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28 de março de 2019

"Traverse" é o single de estreia dos Nowhere To Be Found

Conhecemo-los como Insch e ressurgem agora com uma sonoridade ainda mais poderosa em formato quarteto. "Traverse" é o excelente single de estreia dos nacionais Nowhere To Be Found.

26 de fevereiro de 2019

Cosmic Mass assinalam edição de "Vice Blooms" com novo vídeo

Cosmic Mass tornaram-se no sol depois do último videoclip e por isso lançam o desafio ao jovem realizador Gonçalo Almeida. Com “Desert” como ponto de partida, e com os filmes de Hiroshi Teshigahara bem estudados, Gonçalo mergulha no mundo Cosmic Mass, captando com o seu olhar o que imagina serem as saídas à noite do quarteto aveirense. Trocando os shots de Bushmills por areia e aquele amigo chato por um cacto, “Desert” é aquela noite da qual queremos desesperadamente fugir… ou será que não?


O disco de estreia Vice Blooms dos Cosmic Mass é editado dia 1 de março, numa odisseia vibrante para tod@s @s fãs de rock. Com a bagagem cheia de fuzz e riffs que te expropriam os ouvidos, os Cosmic Mass são a resposta da Beira Litoral à mais recente onda psych-garage que tantos discos nos tem dado nos últimos tempos. Juntos que nem colegas de carteira, André Guimas, Miguel Menano, Pedro Teixeira e António Ventura chegam com Vice Blooms, disco que peca pela maturidade que descreve a criatividade rock n’roll de um projecto embrionário.

À garantia de um concerto frenético, o quarteto aveirense é capaz de converter as vibrações do palco em energia renovável em apenas 40 minutos de rock sem prefixo. Dos King Gizzard & The Lizard Wizard aos Oh Sees, e com toques de Syd Barrett a camuflar o psicadelismo na fauna do garage-rock, isto são malhas de te fazer crescer a barba com a aura pop típica dos anúncios da TV. Resumindo: um mimo de rock!

[Comunicado de imprensa]

1 de novembro de 2018

Lucky Who revelam avanço para o novo EP

Os nacionais Lucky Who acabam de revelar o rimeiro avanço para o novo EP 'Just Like California Dreamin'. Gravado n'A Toca por António Miguel Santos e misturado e masterizado por Makoto Yagyu nos estúdios Haus. Vídeo por Lucky Who.

25 de setembro de 2018

"The Plastic People of the Universe" é álbum de estreia dos Grand Sun

Após lançarem um single pela Xita Records (Apolo, 2016), os Grand Sun partilham palcos e copos com os amigos novos e os de sempre. É no festival Indieota que decidem começar a compor o seu primeiro registo.

Já em 2017, no interlúdio dos concertos e ensaios, mostram-se no programa E2 (RTP2) em processo de composição do disco 'The Plastic People of the Universe', captado e produzido no Blacksheep Studios pelo Guilherme Gonçalves e pelo Bruno Plattier. E deste disco saem malhas que nos falam de personagens peculiares. Todos somos retratados, de certa forma. É um reflexo, claro, não só desses meses anteriores, mas também dessas amizades, dos desamores, da contemplação, dos concertos que partilhámos e da consequente boémia.

O mantra colorido da 'Flowers' a meio do disco une o seu inicio - 'Go Home' e 'Little Mouse' são swings de fita magnética - e o seu final - 'The Clown' e 'Round and Round' são passeios por esse mesmo jardim contemplativo, onde nada mais interessa senão observar e cantar o que os rodeia.


