O Belém Art Fest recebeu na sua primeira noite os Nobody's Bizness. A banda que se apresentou em formato trio, no belíssimo salão do Museu Nacional de Arqueologia, proporcionou um descontraído concerto. Entre comemoração do pirmeiro aniversário de Donkey, o seu último disco de originais e homenagem a BB King, o rei do Blues, que nos deixou a 14 de maio, os Nobody's Bizness brindaram o público com sonoridades blues e folk exemplarmente interpretadas, surpreendendo muitos daqueles que ainda não conheciam a banda lisboeta.
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26 de maio de 2015
25 de maio de 2015
Reportagem | Lotus Fever @ Belém Art Fest 2015
Os lisboetas Lotus Fever foram uma das bandas que abrilhantou a primeira noite do Belém Art Fest. Tocando no palco The Famos Grouse, à mesma hora que um tal António Zambujo atuava no Mosteiro dos Jerónimos, os Lotus Fever conseguiram reunir uma boa e curiosa plateia na sala do Museu Nacional de Arqueologia.
A banda ofereceu um set de cerca de uma hora, em que algumas canções de Search For Meaning, o excelente disco de estreia, foram apresentadas com novos segmentos, o que é bem demonstrativo do empenho dos jovens músicos em fazer evoluir o som da banda, já de si bem surpreendente e original em disco. As performances de Pedro Zuzarte, Bernardo Afonso, Diogo Teixeira de Abreu, Manuel Siqueira foram exemplares e ainda que os quatro estejam longe de ser uns animais de palco, a experiência fá-los-à crescer nessa vertente. Para já fica a certeza de que os Lotus Fever são uma das mais interessantes novas bandas do rock português.
11 de abril de 2015
Foto-reportagem | Sound Bay Fest 2015, parte II
Eis a segunda parte da foto-reportagem do Sound Bay Fest 2015. Fotos por Miguel Mestre.
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9 de abril de 2015
Foto-reportagem | Sound Bay Fest 2015, parte I
A primeira edição do Sound Bay Fest organizada pela Amazing Events surge com naturalidade, numa altura em que meio mundo se rende à nova vaga de bandas que recuperam as sonoridades do rock mais psicadélico. O The Music Spot traz-vos a primeira parte da foto-reportagem da grande noite de 4 de abril, no Room 5, Cais do Sodré, registada pela lente de Miguel Mestre.
The Japanese Girl
1886
Stone Dead
Libido Fuzz
Black Bombaim
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2 de abril de 2015
Foto-reportagem | Lâmina @ Musicbox
Sexta-feira, 13 de março, foi noite de estreia nos palcos da capital para o coletivo formado por Vasco Duarte, Catarina Henriques, Filipe Homem Fonseca e Sérgio Costa. Os multi-facetados elementos destes Lâmina uniram esforços e talento criando um projeto que nada fica a dever às grandes bandas stoner rock ou doom.
Depois do sucesso alcançado com o concerto no Musicbox, os Lâmina atuarão no dia 25 de abril no RCA Club com os Acid King e os Vaee Solis e têm também presença confirmada no Sonic Blast Moledo 2015.
Fotos © Pedro Antunes
29 de setembro de 2014
Foto-reportagem | Noites Ritual 2014
O ritual voltou a cumprir-se na cidade do Porto, com mais uma edição das Noites Ritual. A edição 2014 teve entrada livre nas duas noites do evento, por onde passaram os cabeças de cartaz Blind Zero e David Fonseca e ainda as bandas vencedoras do concurso Rituais Emergentes: The Crawlers e O Incrível Homem Bomba. Foram duas grandes noites de festa da música nacional num Pavilhão Rosa Mota esgotadíssimo.
Todas as fotos: © João Fitas
4 de agosto de 2014
Foto-reportagem | Brass Wires Orchestra + Golden Slumbers ao vivo no Armazém F
Foi a 25 de junho que os Brass Wires Orchestra realizaram o sonho de apresentar aos fãs e amigos o fruto dos últimos anos de trabalho: o tão aguardado disco de estreia Cornerstone.
A primeira parte do espetáculo coube às Golden Slumbers, que apresentaram igualmente o seu registo de estreia, no caso o EP I Found The Key. As Golden Slumbers são as irmãs Catarina e Margarida Falcão que assentam as suas canções numa folk minimalista, enriquecida por belas harmonias vocais.
