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21 de janeiro de 2018
Disco da Semana | FUGLY - Millennial Shit
Dois anos depois do primeiro EP Morning After, após muito sangue, suor e lágrimas, os FUGLY seguem o seu percurso em busca do caos e da excentricidade frenética do noise e do garage, bem como a cura para a ressaca, com o novo Millennial Shit, a ser lançado pela editora independente O Cão da Garagem.
Os millennials são a Geração Y, os jovens nascidos entre os anos 80 e os anos 90, época que culminou na maior taxa de nascimentos per capita. São a voz do emprego precário, dos estágios intermináveis, da abstenção política, dos direitos dos animais, do vegetarianismo, da erradicação dos estigmas populares, da preguiça, do aborrecimento, da legalização da marijuana, dos smartphones, da falta de emoção e capacidades sociais, da depressão antecipada, do controlo hormonal e do capitalismo forçado.
Com este mote, o álbum gira à volta do romance jovem, das noites loucas e espalhafatosas em que tudo de mau e bom acontece. O arrependimento causado por um dia seguinte cheio de perguntas sem resposta e todo o existencialismo associado.
O álbum, completamente produzido e gravado pela banda no Adega Studios, arranca a todo o gás com Hit the Wall, Ciao (You’re Dead), Millennial Shit, Take You Home Tonight e Yey. Todas elas com um registo harmónico e melódico muito simples, directo ao assunto. Músicas rápidas, com pouco tempo e que em poucos versos, introduzem a história: a decadência emocional de quem acabou de ficar sozinho, perdido no meio de copos e tal, em que nem os amigos conseguem fazer nada para mudar, apenas uma epifania causada por muito desgaste psicológico. É em Delirium que temos esse ponto de viragem, o momento de reflexão. Rooftop, Inside My Head e The Sun, dão esperança à personagem de poder mudar tudo, de começar de novo e perceber a lição que foi aprendida. Vemos aqui também um registo mais apurado, fugindo um pouco à estética punk e dando-nos uma espécie de viagem ao centro do Ser. As letras são mais expressionistas e mais densas. Finalizando com uma surpresa no disco, uma música sem nome, XXXXX, FUGLY homenageam o fechar de um ciclo e o recomeço de outro que estará para vir.
Pedro Feio, ou Jimmy, começou o projecto em 2015 quando se fartou de estar sempre atrás da mesa de mistura e começou a querer subir de vez em quando ao palco. Chamou Rafael Silver e, mais tarde, Nuno Loureiro para juntos descobrirem a solução para três questões fundamentais: Como se entra para as áreas secretas dos jogos do Tony Hawk? Qual a melhor cor de calças? Cerveja: gelada ou morninha?
Após mais de 40 espectáculos num ano em torno do primeiro EP, passando por festivais como Vodafone Mexefest, NOS em D’Bandada, Sumol Summer Fest, Indie Music Fest e pelo palco Super Nova, os FUGLY voltam à carga em 2018 à procura de respostas com datas de apresentação em Fevereiro e uma Tour Europeia em meados de Março.
Os millennials são a Geração Y, os jovens nascidos entre os anos 80 e os anos 90, época que culminou na maior taxa de nascimentos per capita. São a voz do emprego precário, dos estágios intermináveis, da abstenção política, dos direitos dos animais, do vegetarianismo, da erradicação dos estigmas populares, da preguiça, do aborrecimento, da legalização da marijuana, dos smartphones, da falta de emoção e capacidades sociais, da depressão antecipada, do controlo hormonal e do capitalismo forçado.
Com este mote, o álbum gira à volta do romance jovem, das noites loucas e espalhafatosas em que tudo de mau e bom acontece. O arrependimento causado por um dia seguinte cheio de perguntas sem resposta e todo o existencialismo associado.
O álbum, completamente produzido e gravado pela banda no Adega Studios, arranca a todo o gás com Hit the Wall, Ciao (You’re Dead), Millennial Shit, Take You Home Tonight e Yey. Todas elas com um registo harmónico e melódico muito simples, directo ao assunto. Músicas rápidas, com pouco tempo e que em poucos versos, introduzem a história: a decadência emocional de quem acabou de ficar sozinho, perdido no meio de copos e tal, em que nem os amigos conseguem fazer nada para mudar, apenas uma epifania causada por muito desgaste psicológico. É em Delirium que temos esse ponto de viragem, o momento de reflexão. Rooftop, Inside My Head e The Sun, dão esperança à personagem de poder mudar tudo, de começar de novo e perceber a lição que foi aprendida. Vemos aqui também um registo mais apurado, fugindo um pouco à estética punk e dando-nos uma espécie de viagem ao centro do Ser. As letras são mais expressionistas e mais densas. Finalizando com uma surpresa no disco, uma música sem nome, XXXXX, FUGLY homenageam o fechar de um ciclo e o recomeço de outro que estará para vir.
Pedro Feio, ou Jimmy, começou o projecto em 2015 quando se fartou de estar sempre atrás da mesa de mistura e começou a querer subir de vez em quando ao palco. Chamou Rafael Silver e, mais tarde, Nuno Loureiro para juntos descobrirem a solução para três questões fundamentais: Como se entra para as áreas secretas dos jogos do Tony Hawk? Qual a melhor cor de calças? Cerveja: gelada ou morninha?