Em fase de criação de Grand Sun, a 'Go Home' surge de um improviso instrumental de estúdio. O mote "I Just Wanna Go Home" num conjunto profuso de vozes e ecos a-la Beach Boys meets Phil Spector, é repetido vezes sem conta até perceberem que não querem realmente sair dali. Apenas uma estória sobre alguém que vive a correr em direção ao desconhecido. Quando chegam ao Blacksheep Studios para a gravar, percebem que com um coro de amigos a bater palmas e a cantar em plenos pulmões que não há outro caminho. Por todas estas razões, esta é a primeira música de apresentação de 'The Plastic People of the Universe'.O teledisco realizado por Tomás Barão da Cunha (Waves of Youth) é gravado no Vimeiro, em Torres Vedras, onde toda a envolvente natural acaba por contribuir para o surgimento destas quatro personagens e respectivos alter egos, que interagem entre si e connosco. Rapidamente se torna numa personal-favourite de quem, já no final dos concertos, a canta de pulmões cheios quer seja por querer fugir de tudo, por querer ficar no mesmo sítio a contemplar-se ou meramente por ser uma feliz canção.


Dois anos volvidos e depois de uma temporada dividida entre a constante viagem e as atuações na Galeria Zé dos Bois, Music Box, Sabotage ou Lx Factory, os Grand Sun preparam-se para lançar este primeiro disco, reflexo de tudo que o que se passou entretanto.

O que mudou? Quase tudo, mas neste momento, que a boémia continue e "Realise, realise, realise".

'The Plastic People of the Universe' chega às lojas no dia 28 de setembro.

[Comunicado de imprensa]

11 de setembro de 2018

Huggs editam EP de estreia a 21 de setembro

Simultaneamente inspirados pela energia crua e indisciplinada do panorama underground britânico e pelas baladas românticas típicas dos anos 50 e 60, os Huggs nascem do contraste entre as melodias contagiantes do Duarte Queiroz na guitarra e voz e a irreverência punk e bateria pesada do Jantonio, quando os dois se conhecem por acaso num projecto de faculdade.


Ao vivo, apresentam-se como um power trio, contando para isso com a ajuda do Guilherme Correia (Ditch Days) que, depois de assistir a um ensaio, não só se encarregou do baixo como ajudou a produzir e completar as primeiras canções da banda. Desta forma, os Huggs imediatamente nos transportam para uma atmosfera tão suja, fria e insensível - impossível não lembrar a tão aclamada série Shameless - quanto quente e apaixonante.

Com o lançamento do seu primeiro single, “Take My Hand”, editado em abril pelo Cão da Garagem, os Huggs apresentaram-se ao público e deram início a uma ronda de concertos que os levou a pisar palcos como o Indie Music Fest, o Gliding Barnacles, os Maus Hábitos e o Sabotage Club.

Depois de “Take My Hand”, chega-nos agora “Cocaine”. O segundo single da banda é mais rápido, cru e directo ao assunto e mostra-nos uma outra face da banda, mais distorcida e ansiosa por fazer barulho, com videoclip realizado pelo Manuel Casanova.


Dia 21 de setembro, chega finalmente a altura da banda editar o seu primeiro trabalho de estúdio. ‘Did I Cut These Too Short?’ é o nome do EP de estreia dos lisboetas, gravado no verão de 2017 pelo Gonçalo Formiga (Cave Story) no seu estúdio nas Caldas da Rainha. ‘Did I Cut These Too Short?’ é uma edição Cão da Garagem e faz dos Huggs uma das mais promissoras bandas portuguesas de garage rock e indie da actualidade.

[Comunicado de imprensa]

6 de agosto de 2018

AMARTE desvendam o primeiro single

A música «Templo» faz parte do primeiro disco dos AMARTE, «O Baile dos teus Medos», e faz-se acompanhar por um videoclipe. É uma nova aposta da música nacional destinada aos fãs das sonoridades mais pesadas com letras em português.


Os AMARTE têm andado a preparar o seu primeiro álbum e por isso já estão em condições para desvendar a primeira música que fará parte deste registo. «Templo» já está disponível para audição e respetiva visualização do videoclipe nas principais plataformas de streaming.


