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5 de maio de 2018

Guns N’ Roses reeditam álbum “Appetite For Destruction” em vários formatos

A 29 de Junho uma das bandas mais importantes do rock, Guns N’ Roses, reeditam o seu álbum de estreia, “Appetite For Destruction”, em vários formatos especiais que revelam várias novidades que farão as delícias dos milhares de fãs do grupo, incluindo o inédito Shadow Of Your Love que é agora revelado.


“Apettite” estará disponível numa Super Deluxe Edition com 4CD, 1 Blu-ray Audio e um livro de 96 páginas com fotos inéditas do arquivo pessoal de Axl Rose, numa Deluxe Edition de 2CD, num duplo LP de 180 gramas, numa edição remasterizada de 1CD e também em formato digital para download e streaming.


Após a sua formação em 1985, os Guns N’ Roses trouxeram à cena rock emergente de Los Angeles uma atitude desenfreada. Acabaram por conquistar o mundo com o lançamento de “Appetite for Destruction”, que se mantém como o álbum de estreia mais vendido de sempre nos EUA, além de somar mais de 30 milhões de cópias em todo o mundo. “Appetite” inclui êxitos incontornáveis como “Sweet Child O’ Mine”, “Welcome To The Jungle”, “Nighttrain” e “Paradise City”.

A Super Deluxe Edition é composta por 4CDs que incluem: o álbum remasterizado pela primeira vez; o disco “B-Sides N’ EPs” remasterizado; gravações inéditas da sessão de estúdio de 1986 no Sound City; um disco Blu-ray Áudio com o álbum, temas bónus e telediscos com uma nova mistura sonora em 5.1 surround, juntamente com o vídeo nunca divulgado de “It’s So Easy”, rodado originalmente em 1989 mas nunca terminado; um livro de capa dura de 96 páginas com fotografias inéditas do arquivo pessoal de Axl Rose; litografias inéditas da banda, réplicas de bilhetes de concertos, um poster, tatuagens temporárias iguais às dos membros da banda; uma pintura em litografia de Robert Williams e uma réplica do convite para a rodagem do vídeo de “Welcome to the Jungle”, desenhado originalmente por Slash.

Já a Deluxe Edition de “Appetite for Destruction” é composta por 2CDs com os principais destaques da Super Deluxe Edition, incluindo também o álbum remasterizado, vários lados B e temas de EPs, sete gravações inéditas das sessões no estúdio Sound City, o tema “Move To The City (1988 Acoustic Version)” das sessões de gravação do álbum “GN’R Lies” e o inédito “Shadow Of Your Love” da primeira gravação de estúdio da banda com o produtor Mike Clink, em Novembro de 1986.

[Comunicado de imprensa]

29 de abril de 2018

The Twist Connection com novo disco dia 8 de junho

The Twist Connection estão de regresso às edições discográficas com um novo álbum homónimo que será editado pela editora conimbricense Lux Records no dia 8 de Junho de 2018.

Este novo trabalho resume um caminho percorrido entre e após os muitos concertos inseridos na promoção do último “Stranded Downtown“ (2016). Nada de conceptual, simples! Influenciados por uma série de estéticas do século XX que entraram pelo novo milénio, desde os 50´s ao Punk, encontram em 2018 a própria identidade ou, pelo menos, fazem por isso. Não são do Garage nem de qualquer vaga Psicadélica, gostam de Rock´n´Roll e praticam-no. Sobrevivem-no e falam sobre isso. E quem quiser saber mais, vai ter de ver e ouvi-los.


“Twist Connection” (Lux Records, 2018) foi gravado em Coimbra no Blue House Studios por Jorri Silva (a Jigsaw/ The Parkinsons) e João Rui (a Jigsaw) que toca vários instrumentos em todos os temas do álbum, desde o piano ao theramin, passando pelas guitarras e percussões.

O disco tem como convidado especial no mellotron Augusto Cardoso (bunnyranch, Tiguana Bibles) e como convidada muito especial na voz Raquel Ralha (Belle Chase Hotel, Wray Gunn, Mancines, Raquel Ralha & Pedro Renato), ambos na segunda versão de Dancin´in the Dark.

