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10 de novembro de 2018

Reportagem | Riverside + Mechanism @ Lisboa ao Vivo 2018

Foi no passado sábado que o público nacional pôde receber de novo os Riverside, um dos grandes nomes do rock progressivo da atualidade. A fotorreportagem é de Cécile Lopes para o The Music Spot.



A primeira parte ficou a cargo dos também polacos Mechanism que apresetaram o novo álbum, "Entering The Invisible Light".

16 de outubro de 2018

Fotorreportagem | Frankie Chavez @ Aula Magna 2018

Frankie Chavez abriu este domingo o espetáculo do australiano Xavier Rudd na Aula Magna. As fotos são de Luís Flôres.


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Fotorrepotagem | Xavier Rudd @ Aula Magna 2018

O cantor, compositor e multi-instrumentista australiano Xavier Rudd trouxe a sua "Storm Boy Tour" a Portugal. O The Music Spot registou a sua passagem por Lisboa pela lente de Luís Flôres.



22 de agosto de 2017

Fotorreportagem | Deep Purple @ MEO Arena

O The Music Spot esteve presente naquele que pode ter sido o derradeiro concerto dos lendários Deep Purple em Portugal. As fotos de um dos espetáculos do ano por Luís Macedo:

5 de outubro de 2016

Fotorreportagem | Reverence Valada Festival 2016 (dia 1)

O melhor do rock alternativo voltou a Valada do Ribatejo, entre 8 e 10 de setembro, para mais uma edição do Reverence Valada Festival. Logo no primeiro dia passaram pelos palcos nomes de relevo, entre os quais Thee Oh Sees, Riding Pânico e The Sunflowers. Luís Flôres traz-vos a fotorreportagem deste primeiro dia.

5 de setembro de 2016

Fotorreportagem | Steve Vai @ CCB 2016

Steve Vai trouxe a 23 de julho a sua "Passion & Warfare 25th Anniversary Tour" a Lisboa, espetáculo comemorativo do emblemático disco do guitarrista norte-americano. A fotorreportagem do intenso concerto, que teve lugar no Grande Auditório do CCB, ficou a cargo de Luís Macedo.

7 de fevereiro de 2016

Foto-reportagem | Noites Sortido #1 @ Musicbox

O The Music Spot esteve presente na primeira noite Sortido no Musicbox, dedicada a novos músicos nacionais e europeus e traz-vos a foto-reportagem pela lente de Luís Flôres.

"O que é que define uma banda emergente? A sua novidade? Os poucos anos de mercado? A atitude de entrega a um projecto que é novo, descomprometido, real? São várias as premissas que nos podem ajudar a perceber o que faz, de uma banda pequena, um fenómeno com potencial para crescer, criar e disseminar cultura. Nestas noites não queremos definir tendências, não vamos assumir despesas de patrocínio, mas queremos mostrar alguns dos projectos, nacionais e europeus, que gostamos, porque os palcos não fazem sentido sem novos músicos."


"Captain Boy é o alter-ego de Pedro Ribeiro. Vagabundo com voz rouca e guitarra a tiracolo que canta histórias que transcendem o tempo. A sonoridade ferrugenta acompanha-o em todas as actuações remetendo-nos para um ambiente intimista, como se nós próprios estivéssemos a bordo de um barco imaginário. Assim como o mar, Captain Boy é imprevisível, transformando todos os concertos numa viagem distinta."





"Alguns meses depois de nos apresentarem "Bamboleio", prova honrada do rock tropical que transpira sedução e ginga de cintura do colectivo do Barreiro, os PISTA regressaram ao Cais do Sodré para voltar a espalhar as notas da festa."




"Château Brutal. Eles são rudes, desajeitados, egocêntricos, pretensiosos, arrogantes e "brega" como poucos. A naturalidade francesa condena-os a ter um sotaque estranho, que escondem com excessivo consumo de cerveja. Há quem diga que é coisa de idade, já que são velhos demais para fazerem música, mas, é por tudo isto, que são óptimos. Se não acreditam, falamos directamente para vocês que ainda se deixam entusiasmar pela descoberta do desconhecido. este tem batida de rock e letras que tocam o humor negro."

15 de dezembro de 2015

Reportagem | The Gift - 20 anos @ Multiusos de Guimarães

Uma das mais bem sucedidas bandas dos últimos vinte anos em Portugal, os The Gift prepararam dois concertos que celebram precisamente esse marco histórico, pontuado por inúmeros sucessos que já pertencem ao imaginário do grande público. Nessa condição, a banda alcobacense pôde apostar numa grande produção que foi visível no Pavilhão Multiusos de Guimarães, e foi “Fácil de entender” que a ousadia redundaria em sucesso: uma autêntica multidão preencheu (praticamente) todos os cantos do pavilhão.

Um cronómetro em ecrã gigante contava os minutos até que a banda pisasse o palco, mas para os The Gift, estar no palco é mais do que simplesmente pisá-lo. É essa presença tão intensa e distinta, olhos nos olhos com a plateia, que faz um espetáculo de cerca de duas horas e meia passar a voar. Começando em alta com um momento apoteótico ao som o “beatlesque” tema “Clássico”, onde os altos voos de Sónia Tavares foram levados à letra, com a vocalista a cantar suspensa no ar. De regresso a terra firme, seguiu-se o tema “Laura”, onde a banda se concentrou numa pequena extensão do palco principal, praticamente encostado às primeiras filas.