Para Hélder Santos, vocalista do grupo, «Templo» é uma “reflexão sobre a futilidade em torno do culto do corpo”. Numa frase, o músico explica que “a imagem de uma pessoa conta cada vez mais e a essência cada vez menos. Nesse sentido a música pretende transmitir essa mensagem de crítica social associada a uma sonoridade rock n’ roll sem espinhas”.

AMARTE, musicalmente falando, é uma banda composta por membros que emanam o espírito old school em todos os sentidos possíveis. Todos os músicos já tiveram outros projetos e por isso acumularam experiência nesta indústria, sendo AMARTE a personificação dessa maturidade.

O grupo é constituído por Hélder Santos (Voz), ”Bubu” Rodrigues (guitarra) Alex Silva (guitara), Rui “Nash” (baixo) e Bruno Capelas (bateria).

[Comunicado de imprensa]

29 de julho de 2018

"The Time Is Now" é o disco de estreia dos Nine O Nine

Os Nine O Nine são Tó Pica (guitarra), Arlindo Cardoso (bateria), Sérgio Duarte (voz e baixo) e Gonçalo Agostinho (guitarra) e estrearam-se este ano com o LP "The Time Is Now" pela Rasing Legends. Podem vê-los ao vivo a 13 de outubro na Incrível Almadense, onde farão parte do cartaz da Soul Rising Fest.

2 de julho de 2018

"Fly High" é o promissor single de estreia dos Jesus Or A Gun

Os nacionais Jesus Or A Gun lançaram recentemente, "Fly High", o seu single de estreia. "Fly HIGH" foi captado, produzido e gravado pelo produtor Budda Guedes nos Estúdios da Mobydick Records.


Formados em 2017, abordam o rock clássico de forma moderna e carregada de sentimento, o quarteto não pretende fazer-nos recuar à Era Dourada deste som, mas antes vincar, com intensidade, o agora.

[Comunicado de imprensa]

3 de agosto de 2017

Tomara edita "Favourite Ghost" dia 22 de setembro

De exercícios filosóficos que se transformam em tratados lançados para o barulho dos nossos dias está o mundo empacotado e a rebentar por todas as costuras que o cosem. Sabe-se - julgo eu que sei - que escolhemos pouco, e que do quase nada que se planeia sobrevem, e suplanta, a aleatoriedade dos acontecimentos. Porém, vestimo-nos, se de sapiência formos ricos, do que vale a pena. O Filipe Monteiro é todo assim e a sua história é feita dos destinos que considerou, a galope da sua gentileza e temperança individuais, cuidar e tomar com devoção e empenho.


Mesmo nos tempos por maturar em que a idade era de contabilidade curta, a música e a habilidade para ela gizaram um caminho calculável: o som, os instrumentos, as melodias, tinham vindo para ficar. Como aprendiz, abraçou desde muito novo aulas de órgão, piano e guitarra. As seis cordas foram – são! - a sua predilecção, mas não desprezou, muito pelo contrário, os anos que passou na Banda Filarmónica de Loures. Lá aprendeu, numa dimensão, diríamos, mais académica, mas cheia de informalidade, a ler e a escrever notas, compassos, acordes e outros quinhentos que na arte musical podem importar. Já adolescente começa a criar, responsabilizando-se por composições que forraram peças de teatro. Depois de passar por algumas bandas de garagem, experiência rica e frutuosa, colabora na formação dos Atomic Bees e com eles edita um único registo, “Love Noises and Kisses”. Rita Redshoes, um dos membros constituintes da banda, segue carreira a solo, mas Filipe Monteiro continuaria a acompanhá-la nessa viagem. Sempre com a música nos dias, veio o Curso de Design de Comunicação na Faculdade de Belas Artes. A imagem (vídeo) implanta-se nos gostos maiores de Monteiro, passando daí em diante e até hoje a trabalhar com nomes como Da Weasel (já extintos), Paulo Furtado, David Fonseca, Rita Redshoes, António Zambujo e Márcia, produzindo videoclipes, Dvd, documentários e desenhando a parte visual de alguns concertos dos artistas supracitados. Concomitantemente, trabalhou como músico (de estúdio e ao vivo), arranjador e produtor de discos de Redshoes – “Golden Era” em 2007 e “Lights & Darks” em 2010 - e de Márcia – “Casulo” e “Quarto Crescente”, este em co-produção com Dadi Carvalho (Marisa Monte, Tribalistas, Carminho, A Cor do Som, Caetano Veloso...).