“Who are these people?”, primeiro single do disco, tem como resposta um tema que se associa mais ao lado live da banda. Era a intenção da banda captar a essência dos seus concertos. O vídeoclip promocional conta com a participação de Raquel Ralha, foi filmado na Oficina Municipal do Teatro em Coimbra e conta com o amigo, de sempre, Bruno Pires na realização.

Let´s Twist !!!

Tour:
15 de Junho/ Lisboa, Sabotage
16 de Junho/ Porto, Barracuda
29 de Junho/ Coimbra, CAV
30 de Junho/ Proença a Nova
5 de Julho/ Aveiro, Teatro Aveirense
7 de Julho/ Suberock Fest, Espanha
13 de Julho/ Stereo Gun, Leiria 
11 de Agosto/ Douro Rock Fest
18 de Agosto/ Lagos, Peppers Bar
24 de Agosto/ Rock´in´Rua
14 de Setembro/ Coimbra, Lux Interior Festival

[Comunicado de imprensa]

27 de abril de 2018

"II" é o novo álbum dos Basset Hounds

O quarteto lisboeta Basset Hounds voltou a amatilhar-se para compor “II”, o seu segundo registo de originais, com o selo da Pontiaq.

A banda deu os primeiros passos em 2012 quando António Vieira, entre caminhos de amizade em comum dos tempos de liceu, se junta a três novos elementos. A partir de então os Basset Hounds fazem-se ouvir, pela mão de Afonso Homem de Matos na bateria e como voz secundária, António Vieira na guitarra e também como voz secundária, José Martins no baixo eMiguel Nunes na guitarra e como voz principal.

A escolha do nome da banda – Basset Hounds – não é casual e a analogia entre antagonismos é quase directa. A aparência pachorrenta, quase soporífera da raça Basset Hounds contrasta com uma personalidade muito forte e impetuosa. De igual modo, a sonoridade da banda move-se entre o impulso e o embalo, onde as diferenças e os gostos pessoais de um colectivo composto por quatro personalidades distintas se acomodam e se moldam, democrática e espontaneamente, para criar uma linguagem muito própria.

A boa recepção, por parte do público e da crítica, ao primeiro álbum homónimo editado em finais de 2015 pela NOS Discos, abriu-lhes portas a uma tour de apresentação que marcou presença nas principais salas do circuito indie português e em alguns dos mais conhecidos festivais de música do país como o NOS Alive, o Super Bock Super Rock ou o Indie Music Fest, entre outros.

Durante o hiato de um ano dedicado à composição e a outros projectos pessoais, vão surgindo, despretensiosamente, novas canções que espelham o amadurecimento adquirido pela banda nos três anos que decorreram desde a gravação do seu álbum de estreia até à edição deste novo trabalho discográfico.


Longe de querer obedecer a um próposito, “II” cresceu lado a lado com a banda, tanto a nível pessoal como musical. A composição seguiu o ritmo do dia a dia num processo que nunca decreta a real conclusão das canções tornando-as maleáveis e permitindo que espelhem tanto o dia de inspiração para o primeiro riff de uma canção como o da gravação do seu último acorde. Mais do que revisitações de estilos ou influências, o importante no processo criativo é o que cada um traz, com o seu instrumento, num brainstorming despreocupado em se cingir a uma ideia ou rótulo.

Do antecessor traz a vontade de desvendar novos horizontes no processo de composição musical, tentando pintar os limites conhecidos com novas texturas, mantendo uma sólida componente rítmica. Sem prescindir da essência de cada melodia, o impulso foi medido e o embalo tornou-se consciencioso. A cadência do processo de criação musical culminou na incorporação de novas abordagens e influências numa fusão simultaneamente melódica e caótica, revelando um novo rumo na sonoridade que pretende transmitir. A inclusão de novos instrumentos, quer de sopro (saxofone e trompete) quer de cordas (violino), antecipa um disco que extravasa a formação clássica da banda e com uma sonoridade à vez, dolente ou vertiginosa, que se multiplica em efeitos e camadas.