Fotos © Luís Macedo
31 de julho de 2014
Foto-reportagem | Keep Razors Sharp @ SBSR 2014
Os Keep Razors Sharp são Afonso (Sean Riley & The Slowriders), Rai (The Poppers), Bráulio (ex-Capitão Fantasma) e Bibi (Riding Pânico). A banda, que se encontra a trabalhar no seu primeiro longa-duração, foi uma das apostas nacionais da Antena 3 no Super Bock Super Rock 2014.
10 de julho de 2014
6 de julho de 2014
Foto-reportagem | General D no festival Lisboa Mistura
Foi a 28 de junho no Largo do Intendente que General D, pioneiro do rap em Portugal, se reencontrou com o seu público no âmbito do festival Lisboa Mistura. Numa noite de partilha de muitas emoções passaram pelo palco as cantoras Maimuna Jales, Marta Dias, Selma Uamusse, os Family de Melo D, os Black Company de Bambino, os rappers Chullage, Valete e Boss AC, de Sam e NBC e ainda um dos filhos de General D, também ele um rapper.
Fotos: (C) José Frade
4 de julho de 2014
3 de julho de 2014
Reportagem | Extreme ao vivo no Armazém F
Os norte-americanos Extreme trouxeram a Lisboa sua digressão "Pornograffiti Live!", quase seis anos depois do concerto no Coliseu dos Recreios, aquando da sua última passagem por Portugal.
Nuno Bettencourt e companhia fizeram-se desta vez à estrada com o intento de tocar na íntegra "Pornograffiti", o seu disco de maior êxito comercial e os seus fãs em Portugal responderam em massa enchendo por completo a sala situada no Cais do Sodré.
A banda de Boston tem, desde 2007, mais um elemento com estreita ligação a Portugal (o atual baterista Kevin Figueiredo é luso-descendente), e em cada atuação no nosso país os Extreme jogam sempre em casa, tal é o carinho com que são recebidos.
A abrir o concerto, poucos minutos passados das 21h00, a frenética sequência inicial do disco de 1990 (Decadance Dance / Lil' Jack Horny / Whem I'm President / Get The Funk Out) mostrou-nos a excelente forma em que a banda se encontra. Gary Cherone mantém a sua frenética postura em palco, Nuno Bettencourt continua a mostrar todos os atributos que o levaram a ser considerado um dos melhores guitarristas do seu tempo e a secção rítmica apresenta um sempre certeiro Pat Badger no baixo e uma bateria com pujança extra com a poderosa performance de Kevin Figueiredo.
A autêntica locomotiva, mescla de hard rock e funk, que ia estremecendo as fundições do Armazém F só acalmaria para a interpretação de "More Than Words", mega-êxito da banda que atingiu o lugar cimeiro da Billboard Hot 100 em 1991. Os Extreme voltariam logo de seguida à carga e durante a interpretação de It ('s a Monster), canção que na verdade tem um dos mais monstruosos riffs do disco, Cherone trepa tudo o que lhe aparece pela frente. Forma física invejável para quem este mês já comemora o 53.º aniversário.
A banda não passaria por cima de "When I First Kissed You", canção que se aproxima de um standard de jazz e destoa do álbum, acabando por ser a oportunidade de assirtirmos a uma rara interpretação de Nuno Bettencourt ao piano.
Mais à frente Bettencourt mostrou-nos no intro de He-Man Woman Hater de que é material é feito um guitar hero, terminando de seguida o set de "Pornograffiti" com "Song For Love" e "Hole Hearted", mais dois exemplos da capacidade da dupla Cherone/Bettencourt em escrever grandes canções. Revisto que estava o disco protagonista da noite, vieram as primeiras ameaças de despedidas.
Nuno Bettencourt e companhia fizeram-se desta vez à estrada com o intento de tocar na íntegra "Pornograffiti", o seu disco de maior êxito comercial e os seus fãs em Portugal responderam em massa enchendo por completo a sala situada no Cais do Sodré.
A banda de Boston tem, desde 2007, mais um elemento com estreita ligação a Portugal (o atual baterista Kevin Figueiredo é luso-descendente), e em cada atuação no nosso país os Extreme jogam sempre em casa, tal é o carinho com que são recebidos.