Como se alcança, Filipe Monteiro deu sempre muito e mais para e com os outros, avançando altruísta por dedicação, amizade e profunda veneração à arte. O músico-homem agora é mais: o homem também músico é pai, marido, coisa-tudo. E vem, soberano de afecto, explicar-nos tudo num tim-tim por tim-tim arrebatador a desfilar por entre fios de guitarras, pianos, harmonias vocais, arranjos de cordas e metais, desassombradamente e com uma simplicidade que comove.

A primeira obra a solo aventura-se sob alter-ego Tomara e chamar-se-á Favourite Ghost. Este “novo eu” de Filipe Monteiro não serve trocadilhos, antes balanceamentos pessoais viscerais, oferecidos limpos e a promoverem uma edificação imagética que se desenha com imediatez no nosso corpo. Num serpentear de temas instrumentais e outros cantados - nestes narrativas sobre os que o salvam e oxigenam -, vamos de cabelos ventados por estradas largas, desertos parcamente despidos, primaveras e planetas belos carregados de uma melancolia reflexiva. Tomara consegue, de forma singular, focar o ouvinte para uma espécie de dimensão supra-emocional: quando nos canta os primeiros dias de paternidade, o amor-tridente que lhe é milagre, o canto do tecto do quarto que lhe ocupou horas infinitas e mal-dormidas, mas também o que foi e o que pode ser adivinhado quando não lhe escutamos o timbre. Nesta estreia, casa-se de forma imaculada e muito competente o sonante e o que, sem darmos conta, julgamos ver.

O Filipe é canções e, com diligência e mestria de relojoeiro, deixa-nos entreabertos os acessos para o seu mundo encantatório. Favourite Ghost é uma maravilha pungente.

"Coffee And Toast", a primeira canção revelada, marca de forma segura o ritmo e a pulsação de "Favourite Ghost". Pontuada por pianos, guitarras lânguidas, uma percussão firme e pausada, a canção narra de forma bela e redentora dias em que a felicidade foi, circunstancialmente, mergulhada num qualquer nevoeiro desordenado e difícil: quase penumbroso. A música salva, esta fá-lo docemente. O amor emerge ressoante.


O videoclipe, realizado pelo próprio, é um primeiro auto-retrato que, servindo a canção, serve simultaneamente para nos apresentar a esta nova fase na carreira de Filipe C. Monteiro.

[Comunicado de imprensa]

26 de junho de 2017

Tipo lança "Acção-Reacção", primeiro single do seu álbum de estreia

Tipo nasceu no início de 2015, quando Salvador Menezes (co-fundador dos You Can’t Win, Charlie Brown) decidiu tirar uma semana e meia de férias da sua aborrecida rotina.


Tendo à sua disposição o Casio dos anos 80 do tio, a guitarra com 3 cordas dos anos 90 da irmã, a bateria dos anos 2000 do irmão e o seu baixo, computador e voz, criou 4 canções. Concorreu ao apoio fonográfico da GDA e ganhou.

Dois anos depois, este Tipo já mudou de emprego, de casa, lançou o terceiro álbum dos You Can't Win Charlie Brown e foi pai. Já não está aborrecido e tem agora músicas suficientes para lançar o seu primeiro disco.


"Acção-Reacção" é o single de apresentação. O videoclipe foi realizado e produzido pelos "We Are Plastic Too", com direcção de fotografia do João Souza e iluminação dos "Side Effects".

Co-produzido por Afonso Cabral, Luís Nunes e Salvador Menezes, o álbum sairá brevemente com o selo da Pataca discos e o apoio da Vodafone FM. Conta também com alguns convidados, nomeadamente Tomás Sousa neste (single) “Acção-Reacção”.

