos, seguimos com os 4 _nautas que dirigem VOYAGERS, nave repleta de equipamentos futuristas, comandados em tempo real. Uma viagem no tempo, que nos liberta do espaço e nos transporta para universos paralelos de interacção audiovisual. O seu espectro é um buraco negro inominável mas com uma tangente definida, apontada ao movimento de libertação corporal, através da transversalidade da dança, da festa em estado puro com carimbo insular.

Os novos nomes juntam-se aos já anunciados DEAD COMBO, ALTIN GÜN, THE PARKINSONS, LONE TAXIDERMIST e WE SEA. A quinta edição do Tremor apresentará mais detalhes sobre a programação interdisciplinar do festival, que receberá concertos, espectáculos e interacções na paisagem, laboratórios, momentos de pensamento e reflexão, arte na rua e residências artísticas no arranque de 2018.

Os bilhetes estão à venda na bilheteira online, FNAC, Worten e nos locais habituais por 35 euros. O Tremor é uma co-produção da Lovers & Lollypops, Yuzin e António Pedro Lopes e pretende assumir-se como palco por excelência para a experiência musical no centro do Atlântico.
[Comunicado de imprensa]

27 de dezembro de 2017

9.º Aniversário do blogue BranMorrighan

O Corvo comemora nove anos de Blog BranMorrighan com mais uma festa no Musicbox, dia 5 de janeiro! Celebrando os grandes novos talentos portugueses, o cardápio é de luxo: Nada-Nada (projecto de Cláudio Fernandes dos Pista), TIPO (projecto de Salvador Menezes dos You Can’t Win Charlie Brown) e Whales (banda leiriense vencedores do festival Termómetro). A noite promete ser de descoberta e de concretização, mas acima de tudo de muito boa disposição.
 
[Comunicado de imprensa]

22 de dezembro de 2017

Cassete Pirata com convidados especiais, hoje no Musicbox

A encerrar o ano que nos trouxe EP de estreia, homónimo, dos Cassete Pirata, a banda prepara-se para fechar o ciclo com um concerto em Lisboa com convidados, um novo single e vídeo, e a partida para estúdio já no primeiro mês do novo ano para a gravação do seu, aguardado, primeiro longa duração.

Depois do sucesso de "Pó no pé", um dos temas nacionais mais rodados na Antena 3 e da inserção dos Cassete Pirata com o mesmo tema no disco "Novos Talentos FNAC 2017", a banda lança agora aquele que será o seu último single retirado do EP de estreia - "Sem Norte".

“Sem Norte” conta a história de um primeiro amor, impossível e puro como só os primeiros amores podem ser. A animação do videoLETRA criado por Camila Beirão dos Reis e que acompanha o single remete-nos para esse imaginário juvenil em que o “amor” se descobria através de um “sim” ou de um “não” num qualquer bilhete trocado às escondidas dos professores.

Mas "Sem Norte" será apenas um dos temas que poderão ser ouvidos já hoje, dia 22 de dezembro no Musicbox em Lisboa onde, para além do primeiro EP, a banda promete já revelar algumas das canções do novo disco, com saída anunciada para o primeiro semestre do próximo ano. 


Neste concerto os fãs da banda serão ainda presenteados com três aparições muito especiais. Três artista que têm acompanhado a banda no desbravar do seu caminho: Benjamim, Samuel Úria e Tiago Bettencourt. O primeiro também o produtor eleito para acompanhar a banda em estúdio. 
O concerto será o fecho do ciclo de vida do EP "Cassete Pirata" e desbrava caminho para o novo disco que promete consolidar o lugar da banda no circuito pop/rock nacional. 

Os Cassete Pirata são o João Firmino (Pir), vocalista e compositor da maior parte dos temas da banda; o (monstro da bateria) João Pinheiro (Diabo na Cruz, TV Rural) e o António Quintino no baixo (Samuel Úria). A eles juntam-se a dupla única de cantoras e teclistas – Margarida Campelo e Joana Espadinha.

O background jazzistico e as mais variadas influências e percursos musicais conferem aos Cassete Pirata uma sonoridade rock muito própria e o seu, já invejável, percurso fazem deles uma das mais promissoras novas bandas do panorama nacional.

[Comunicado de imprensa]

16 de novembro de 2017

Bruno Pernadas Ensemble e Ricardo Toscano em concerto único no encerramento do CCBeat

Bruno Pernadas e Ricardo Toscano são ambos músicos de jazz com formação académica na música clássica. Os dois estarão no palco do Grande Auditório do Centro Cultural de Belém no próximo dia 15 de dezembro para encerrar o ciclo CCBeat 2017. O concerto preparado em exclusivo para a ocasião conta com um alinhamento maioritariamente inédito executado por um ensemble de luxo que reúne uma secção rítmica, secção de cordas e naipe de sopros e ainda dois cantores convidados.

A abordagem tem como base diversos estilos tais como o jazz, o rock, a música exótica, cinematográfica e erudita, sendo o principal solista Ricardo Toscano no saxofone alto. Nas palavras de Bruno Pernadas, que acumula a direcção musical, “na conjunção deste ensemble procura-se aquilo que se assume como identitário de cada instrumento, combinando as diferentes linguagens harmónicas, rítmicas, texturais nos vários momentos que integram o espectáculo”.

De acordo com o músico e compositor, “a proposta a apresentar é marcada por uma abordagem dinâmica, forte e ambiciosa que traduz-se num concerto onde a composição e a improvisação ocupam um papel determinante no seu resultado final”.

Dois excelentes músicos, o multi-instrumentista e compositor Bruno Pernadas e o saxofonista Ricardo Toscano num encontro singular que transforma esta ocasião em algo surpreendente e certamente memorável.


Bruno Pernadas - composição, guitarra e teclados
Ricardo Toscano - saxofone alto, solista
Afonso Cabral - voz (convidado)
Francisca Cortesão - voz (convidada)
Margarida Campelo - piano, teclados e voz
João Correia - bateria
Nuno Lucas - baixo eléctrico
Diogo Duque - trompete
João Capinha - saxofone
Raimundo Semedo - saxofone
Raquel Merrelho - violoncelo
João de Andrade - violino

[Comunicado de imprensa]