“Condor” é a primeira das nove faixas que compõem o disco abrindo com uma explosão de riffsestridentes, baterias métricas e notas de sopro que ora surgem emparelhadas ora soltas e com uma identidade e força própria em jeito de “duelo” improvisado. Esta amplitude sonora, tão característica da banda, que continua a manifestar a fluidez da sua dinâmica e a coesão do seu som, é preservada em todo o álbum. O disco bebe tanto de tardes solarengas à beira da piscina como de ensaios em arrecadações cavernosas, deambulando entre texturas mais alegres e ritmadas em que o violino se junta às guitarras aéreas e aos baixos terrenos (“Thin Age”) e sonoridades mais melancólicas sustentadas pela candura e subtileza vocal (“Arta”).

O álbum está disponível para venda no Bandcamp.

O álbum foi gravado nos Blacksheep Studios por Guilherme Gonçalves e Bruno Xisto e masterizado na Arda Recording Company por Miguel Marques. O disco conta com a participação de convidados como André Isidro (teclados), David Alves (violino), Francisco Menezes (saxofone) e Luís Grade Ferreira (trompete).

Mas para quem se queira deixar siderar pelas descargas electrizantes das guitarras e perder-se em atmosferas espaciais, aqui ficam os concertos confirmados da banda até à data:

11/Maio | Freamunde: Espaço A
01/Junho | Lisboa: Casa Independente
02/Junho | Portalegre: Lounge

[Comunicado de imprensa]

6 de abril de 2018

Foreign Poetry: primeiro single e estreia ao vivo no NOS Primavera Sound

Os Foreign Poetry são Danny Geffin e Moritz Kerschbaumer. Danny é inglês, Moritz austríaco e ambos tocam vários instrumentos e escrevem canções. Conheceram-se em Londres, durante o verão de 2011, quando tocavam em projetos diferentes mas se cruzaram na mesma noite no The Ritzy, em Brixton - Moritz com Luís Nunes, mais conhecido por (Walter) Benjamin e Danny como metade dos Geffin Brothers. Moritz e Benjamin produziram o EP homónimo destes últimos e acabaram por tornar-se autónomos e tocar regularmente juntos numa banda de quatro elementos. Depois de alguns obstáculos e decisões de vida, as bandas separaram-se e seguiram a sua vida.


Os Foreign Poetry nasceram na produção de um EP de material de Danny, que nunca chegou a ser editado, resultado de muitas horas de trabalho com Moritz. Um dia, no inverno de 2016, Moritz envia a Danny duas ideias para canções nas quais andava a trabalhar e este retribui dias depois devolvendo-as cheias de ideias novas. Este encontro tornou-se num hábito, as ideias de ambos começaram a andar para trás e para a frente e ao fim de 12 meses neste sistema de trabalho, com alguns dias passados no estúdio por mês, destas canções nasceu uma continuidade e um caráter próprios. E a forma de um disco tornou-se evidente. A última peça no puzzle foi o polimento destas sessões nos estúdios da Pataca Discos, em Lisboa, onde o disco ganhou novas e belas texturas. E a magia que alguns amigos músicos acrescentaram na gravação: Anna Louisa Etherington (violino), Alice Febles Padron (coros), Luís (W. Benjamin) Nunes (bateria, percussão e coros) e Tony Love (bateria).

Grace and Error on the Edge of Now é baseado numa história verdadeira. Uma brisa de sons confortáveis, uma viagem melancólica, relaxada, mas poderosa, sempre esperançada e inspirada. Escorregamos para dentro do disco, ele abraça-nos à chegada e fica connosco depois. Viajamos recostados nas suas orquestrações complexas e cuidadas, ao mesmo tempo descomplexadas e desarmantes, emocionantes e contemplativas. São paisagens sonoras com vistas largas. Sente-se Arthur Russell, Beck ou Surfjan Stevens, ombros encostados a Grizzly Bear, Alt-J, Tame Impala ou The National, mas nunca reclama familiaridade nem se perde em pastiches. Há tantos detalhes dentro destas canções que não têm tempo nem espaço, soam a algo maior e iluminado. Cheias de curvas, saltos, recantos, arestas, diferentes cores e pesos, podem ser nuvens de algodão ou caves recolhidas, mas sempre profundas, trabalhadas, iluminadas e frescas como uma janela acabada de abrir.