5 de junho de 2017

"Kite" é o primeiro single de Nadia Schilling

"Kite" é o primeiro single de "Above the Trees", o disco de estreia de Nadia Schilling, que será lançado no outono de 2017. A cantautora faz-se acompanhar de Filipe Melo (piano), João Hasselberg (baixo elétrico) e Bruno Pedroso (bateria).

1 de junho de 2017

Cardhouse de Daniel Cardoso revelam primeira canção

"Ink" é o single de estreia para Cardhouse, projeto a solo do multi-instrumentista português e baterista dos Anathema, Daniel Cardoso. Esta canção fará parte de "City Blur", disco a editar na segunda metade de 2017.

1 de fevereiro de 2017

Galo Cant'às Duas apresentam videoclipe “Marcha dos que voam”

“Marcha dos que Voam” é o videoclipe de estreia de Galo Cant’Às Duas. A história transporta-nos para a comunhão do Seres com a Natureza, numa procura energética de simbologias e ações.

As personagens interpretam duas metamorfoses do Ser, as crianças, os Seres puros, sem rótulos ou quaisquer preconceitos e o Leão, um Ser forte, sem carga às costas, com certezas para onde quer ir e o que quer atingir. O clip é rodado com 8 crianças. Essas seguem numa procura de cinco partes de um talismã, que, depois de fundidas, ganham a capacidade de levantar voo, de ver para além do óbvio. As cores apoderam-se da mente, conseguindo transcender a própria visão de cada uma.

A realização e produção conta com Joana Linhares e Jeremy Pouivet que desde o início têm acompanhado esta viagem.


Depois do fenómeno quase inexplicável que abalou o rock nacional a norte do país, com Barcelos a fazer as vezes de Laurel Canyon como incubadora dos mais interessantes projectos psicadélicos nacionais, chegou a vez do interior dar cartas. Galo Cant'às Duas é uma ideia de Gonçalo Alegre e Hugo Cardoso, que são de Viseu - e fazem questão de o dizer.

"Os Anjos Também Cantam" é o primeiro trabalho discográfico do duo, mas nem por isso terá pouca projecção editorial. Lançado pela Blitz Records e distribuído pela prestigiada Sony Music Entertainment, o álbum vem confirmar as esperanças já depositadas nos Galo Cant'Às Duas pelas performances ao vivo já conhecidas que não deixavam grande margem para dúvidas quanto à inegável ousadia e virtuosismo do duo.

O carácter improvável e único, quase misterioso, da junção entre os dois músicos se ter dado num encontro artístico isolado da cidade, num local recôndito em Castro Daire, só poderia culminar num som igualmente singular.

Piscam o olho ao pós-rock e ao space rock. Riffs graves são repetidos até penetrarem nos nós cerebrais e finalmente rebentam em clímaxes com tanto de longamente antecipados como de inesperados e surpreendentes.

O uso dos loops facilita a que uma outra nuance seja determinante no som dos Galo Cant'Às Duas: a criação de camadas de som, que o tornam intrincado, complexo e multifacetado. Ainda assim, essa repetição assalta-nos de forma inusitada e pouco usual. Ao contrário dos mui aclamados e também nacionais Memória de Peixe, que fazem uso do loop como método de aglomeração de riffs que acabam por culminar numa explosão de guitarras em duelo de espadas, a percussão de Hugo Cardoso e os instrumentos de cordas de Gonçalo Alegre têm no acumular das camadas de som o seu trunfo para moldar a vibe mais atmosférica e cerebral da banda.

"Os Anjos Também Cantam" é um disco que, intencionalmente ou não, não deixa passar em claro a predilecção pelo cariz sensorial da música criada pelos Galo. É curioso atentar no uso constante do verbo nos títulos: "Os Anjos Também Cantam", "Marcha dos que Voam" e "Respira" deixam bem vincada a intenção dos Galo Cant'Às Duas convidarem o ouvinte a fazer parte da acção do disco. Fazerem deste álbum de estreia uma experiência, uma viagem.