A atuação prosseguiu com “Dream with someone else's dream”, “Truth”, “Changes”, “How the end... Always end”, “OK! Do you want something simple?”, “Doctor”, “Sehnsucht” e “Butterfly”, numa sucessão de temas que garantia que nenhuma fase da história dos The Gift ficava esquecida, e onde não faltou sequer o sexteto de cordas. “Wallpaper”, “Meaning of life”, ”Primavera”, “Made for you”, “Question of love”, “RGB”, “Driving you slow”, “Front of”, “The singles” e “In repeat” fizeram subir a pulsação no publico que começava a libertar-se das cadeiras, ora respondendo ao repto à dança, ora ovacionando as referências à cidade-berço que surgiram em projeção.

E foi pelo ar que Sónia Tavares se fez chegar ao pequeno palco no centro do pavilhão, esperada apenas pelo teclista Nuno Gonçalves, enquanto interpretava “Fácil de entender”, e onde protagonizou uma homenagem a Frank Sinatra - que faria neste dia 100 anos - através da interpretação, bem acompanhada pelo público, de “My way”.

Para o final, ficou “My Lovely Mirror” e “Music” - será quase escusado tentar descrever o ambiente de festa que estava espalhado por todo o pavilhão, que coroou uma produção de uma dimensão muito considerável, mas meticulosa ao ponto de não ter havido qualquer falha percetível.

Apesar do adiantar da hora - o espetáculo terminou perto da uma da manhã - ainda houve tempo para uma prolongada sessão de autógrafos, em que algumas centenas de pessoas aguardavam pelos músicos, com os seus CDs e vinis na mão, ou mesmo o magnífico livro intitulado “20”, da autoria do jornalista Nuno Galopim.

A comemoração dos 20 anos de Alcobaça irá agora culminar com a apresentação na MEO Arena, já no próximo sábado, 19 de dezembro.

26 de outubro de 2015

GNR abriram a "Caixa Negra" no Coliseu do Porto

O icónico Coliseu do Porto recebeu na passada sexta-feira uma das mais amadas bandas da cidade invicta, os GNR, em plena tour de promoção ao novo álbum, Caixa Negra. Parecia faltar à entrada o frenesim caraterístico das grandes noites, mas a verdade é que a sala estava praticamente cheia no momento em que Rui Reininho, Jorge Romão e Tóli César Machado entraram em palco, perante um público de faixas etárias bem diversas, efeito de mais de 30 anos de carreira.

Samuel Palitos na bateria, Tiago Maia na guitarra e Paulo Borges nas teclas foram os homens da retaguarda, enquanto Jorge Romão percorria o palco com energia incessante, Tóli, multi-instrumentista que iniciou a atuação sentado ao teclado, mas lançando mão, ao longo da noite, ao acordeão e à guitarra elétrica e acústica, e por fim Rui Reininho, sendo ele próprio, profícuo em poses elegantes e por vezes sarcáticas, e com intervenções sociopolíticas acutilantes.

“Caixa Negra” e “Triste Titan”, tirados do novo álbum, abriram a atuação, e a partir daí foi uma viagem nos tempos, aos atuais e aos idos. “Efectivamente” criou a primeira (dentre muitas) ondas de entusiasmo nas plateias, tribunas e frisas, tal como “Pós-Modernos” e “Mais Vale Nunca”.





Como a noite era especial, houve lugar a convidados. Se alguns seriam escolhas seguras e até expectáveis, outras foram surpreendentes. Apresentado por Reininho como o “melhor a sair de entre os postes”, o primeiro convidado foi… Helton. O agora ex-titular da baliza do FC Porto revelou-se um excelente entertainer, e deu voz - com competência - ao clássico “Inferno”, de Roberto Carlos. Mais à frente, o tema “Dançar SOS” contou com a primeira aparição de Rita Redshoes, e três temas depois, surgir Tim, que trouxe um tema bem antigo dos Xutos, “Quando eu morrer”, e ainda cantou um tema “sobre a Boavista”, “Bellevue”.

O novo tema “MacAbro” e o antigo “Nova gente” contaram com a presença da dupla de mariachis (!) Los Cavakitos, a anteceder “Pronúncia do Norte” cantado a duas vozes (a de Reininho e a do público) e “Morte ao sol”, de novo com Rita Redshoes, precedida, num momento notável, pela gaita-de-foles de Gonçalo Marques.

Para o encore ficaram “Corpos”, “Morrer em Português”, “Ana Lee” e o incontornável “Dunas”, a fechar mais de duas horas de espetáculo.

Fotografia e texto: João Fitas

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NOS em D'Bandada 2015: a baixa do Porto voltou a encher-se de música nacional, para a sua quinta edição, com 78 concertos gratuitos distribuídos por 21 palcos.

10 de junho de 2015

Foto-reportagem | Mimicat @ Belém Art Fest 2015

O animado concerto de Mimicat encerrou a primeira noite do Belém Art Fest 2015. Numa atuação sempre em crescendo, Mimicat usou os muitos trunfos de que dispõe (excelente presença em palco, voz poderosa, sensualidade q.b. e uma banda com bons e experientes músicos) para oferecer aos muitos que se deslocaram ao Museu Berardo um set de canções com muito soul, um toque de jazz, entre originais do seu disco de estreia For You e inteligentes abordagens aos clássicos.


Fotos: Miguel Mestre

26 de maio de 2015

Reportagem | Nobody's Bizness @ Belém Art Fest 2015

O Belém Art Fest recebeu na sua primeira noite os Nobody's Bizness. A banda que se apresentou em formato trio, no belíssimo salão do Museu Nacional de Arqueologia, proporcionou um descontraído concerto. Entre comemoração do pirmeiro aniversário de Donkey, o seu último disco de originais e homenagem a BB King, o rei do Blues, que nos deixou a 14 de maio, os Nobody's Bizness brindaram o público com sonoridades blues e folk exemplarmente interpretadas, surpreendendo muitos daqueles que ainda não conheciam a banda lisboeta.