“O álbum é um conjunto de meditações sobre antigas práticas espirituais, a tensão entre fervores políticos divergentes, a celeridade tecnológica e o seu impacto humano, a disseminação da informação e as mudanças na nossa consciência, a doutrinação da juventude, a passagem pela adolescência e o medo de voar. O conteúdo é abstrato, tanto quanto é específico, nos temas centrais e inerentes ao estarmos vivos. Obscuro, mas de certa forma familiar no seu core, este álbum é uma viagem em aberto”, descreve Danny.

Sparks é o primeiro single da dupla.



A banda estreia-se ao vivo no festival NOS Primavera, a decorrer no Parque da Cidade, Porto, Portugal, entre 7 e 9 de junho de 2018.

[Comunicado de imprensa]

31 de março de 2018

Bed Legs apresentam novo disco com "Spillin' Blood"

Um autêntico diário. Música embebida, entornada e enrolada em melodias que despertam a maior das emoções e sensações, numa roda-viva que brota vivências por todos os lados.

É assim com Bed Legs. Na verdade, não há meio-termo. Sempre no limite da navalha, do rasganço, perfilam-se na dianteira do mundano, do profano, e não rejeitam atirar-se para um precipício melancólico, se assim tiver de ser.

Assim se cozem algumas das linhas deste diário musical da banda composta por Fernando Fernandes (voz), Tiago Calçada (guitarra), Hélder Azevedo (baixo), David Costa (Bateria) e Leandro Araújo (teclas). O intenso cheiro a rock ‘n’ roll, deveras vivido e desejado, viaja de braço dado com essências sonoras de outras épocas, tudo majestosamente pincelado e abençoado pela orla do rhythm and blues.


Neste “Bed Legs” ouvem-se melodias de chamamento à liberdade individual; revelam-se riffs da melhor classe stoner; há apelos à dança desenfreada; contam-se histórias de resiliência e de resistência; pede-se ajuda à alma gémea ou uma entidade superior; há uma vontade intrínseca de estradear, dobrar e desordenar. É viver e desejar ser vivido; é desejar e viver desejado.

Gravado na Mobydick Records, com o apoio do GNRation, por Budda Guedes e masterizado por Frederico Cristiano “Fred”, neste registo espontâneo abundam a soltura dos teclados e do baixo, a riqueza dos ecos das guitarras e da bateria multi-ritualista; a revelação fica totalmente completa através da letra e voz, num delicioso frenesim que inebria o mais puro dos seres.



O primeiro single "Spillin' Blood", primeira faixa do disco e também a primeira a ser composta para este álbum, tem videoclip realizado, editado e co-produzido por João Martins (aka MOCA), artista plástico de eleição da banda, com quem já colaboram desde o primeiro EP no artwork, capas, símbolos, letterings, etc. É um tema que começa com um som eléctrico, ritmado e em loop constante que, musicalmente, afirma uma nova estética sonora com a introdução do novo membro, Leandro Araújo nos teclados, que já tinha participado num tema do EP e em 2 de “Black Bottle” e agora é parte integrante da banda. Os Bed Legs são agora um quinteto.
[Comunicado de imprensa]

12 de março de 2018

X-Wife: novo single e vídeo "This Game"

Os X-Wife estão de volta às edições e, com o novo single e vídeo "This Game", revelam-nos já um pouco do que podemos esperar do quinto trabalho de originais da banda. O álbum homónimo é editado a 6 de abril e será apresentado ao vivo no dia 21 de abril no Estúdio Timeout em Lisboa e no 28 de abril no Hard Club no Porto.

"This Game" é o novo single a ser retirado de "X-Wife", o quinto álbum de uma das mais importantes bandas do mundo da música independente em Portugal. Um tema que comprova a capacidade de reinvenção do grupo composto por João Vieira, Fernando Sousa e Rui Maia. Uma canção que representa a forma como se mantêm sempre atuais, modernos e urbanos naquilo que produzem.