Se nos focarmos no aspecto sónico, essa viagem será provavelmente associada a um cariz cósmico, espacial. Em "Respira", por exemplo, os nossos ouvidos são irrompidos por um contrabaixo a fazer lembrar uns saudosos Raindogs, que a juntar ao estado de espírito ambient desta composição nos trazem o momento mais psicadélico e dreamy do disco.

Contudo, virando os holofotes para um prisma mais conceptual, a viagem que este disco pretende representar pode muito bem ser temporal, do passado ao futuro. Pela "capa", ou neste caso pelo nome do duo, poderíamos ver uma alusão a elementos mais tradicionais, com uma expressão aparentemente tão familiar e quase conservadora como Galo Cant'Às Duas. Mas, abrindo o livro que é este "Os Anjos Também Cantam", ouvimos meia hora de canções que embora não sejam futuristas nas texturas ou no método, conseguem ser inovadoras e imprevisíveis na sua forma e estrutura. E, a espaços, sublimes.

Os anjos também cantam, diz o nome do disco. O Galo só sentiu o impulso de o fazer na última canção do álbum. Mas nem necessitava: já há muito estávamos acordados.

Luís Sobrado

31 de janeiro de 2017

oLUDO apresentam primeiro single de “Abraço”

“Abraço” é o novo trabalho de oLUDO, um álbum que personifica a encruzilhada entre o rock e o indie pop Português.

O single de apresentação, com o nome homónimo do álbum, é uma desventura de ritmo marcado pelo fogo da paixão e da descoberta, com a serenidade da atualidade. O videoclipe é da autoria do estúdio criativo Ferro & Ferreirim.

Tendo “A minha grande Culpa” e “Fica não te vás daqui” como cartão de visita, oLUDO entra assim em 2017 com o seu quarto trabalho de estúdio, com atitude musical desconstruída do inecessário, forjada na pele, no coração e na resiliência.


oLUDO nasceu em 2005 e são uma banda de indie pop rock portuguesa. Da sua formação atual fazem parte 4 dos seus membros fundadores. Davide Anjos, João Baptista, Paulo Ferreirim, Nuno Campos.

Em 2009 lançaram o seu primeiro EP “Nascituro” onde se encontram temas como “Ao virar da página” e “A minha grande culpa”, tema que integrou a coletânea Novos Talentos FNAC do mesmo ano.

No ano seguinte, em 2010, são convidados por Henrique Amaro para gravar o segundo EP “Mil Tentações” através da plataforma Optimus Discos. A grande surpresa desta edição foi o tema instrumental “Muzar”, cujo videoclip foi premiado.

Ainda em 2010, a convite da Antena3, gravam as sessões 3 Pistas onde recriam 4 temas com uma sonoridade minimalista e crua.

2011 fica marcado pelo lançamento do esperado primeiro álbum da banda “Almirante” de onde se retiram os singles “Fica não te vás daqui” e “Mais vale tarde”.

Em 2014 junta-se à banda Luís Leal e dão inicio a um ciclo de concertos, “Latitude 37º”, onde contam com várias participações. Teresa Aleixo, acompanha oLUDO em vários concertos e é convidada para participar no novo trabalho de originais.

“Abraço” é o segundo álbum d’oLUDO a ser lançado em março de 2017 e o single de apresentação tem nome homónimo ao álbum.

[Comunicado de imprensa]

18 de novembro de 2016

Scarmind apresentam EP de estreia

Os Scarmind, banda de rock alternativo originária de Sintra, composta por Quim Ventura (voz/guitarra), Márcio Belezas (voz/guitarra), Vasco Alves (baixo) e Luís Paulino (bateria), prepara-se para apresentar o seu EP de estreia, "Newborn".