A abrir o concerto, poucos minutos passados das 21h00, a frenética sequência inicial do disco de 1990 (Decadance Dance / Lil' Jack Horny / Whem I'm President / Get The Funk Out) mostrou-nos a excelente forma em que a banda se encontra. Gary Cherone mantém a sua frenética postura em palco, Nuno Bettencourt continua a mostrar todos os atributos que o levaram a ser considerado um dos melhores guitarristas do seu tempo e a secção rítmica apresenta um sempre certeiro Pat Badger no baixo e uma bateria com pujança extra com a poderosa performance de Kevin Figueiredo.
A autêntica locomotiva, mescla de hard rock e funk, que ia estremecendo as fundições do Armazém F só acalmaria para a interpretação de "More Than Words", mega-êxito da banda que atingiu o lugar cimeiro da Billboard Hot 100 em 1991. Os Extreme voltariam logo de seguida à carga e durante a interpretação de It ('s a Monster), canção que na verdade tem um dos mais monstruosos riffs do disco, Cherone trepa tudo o que lhe aparece pela frente. Forma física invejável para quem este mês já comemora o 53.º aniversário.
A banda não passaria por cima de "When I First Kissed You", canção que se aproxima de um standard de jazz e destoa do álbum, acabando por ser a oportunidade de assirtirmos a uma rara interpretação de Nuno Bettencourt ao piano.
Mais à frente Bettencourt mostrou-nos no intro de He-Man Woman Hater de que é material é feito um guitar hero, terminando de seguida o set de "Pornograffiti" com "Song For Love" e "Hole Hearted", mais dois exemplos da capacidade da dupla Cherone/Bettencourt em escrever grandes canções. Revisto que estava o disco protagonista da noite, vieram as primeiras ameaças de despedidas.
O público exigia mais e os quatro voltariam ao palco para um generoso encore num formato próximo de "discos pedidos" e que haveria de abordar cada um dos outros quatros álbuns de estúdio da banda, com destaque para "III Sides to Every Story". A sequência final teve apenas um momento mais calmo (o instrumental "Midnight Express", com Nuno Bettencourt sozinho a encher o palco). O guitarrista açoriano demonstra um domínio e uma confiança que são bem visíveis também na fiel interpretação da excelente "Am I Ever Gonna Change" (a favorita deste vosso escriba). O público ao rubro e onde não faltava a bandeira do arquipélago natal de Bettencourt, viu satisfeito o pedido de "Color Me Blind", canção pouco rodada em palco e também a mais solicitada "Cupid's Dead", para um final apoteótico. Bettencourt mostrou-se aqui longe de estar velho para a interpretação dos temas de execução mais rápida. Cherone fazia as despedidas, podendo-se ouvir um "Ain't no place like home" e os momentos finais foram de confraternização com alguns dos fãs.
Os Extreme proporcionaram uma noite intensa e recheada de emoções e que para muitos foi uma autêntica viagem no tempo e a cumplicidade patente entre a banda e os espetadores faz antever outros grandes momentos no futuro para um público português que certamente desejará não ter de esperar mais meia dúzia de anos por uma atuação de uma das suas bandas mais acarinhadas.
1 de junho de 2014
Foto-reportagem | TOY @ Armazém F
Foi a 5 de abril que os britânicos TOY se estrearam em Lisboa. O quinteto oriundo de Brighton levou até à capital o seu mais recente registo de estúdio, "Join the Dots", não deixando ninguém indiferente com o seu estilo rock psicadélico, krautrock e post-punk. Veja aqui as fotos do concerto.
11 de maio de 2014
Foto-reportagem | The Parkinsons + Dirty Coal Train @ Sabotage Club
A noite que antecedeu a comemoração das quatro décadas da revolução foi marcada com duas explosivas atuações dos The Parkinsons e Dirty Coal Train, naquele que já é um dos mais importantes clubes de Lisboa, o Sabotage.
Pedro Antunes foi fazer a foto-reportagem e a sua máquina sobreviveu para contar a história.
4 de maio de 2014
Reportagem | Silence 4 ao vivo na MEO Arena
Foi a 5 de abril que se deu o muito aguardado regresso dos Silence 4 aos palcos, movendo dezoito mil pessoas à MEO Arena, para uma celebração da vida e das canções que marcaram uma geração, numa noite de emoções fortes ao longo de perto de três horas.