Após mais de 40 espectáculos num ano em torno do primeiro EP, passando por festivais como Vodafone Mexefest, NOS em D’Bandada, Sumol Summer Fest, Indie Music Fest e pelo palco Super Nova, os FUGLY voltam à carga em 2018 à procura de respostas com datas de apresentação em Fevereiro e uma Tour Europeia em meados de Março.
[Comunicado de imprensa]
18 de dezembro de 2017
Disco da Semana | Brass Wires Orchestra - Icarus
Este Outono trouxe consigo o novo álbum dos Brass Wires Orchestra, o tão aguardado sucessor de "Cornerstone", o primeiro registo de originais do sexteto lisboeta. A troca da folhagem e a mudança das cores tecem de forma perfeita o mote para esta transição de identidade musical.
O conto mitológico de Icarus foi a premissa para a mentalidade geral do grupo, antes de entrarem em estúdio: "fail big or go home". Durante a hibernação entre discos, os membros da banda cresceram individualmente, musicalmente e encontraram-se num acerto de contas de notas frescas e eléctricas. Foi tomada a decisão de explorar os mesmos instrumentos do primeiro disco, mas numa perspectiva de renovação, de profundidade e procura de novos sons e texturas originais. Tomando as rédeas da produção do disco, os BWO encontraram assim uma forma de dar resposta ao seu alto nível de exigência para este trabalho gravado por Makoto Yagyu e Fábio Jevelim nos estúdios HAUS.
O processo criativo manteve-se igual sendo que as composições são todas da autoria de Miguel da Bernarda, tratando depois a banda em conjunto de fazer os melhores arranjos possíveis. Praticamente nada foi deixado de fora deste trabalho que é uma edição de autor. A banda executou e levou a cabo tudo a que se propôs para este “Icarus”, desde arranjos complexos de cordas (Lyza Valdman, Rita Cardona e Tiago Rosa), a tablas indianas (Niraj Singh), a um belíssimo arranjo de sopros de Zé Maria Gonçalves na faixa “Whispers”, ao melhor baterista português da actualidade (André Silva).
Os elementos atuais da banda são Miguel da Bernarda (voz e guitarra), Afonso Lagarto (banjo e guitarra), Gui Salgueiro (teclados), Camões (trompete), Rui Gil (trompete) , André Galvão (baixo) e Zé Valério (saxofone). O artwork é da artista Kruella D’Enfer.
[Comunicado de imprensa]
29 de novembro de 2017
Disco da Semana | Time For T - Hoping Something Anything
O novo dos Time For T, "Hoping Something Anything", foi gravado ao longo do ano de 2016 nos Spitfire Audio Studios em Londres, produzido pela própria banda e masterizado por JJ Golden (Rodrigo Amarante, Devendra Banhart, Vetiver) em Ventura, California. O disco foi editado pela Last Train Records, editora que Time For T tem em parceria com a banda amiga de Brighton, Common Tongues.
Devido à produção própria, conseguiram explorar, sem limitações, as sonoridades que tinham imaginado para este novo trabalho e o som está mais desafiante que nunca, com momentos orquestrais e canções menos pop que o que têm vindo a compor até hoje. De canções calmas folk a rock psicadélico e batidas tropicais, o álbum une-se pelo paladar de sons que atravessam os géneros musicais e oferece uma familiaridade de canção a canção mesmo quando as canções mudam drasticamente de estilo. Em termos da composição, metade das canções foram compostas ao longo de alguns anos desde o último lançamento (Homónimo) e a outra metade foram inspiradas pela viagem de Tiago Saga à India no início de 2016. O processo de composição deste novo registo começa com Tiago e uma guitarra, o qual leva o esqueleto da canção (estrutura, melodia e letras) ou então uma ideia (rabiscos de melodias e letras) à restante banda que depois começam a juntar os músculos e os pormenores com bateria, baixo, pianos e outros instrumentos.
Time For T foram fundados em Brighton por Tiago Saga, um jovem de herança britânica, libanesa e espanhola que cresceu na Califórnia portuguesa - como o próprio apelida o Algarve. Enquanto estudava Composição Contemporânea na Universidade de Sussex, Inglaterra, Tiago Saga foi criando a sua própria sonoridade assente na world music e folk rock anglo-saxónica com outros músicos que foi conhecendo e com quem foi partilhando as mesmas inspirações: desde Bob Dylan a Ali Farka Toure. Tiago Saga (voz e guitarra),Joshua Taylor (baixo), Martyn Lillyman (bateria), Oliver Weder (teclas) - e outros membros honorários como Andrew Stuart-Buttle (violino), Harry Haynes (guitarra eléctrica) e Louis Pavlo (teclas) - formam os TIME FOR T.
De murmúrios a gritos melódicos, de voz rasgada e de guitarradas dedilhadas por ritmos tropicais, Time For T apresentam uma sonoridade única e bem definida capaz de produzir diferentes emoções. Ao vivo, transmitem uma energia invulgar, sendo responsáveis por um espectáculo contagiante que não deixa ninguém indiferente e convida à dança.
[Comunicado de imprensa]
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