O concerto em que a banda mostrará os temas do EP  e adiantará ainda alguns dos temas que vão ser incluídos no seu álbum de estreia que está previsto sair entre o final de 2017 e o início de 2018, acontece a 26 de novembro no Le Baron Rouge.


A noite começará com concerto dos The Last Call, que entraram em cena com o seu rock bem melódico mas poderoso, estreando a nova formação onde vão apresentar além dos dois singles que já têm cá fora, mais temas que vão ser incluídos no seu álbum de estreia a sair dentro em breve.

A fechar esta grandiosa festa estarão em palco os poderosos In Chaos com o seu Heavy Metal/Thrash Metal. Vão poder ser ouvidos os mais recentes temas que integram o seu álbum de estreia "From Chaos Rises Order".

"Newborn" vai estar disponível para venda no concerto por €5.00 e depois via bandcamp da banda em formato CD como também em digital (MP3 e WAV)

Pré-Reservas do EP "Newborn" por email para soundpressurestudios@gmail.com
Entrada: 5€

6 de novembro de 2016

The Twist Connection apresentam disco de estreia

“Stranded Downtown” marca a estreia dos The Twist Connection na esfera discográfica. Há quem se apresente de currículo na mão, mostrando o que fez no passado para dar valor ao que faz no presente. No caso dos The Twist Connection, não seria difícil fazê-lo porque poucos serão os amantes de música que nunca ouviram falar de qualquer um dos três. De Coimbra, Samuel Silva (The Jack Shits, Los Saguaros, Sonic Reverends) na guitarra, Sérgio Cardoso (É Mas Foice, WrayGunn) no baixo e Carlos Mendes (“Kaló”) (Tédio Boys, WrayGunn, Bunnyranch, The Parkinsons) na bateria oferecem uma sonoridade intemporal, sem rótulos vincados a momentos ou modas.


O disco chegou às lojas no dia 28 de outubro. “Nite Shift” é o single de avanço e apresenta-se com selo Antena 3. O vídeo tem assinatura de Bruno Pires e dele fazem parte rostos incontornáveis da música nacional como Victor Torpedo, Jorri, Tracy Vandal, Pedro Chau, Miguel Padilha, Carlos Dias, Pedro Serra, Pedro Antunes, entre outros. O próximo concerto dos The Twist Connection acontece no Salão Brazil, em Coimbra, a 25 de novembro.

[Comunicado de imprensa]

11 de agosto de 2016

"Big Bad Wolf" é o EP de estreia dos Ionized

Os Ionized são um projeto de Santa Maria da Feira e propõem um Rock Post-Grunge/Metal alternativo.


O vídeo oficial do single de estreia da banda de André Almeida, Bruno Correia, Ivo Lopes, Miguel Craveiro, Ricardo Ferrão e Rui Moreira chama-se "Wasting Time" e faz parte do EP "Big Bad Wolf" (disponível em diversas plataformas digitais como Spotify, iTunes, Google Music, etc.).

21 de julho de 2016

"Elephants" é o disco de estreia de Wangari

Wangari é um projeto musical que mistura sonoridades indie rock, sampling e eletrónica com elementos de world music. No primeiro álbum, edição de autor, as influências predominantes são de origem africana, nomeadamente no uso de samples de cantos e percussões típicas dessa cultura. Artistas como Bombino, Vieux Farka Toureé, Tinariwen, Goat, Fool's Gold são alguns dos nomes que serviram inspiração para este trabalho.

Este projeto foi criado por Daniel Moreira, que escreveu e produziu a parte musical, mas conta com participações a nível vocal de alguns amigos, como Hélder Pereira, Pedro Ferreira e Gabriela Cunha. No entanto muitos dos temas são instrumentais.



O primeiro single chama-se "Animals" e tem participação de Hélder Pereira que também é o autor da letra. A sonoridade deste tema aproxima-se mais do indie pop, tendo no entanto no refrão elementos étnicos que o caracterizam com o conceito do álbum.