São 10 os temas que compõem “X-Wife”, um disco que nos chega quase 7 anos depois do último registo de originais da banda. E, mais uma vez, 10 canções trabalhadas ao mais ínfimo pormenor. Em homenagem a um dos seus álbuns, "Are You Ready For a Blackout", os X-Wife lançam com este disco a sua própria editora, Blackout, passando a ser a banda responsável pelas suas edições independentes.

"X-Wife" encontra-se em pré-venda física e digital a partir de hoje através dos links: https://apple.co/2DkiFyf e em rastilhorecords.com.

Os concertos de apresentação do novo disco chegam pouco tempo depois do lançamento de "X-Wife": 21 de abril em Lisboa, no Estúdio Time Out e 28 de abril no Hard Club, Porto.

O grande desafio de uma banda com mais de 15 anos de carreira, que conseguiu a proeza de acertar o relógio nacional com o internacional, é manter-se pertinente.
A pertinência dos X-Wife, mesmo que mais ocasionais, é a mesma que evidenciaram em“Feeding the Machine”, seja na sua cidade natal, o Porto, seja em Londres, Paris, Barcelona, ou outra qualquer cidade fervilhante, porque é da mais ambiciosa modernidade urbana que continuamos a falar quando falamos de X-Wife
[Comunicado de imprensa]

25 de fevereiro de 2018

"Perdido" é o primeiro single de Suave, novo projeto do multifacetado Nick Suave

NICK SUAVE
Nick Suave, que anteriormente se apresentava como Nick Nicotine, é o pseudónimo de Carlos Ramos. Criado na fumarenta e cinzenta cidade do Barreiro dos anos 80 começa a editar discos pela sua própria editora (Hey, Pachuco! Recs) a partir de 2000. Homem dos sete instrumentos divide-se entre a voz, guitarra, baixo e bateria em dezenas de bandas (Nicotine’s Orchestra, The Act-Ups, Los Santeros, Bro-X, The Jack Shits, entre muitas outras). É, também, desde 2000 o diretor de um dos mais antigos e carismáticos festivais portugueses, o Barreiro Rocks.

Em 2008 abre o Estúdio King, no Barreiro, local de onde saem alguns dos melhores discos de rock and roll da última década.

Dizer que Nick Suave é um homem em constante movimento é um eufemismo: o disco PORTUGUÊS SUAVE, que sairá em Abril, será o 57.º disco da carreira de Nick e o início de uma nova fase na sua carreira: a escrita e interpretação em português.

SUAVE é o novo projeto de Nick Suave. Após quase duas décadas a ser referencia incontornável no panorama mais alternativo do rock and roll nacional, Nick pega na energia que o contagia e apresenta o disco PORTUGUÊS SUAVE. Este trabalho mostra-nos uma aproximação a universos sonoros que Nick já havia explorado no passado mas, desta feita, cantando num português direto e, claramente, apontado aos corações. Com a sua voz característica, Nick canta variações sobre o tema do amor alicerçadas numa música onde se conseguem ouvir claramente as suas maiores influências: Motown e o rock and roll mais antigo mas sem qualquer pretensão ao revivalismo. Música intemporal, com os pés assentes confortavelmente em 2018.


O disco foi composto por Nick com a colaboração de Ricardo Guerreiro em algumas letras e gravado por Ricardo Riquier nos estúdios iá em 2017. A banda é composta por Nick Suave na voz, teclas e guitarra, Fred Ferreira na bateria (Orelha Negra, Buraka Som Sistema), Cláudio Fernandes no baixo (Pista, Nada-Nada), Ernesto Vitali na guitarra (Nicotine’s Orchestra, Pista) e irá para a estrada a partir de Abril, levar a festa aos palcos de todo o país.

O disco PORTUGUÊS SUAVE sai a 13 de Abril e o primeiro concerto de apresentação será no dia 27 de Abril no Musicbox em Lisboa.

Com o coração na soul e as ancas no rock and roll: eis SUAVE.