O espetáculo iniciar-se-ia com um pequeno documentário que mostrou em flashback o percurso dos Silence 4, recuando aos primórdios da banda em 1996, rematado com um “So glad that you here with us today”. A expetativa aumentava, mesmo entre os nascidos após essa data e que assistiriam ao seu primeiro concerto dos quatro de Leiria.
Num palco com um cenário (inicialmente) simples, abririam com "A Little Respect", a cover de Erasure que os tirou do anonimato. Não tardaria também “Borrow”, o maior sucesso da banda e sobre o qual David Fonseca admitiu nunca imaginar vir a ser o estrondoso êxito que foi. Tal sequência agarraria desde logo os muitos que reviviam os êxitos da banda com alegria estampada no rosto, só suplantada pela da de Sofia Lisboa, visivelmente emocionada.
Num dos momentos altos do concerto David Fonseca chamou a palco Sérgio Godinho. Muito aplaudido, daria o seu contributo em "Sextos Sentidos", canção para a qual foi convidado para gravar no disco de estreia. David confessou que foi com imensa surpresa que receberam a resposta positiva de Godinho ao convite de uma banda completamente obscura, à época.
No momento em se ouvem os primeiros acordes da contagiante "My Friends" aparece suspenso um automóvel clássico e que lentamente desceria até ao palco. David Fonseca não tardaria em subir para cima do seu tejadilho, de megafone em punho, deixando o público ao rubro. Sofia introduziria pouco depois “Angel Song”, também uma das preferidas da assistência, confessando que chegou a pensar não mais cantá-la.
Fotos: (C) Rute Gonçalves
Os músicos reapareceriam pouco depois num pequeno palco montado no centro da arena. Foi então nesse ambiente mais intimista e com os quatro voltados uns para os outros que recriariam a pequena sala dos primeiros ensaios da banda, numa velha casa dos arredores de Leiria. Sofia Lisboa, no momento mais comovente da noite, agradeceu à pessoa que lhe salvou a vida, a sua própria irmã, acabando as duas abraçadas. Em dedicatória à sua heroína, Sofia interpretaria "Invincible" dos Muse, a canção que a sua irmã lhe colocava a tocar nos momentos de adversidade da luta com a doença. Pode não ter sido um dos momentos musicalmente mais interessantes, mas as emoções estiveram à flor da pele.
No regresso ao palco principal, seguiria-se o encore final feito dos grandes êxitos da banda em reprise (as canções que David Fonseca disse também serem de todos os espetadores) e que seriam cantados a plenos pulmões por todos os espetadores, com uma apoteótica "Angel Song" a fechar o pano. De permeio houve ainda tempo para a entrega simbólica à Liga Portuguesa Contra o Cancro da verba angariada nesta mini digressão, indo os 30.000 euros para investigação na área da cura da doença.
Ainda que musicalmente os Silence 4 se tenham mostrado menos arrojados do que nos concertos ainda bem presentes na memória de muitos, este derradeiro espetáculo terá ido ao encontro das expetativas dos quantos encheram a maior sala do país e para os quatro de Leiria o sentimento será de missão cumprida.
11 de abril de 2014
Foto-reportagem | Sérgio Godinho "Liberdade"
Durante três noites Sérgio Godinho apresenta o espetáculo Liberdade no Teatro São Luiz, em Lisboa. Veja aqui as fotos da primeira noite, que teve como convidados especiais Gisela João, Jorge Benvinda (Virgem Suta) e a atriz Maria João Luís.
Fotos: José Frade
7 de abril de 2014
Foto-reportagem | Dead Combo ao vivo Fórum Municipal Luísa Todi
Os Dead Combo levaram no passado dia 14 de março "A Bunch Of Meninos" a Setúbal. Veja aqui as fotos do concerto realizado no Fórum Municipal Luísa Todi.
Fotos: Pedro Antunes
16 de março de 2014
Reportagem | Festival de Inverno (dia 2)
Para a segunda noite da edição inaugural do Festival de Inverno estavam reservadas mais seis atuações repartidas entre o Teatro de Bairro e o Santiago Alquimista. Optámos novamente pela sala vizinha do Castelo de São Jorge, na perspetiva de assistir às atuações de Thomas Anahory, Anarchicks e Balla.