As temáticas centram-se na relação do homem com a natureza, e o seu papel com habitante no nosso planeta.

O tema "African Power" foi lançado em 2013 sem haver qualquer plano para futuras composições. Foi composto por Catarina Lima e Daniel Moreira e é fortemente influenciado por música de raiz africana. Em 2014 começaram a ser compostas novas músicas dentro da mesma linha, sendo que assim se abriu a perspetiva de as juntar num álbum. "African Power" foi então remisturada para se alinhar com a sonoridade dos novos temas.

A cover "Yimanya", original dos Filterheadz, um duo de djs de música de dança, aparece como um extra, não fazendo parte do conceito do álbum "Elephants". Aqui as influencias são da música brasileira, mais propriamente o samba. A ideia de fazer uma versão de uma música techno surge pelo interesse no sample que os Filterheadz usaram (Império Serrano - Alô, Alô, Taí Carmen Miranda 1972), de onde foram retirados mais elementos para a cover de Wangari.

[Comunicado de imprensa]

7 de julho de 2016

MPLUS apresentam disco de estreia

MPLUS é um projecto de Synthpop/Eletrónica constituído por Mónica Dias na guitarra e voz e Márcio Paranhos na bateria e sintetizadores.

As primeiras sonoridades de MPLUS começaram a ganhar forma em outubro de 2014: uma guitarra elétrica num ambiente dotado de texturas sintetizadas, uma voz penetrante e um ritmo envolvente, dão vida ao duo.

Na próxima sexta os MPLUS vão estar em Braga para apresentar disco de estreia no Rock Star Pub.

Evento no Facebook:

30 de junho de 2016

Novos Talentos FNAC 2016

A coletânea Novos Talentos FNAC Música pretende ser um retrato fiel dos projetos emergentes da cena musical portuguesa. Após o sucesso atingido com as edições de 2007, 2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014 e 2015, nas quais se destacaram os então desconhecidos Deolinda, Mazgani, Rita Redshoes, Sean Riley & The Slowriders, Anaquim, Samuel Úria, B Fachada, Os Pontos Negros, Orelha Negra, Paus, We Trust, Capitão Fausto e Best Youth, a FNAC volta a lançar, este ano, uma nova edição que integra 33 temas inéditos, de 33 novos talentos, num CD duplo.


O CD Novos Talentos FNAC 2016 revela o futuro da música portuguesa, a nova geração de músicos portugueses que aposta, cada vez mais, numa mistura de linguagens na qual se cruzam estéticas e discursos inovadores.


CD 1:
01 Ditch Days - “Melbourne”
02 Whales – “Big Pulse Waves”
03 Fugly – “Waste My Time”
04 The Sunflowers – “Zombie”
05 Mighty Sands – “Love Son”
06 The Japanese Girl – “I’m In Dreamland”
07 Ganso – “Lá Maluco”
08 Fel – “Paraíso”
09 Luís Severo – “Vida De Escorpião”
10 Madrepaz – “Sol Amarelo”
11 Full Mean Ants – “Hipster Sister”
12 The Twist Connection – “They Are Coming”
13 Legs & Arms – “Martyr”
14 Galgo – “Skela”
15 Bruxas/Cobras – “Mandrake”
16 Vircator – “Tunguska”


CD 2:
01 Slow J – “Cristalina”
02 Lince – “Earth Space”
03 Surma – “Maasai”
04 S. Pedro – “Amores de Inverno”
05 Filipe Sambado – “Subo A Montanha”
06 Sallim – “Deserto”
07 Jorge Da Rocha – “Birth Song”
08 Antony Left – “Evil”
09 Silly Boy Blue – “Like A Comet”
10 Mira, Un Lobo! – “Serotonin”
11 Keso – “Underground”
12 Profjam – “Queq Queres”
13 Harold – “Vão Dizer”
14 Jonny Abbey – “So Far”
15 Malibu Gas Station – “Ellie Parker”
16 The Missing Link – “The Path”
17 Leviatã - “Sul”