[Comunicado de imprensa]

17 de janeiro de 2018

“Nação Valente” de Sérgio Godinho é editado dia 26 de janeiro



“Nação Valente” traz-nos de volta ao conforto e inquietação que Sérgio Godinho nos tem proporcionado ao longo da sua carreira. Mas transporta-nos ainda para territórios poéticos e musicais de alguma forma inéditos na obra do cantautor e que ilustrarão, seguramente, os seus futuros “best of” - um conjunto de temas que pode muito bem representar aquele que tem sido o “nosso” quotidiano na presente década.

Nação Valente” chega às lojas no próximo dia 26 mas já pode ser encomendado no iTunes. Os concertos de apresentação em Lisboa e Porto terão lugar dias 23 e 24 de Fevereiro no Capitólio e 3 e 4 de março na Casa da Música estando os bilhetes disponíveis a partir de hoje nas salas e locais habituais.
Sucessor do galardoado e muito aplaudido “Mútuo Consentimento”, “Nação Valente”, o 18.º álbum de estúdio, quebra os sete anos que Sérgio Godinho esteve sem gravar novas canções. Sete anos sem gravar, mas não de silêncio, nem sem editar. Em 2013, edita “Caríssimas Canções”; em 2014 “Liberdade”; e em 2015, com Jorge Palma, edita “Juntos Ao Vivo No Theatro Circo”, disco que recentemente recebeu o Galardão de Ouro. Entre a música, Sérgio Godinho apropria-se do sobrenome de contador de histórias e lança-se na edição, primeiro de um livro de contos, “Vida Dupla” (2014), depois o seu primeiro romance, “Coração Mais que Perfeito” (2017).
Este é, portanto, um regresso muito desejado. “Nação Valente” tem produção de Nuno Rafael, um dos seus habituais “assessores”, e conta com a partilha na composição das canções com alguns dos nomes que Sérgio Godinho mais respeita da música nacional. Falamos de nomes como David FonsecaFilipe RaposoHélder GonçalvesPedro da Silva Martins ou um velho companheiro, José Mário BrancoMárcia é outro dos nomes que aparece aqui, por ter o único tema no disco para o qual Sérgio Godinho faz uma versão. “Nação Valente” tem a ainda a colaboração do “multidisciplinar” Filipe Melo que soma à sua participação enquanto músico, os (memoráveis) arranjos para cordas e sopros.
Nação Valente” chega às lojas a 26 de janeiro de 2018. Para a divulgação das novas canções, Sérgio Godinho convidou o jovem realizador Afonso Mota para a concepção de 10 vídeos que serão publicados periodicamente até à data da chegada às lojas de “Nação Valente”. O primeiro tema a ser revelado é “Tipo Contrafacção”, o videoLetra pode ser visto aqui:


[Comunicado de imprensa]

21 de outubro de 2017

RASGO apresentam disco de estreia no RCA Club

Os nacionais RASGO apresentam na próxima sexta-feira, 27 de outubro, o seu disco de estreia "Ecos da Selva Urbana", registo que certamente entrará na lista de álbuns nacionais do ano. A banda é constituída por: Voz - Paulo Gonçalves; ex-Shadowsphere / ex-Formaldehyde / Ignite the Black SunBaixo - Filipe Sousa; ex-Shadowsphere /ex-WitchBreed, Guitarra - Rui Costa (Ruka) Tara Perdida, Guitarra - Pedro Ataíde (Sarrufo) ex-Trinta e Um/ex-Pé de Cabra e Bateria - Ricardo Rações; ex-Trinta e Um/ ex-Sacred Sin


Evento no Facebook: www.facebook.com/events/343450159445432/

13 de setembro de 2017

noiserv lança caixinha de música com tema do último disco

A dois meses de comemorar um ano de existência, o disco 00:00:00:00 de noiserv vê-se agora transposto para uma bonita caixinha de música, ONZE foi o tema escolhido pelo músico lisboeta.