Caberia a Thomas Anahory abrir a noite com os seus Groovys, iniciando o set com temas do seu álbum de estreia, antes do desfilar de temas de "Thank Your Lucky Stars", o seu disco mais recente, lançado em 2013. A forma mais ou menos cronológica como as canções foram apresentadas mostrou como a música de Anahory amadureceu do primeiro para o segundo disco. As canções influenciadas por ícones da música americana com Springsteen, Dylan ou Cash são interpretadas com muito sangue na guelra, com Anahory a demonstrar grande à vontade em palco, mesmo quando interpreta a solo baladas folk. No final da atuação o quarteto abordaria "What I Got" dos saudosos Sublime, trazendo um pouco do sol da Califórnia a este Festival de Inverno.
Estava reservada uma plateia já bem mais composta para as Anarchicks, banda que vai arrastando para os seus espetáculos cada vez mais fãs. Numa fase em que a banda prepara o segundo álbum de originais, houve lugar à estreia de canções que em breve conheceremos em versão de estúdio e que tiveram uma calorosa receção da assistência. Assente num misto de rebeldia e simpatia, a atuação das Anarchicks tem como pontos altos a excelente "Restraining Order" e a já habitual cover de "Helter Skelter" dos Beatles. Destaque ainda para "Smashed" que com presença de teclado e percussão eletrónica, dá outra dimensão ao som da banda.
Subiriam de seguida ao palco os Balla, marcados por um som pop dançável, indicado para final de festa e que procura o equilíbrio entre os sons eletrónicos e o trio de músicos que acompanha Armando Teixeira. Muito interessante também a utilização do sample de "Rapaz Caleidoscópio" dos UHF em "Montra".
Ainda que não tenha sido um sucesso no que diz respeito à adesão de público, este evento veio mostrar o bom momento que a música portuguesa atravessa e que este pode ser um caminho a seguir. Projetos de qualidade não faltam, há que lhes dar visibilidade.
Reportagem | Festival de Inverno (dia 1)
Foto-reportagem | Anarchicks @ Westway Viva Lisboa
5 de março de 2014
Reportagem | Festival de Inverno (dia 1)
A primeira edição do Festival de Inverno, promovida pela Music in my Soul, decorreu no fim de semana de 21 e 22 de fevereiro em duas carismáticas salas da capital: o Santiago Alquimista e o Teatro de Bairro.
Na impossibilidade de cobrir os concertos que foram repartidos por palcos de duas salas relativamente distantes, optámos na primeira noite pelas propostas para o Santiago Alquimista.
Na impossibilidade de cobrir os concertos que foram repartidos por palcos de duas salas relativamente distantes, optámos na primeira noite pelas propostas para o Santiago Alquimista.
Nick Nicotine abriu a noite, perante um batalhão de fotógrafos, com a sua Mystical Orchestra reforçada com a presença de um segundo e ilustre baterista (Fred dos Orelha Negra). Tocando as canções de um percurso com meia dúzia de anos, compilado em "77☽13" pela Optimus Discos, a Nicotine's Orchestra transporta-nos para os trópicos com a sua música, que ao mesmo tempo mantém a energia das guitarras elétricas.
Todas as fotos (C) Luís Macedo
Com uma sala mais composta seguiu-se a atuação dos MESA, os cabeças de cartaz da noite. A banda que tem agora como vocalista Rita Reis, apresentou-se em formato trio, que pecou por demasiado minimalista, com um guitarra e João Pedro Coimbra ocupado entre teclados e bateria. Apostando nas canções de "Pés que Sonham Ser Cabeças" de 2013, visitam aqui e ali os sucessos de uma carreira com uma década, como "Luz Vaga" ou "Cedo o Meu Lugar". Rita Reis, dona de um grande potencial, combina talento, simpatia e boa presença em palco e aventura-se ainda numa versão de “Wuthering Heights” de Kate Bush.
Para o final estava reservada a atuação do cantautor Walter Benjamin que subiu ao palco com o suporte dos músicos cúmplices no projeto Tape Junk. Num registo folk rock intimista, Walter Benjamin partilhou com o público as suas aventuras por Londres entre canções. Destaque para "Airports and Broken Hearts" e "Johnny & Lucy", antes do encerrar de festa com a belíssima "We might never fall in love".
24 de fevereiro de 2014
Foto-reportagem | Luísa Sobral ao vivo no Teatro São Luiz
Luísa Sobral, regressada da sua tourné internacional, apresentou o álbum "There’s a Flower in My Bedroom" no Teatro São Luiz, em Lisboa a 12 de fevereiro.
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