A delicadeza que caracteriza o piano desta canção é agora "acompanhada" de um ambiente que nos remete para a infância e pela vivência que cada um de nós pode acrescentar ao tocar esta música ao seu próprio ritmo. Citando noiserv "não há melhor forma de tornar uma música nossa do que podermos tocá-la à nossa velocidade".

Num ano cheio de concertos um pouco por todo o lado, dentro e fora do nosso país, noiserv considera esta uma boa forma de comemorar a boa receptividade que o disco tem tido junto do público.

[Comunicado de imprensa]

8 de setembro de 2017

Blind Zero: "Often Trees" lançado a 6 de outubro

Os Blind Zero editam o novo “Often Trees” a 6 de outubro, um disco surpreendente, químico e intemporal, revelador da enorme criatividade da banda.

Produzido por Nuxo Espinheira, "Often Trees", foi misturado por Nelson Carvalho e masterizado em Nova Iorque por Andy VanDette (David Bowie, The Dear Hunter, Beastie Boys, Tim Burton e Danny Elfman).

Ao já conhecido single “You Have Won”, tema de avanço, juntam-se “Our Place by The Lake”, “Tormentor”, “Lost in Another Mental Escape”, “Queen : Someone”, “Palm”, “The Siren”, “It’s a Bright Bright Night”, “Chromosphere“ e a participação em “War is Over" de Jo Hamilton(compositora e multi-instrumentista de Birmingham, autora do muito aclamado “Gown”). 


Mais do que pela contemplação, este disco toma parte. Tem uma palavra a dizer. Engloba um imaginário sombrio e poético, de perseguição e novelos, passeia pela berma dos lagos e sobe à copa das árvores. O imaginário não podia ser mais tenso. 

“Often Trees”, o oitavo álbum dos Blind Zero, é um disco de mutação sonora, onde a cada escuta multiplicam-se novas camadas. O seu tronco robusto assenta também no uso deequipamento analógico com mais de quatro décadas e na longa experimentação em busca do detalhe.


A visão perturbadora de “Tormentor”, a subtração da luz em espelho de “It’s a Bright Bright Night”, os passos tomados pelas nuvens em “Our Place by the Lake”, a ironia agonizante de “Queen: Someone”, a despedida a pés firmes com “You Have Won”. A perturbação policial e asfixia em “The Siren”, a perfeição sincopada de “Palm”, os destroços de guerra de “War is Over” ou os beats perturbadores de “Lost in Another Mental Escape” ou a vertigem angular de “Chromosphere” (faixa que encerra o disco). Um disco que pretende não ficar indiferente e a obra maior da banda até à data.

Com 23 anos de percurso, o grupo de Miguel Guedes, Nuxo Espinheira, Pedro Guedes,Vasco Espinheira e Bruno Macedo revela, uma vez mais, a sua capacidade de reinvenção sem perder a identidade que os distingue e os tem projetado ao longo destas duas décadas. Um percurso ímpar celebrado em palco onde demonstram a força que os anos têm solidificado.

O concerto de apresentação de "Often Trees" será marcado pela estreia de muitas das canções do disco e acontecerá no dia 20 de outubro, às 23h00, na Casa da Música, no Porto. Os bilhetes custam 15€ e já estão à venda na Casa da Música e nos locais habituais.

[Comunicado de imprensa]

3 de setembro de 2017

Mano a Mano mostram primeira música de novo disco

Mano a Mano é o duo formado pelos irmãos André e Bruno Santos, dois guitarristas com um vasto percurso musical, maioritariamente no estilo Jazz, onde são considerados dois dos mais importantes músicos a nível nacional.

Neste duo, que resulta de uma forte empatia entre os dois irmãos, a escolha de repertório é baseada em originais escritos ou adaptados especificamente para este o duo, e arranjos de canções de autores como Tom Jobim, Chico Buarque, Max, Jim Hall, Irving Berlin ou Thelonious Monk, que os manos foram descobrindo e partilhando ao longo dos anos.

Foto: Margarida de Amaral

O primeiro disco, editado em 2014 de forma independente com o apoio de uma campanha de crowdfunding muito bem sucedida que contou com cerca de uma centena de participantes, foi apresentado em diversas salas do país num total de cerca de 40 concertos, e gerou várias críticas nacionais e internacionais.

Para este segundo disco, “Mano a Mano Vol. 2”, os manos Santos focam-se somente no “duelo” de guitarras, com repertório dinâmico, que incorpora momentos de virtuosismo, elegância e humor, explorando as inúmeras possibilidades deste formato. Dando primazia ao som acústico, André e Bruno exploram várias formas de diversificar os seus arranjos, usando, por exemplo, processamento de som (reverb, wah-wah, distorção, loops, pitch-shifter e outros.) e técnicas percussivas. Outra das novidades é a inclusão do Braguinha/Machete em alguns temas, um instrumento tradicional madeirense, da família dos cavaquinhos, que para além de criar dinâmica no repertório, explora e incita a novas abordagens neste e noutros cordofones tradicionais.


Com o objetivo de tornar o duo ainda mais sólido em todas as vertentes, musicais e não-musicais, e com isso cativar novo público, o espetáculo ao vivo aliará a parte musical à visual. À imagem de marca de Mano a Mano, que consiste numa guitarra para cada lado, em formato V, resultado de André ser esquerdino e Bruno ser destro, juntar-se-á um cenário, como se os manos recebessem o público em sua casa, na sua sala-de-estar, onde tudo começou há cerca de 20 anos. A execução dos temas, o diálogo com o público, contextualizando e explicando o conceito do grupo e repertório escolhido, é assim apresentado num ambiente descontraído e familiar, tornando este formato mais acessível para público menos habituado a música sem palavras.

Mano a Mano é parte fundamental no percurso artístico de André e Bruno Santos, porque aqui se exprimem de forma orgânica, sem restrições de estilos, onde para além de uma química musical muito forte e bem trabalhada, existe uma empatia pessoal e toda uma história de irmãos que se transmite naturalmente nos concertos.

[Comunicado de imprensa]

22 de agosto de 2017

Time For T editam "Hoping Something Anything" dia 15 de Setembro

O novo 'Hoping Something Anything' foi gravado ao longo do ano de 2016 nos Spitfire Audio Studios em Londres, produzido pela própria banda e masterizado por JJ Golden (Rodrigo Amarante, Devendra Banhart, Vetiver) em Ventura, California. Vai ser editado dia 15 de Setembro pela Last Train Records, editora que Time For T tem em parceria com a banda amiga de Brighton, Common Tongues.


Devido à produção própria, conseguiram explorar, sem limitações, as sonoridades que tinham imaginado para este novo trabalho e o som está mais desafiante que nunca, com momentos orquestrais e canções menos pop que o que têm vindo a compor até hoje. De canções calmas folk a rock psicadélico e batidas tropicais, o álbum une-se pelo paladar de sons que atravessam os géneros musicais e oferece uma familiaridade de canção a canção mesmo quando as canções mudam drasticamente de estilo. Em termos da composição, metade das canções foram compostas ao longo de alguns anos desde o último lançamento (homónimo) e a outra metade foram inspiradas pela viagem de Tiago Saga à India no início de 2016. O processo de composição deste novo registo começa com Tiago e uma guitarra, o qual leva o esqueleto da canção (estrutura, melodia e letras) ou então uma ideia (rabiscos de melodias e letras) à restante banda que depois começam a juntar os músculos e os pormenores com bateria, baixo, pianos e outros instrumentos.

Agora lançam novo single, “Ronda”, inspirado pela visita da banda à cidade de Ronda no Sul de Espanha onde tocaram no Festival Muwart onde foram incrivelmente recebidos por um público com quem criaram imediatamente uma relação especial. O título remete à cidade e ao amor com que ficaram pela mesma mas a letra vai mais além e fala da necessidade de cada um ter o seu tempo, para estar sozinho, tempo para si próprio como alimento para depois poder estar com os outros.


Time For T foram fundados em Brighton por Tiago Saga, um jovem de herança britânica, libanesa e espanhola que cresceu na Califórnia portuguesa - como o próprio apelida o Algarve. Enquanto estudava Composição Contemporânea na Universidade de Sussex, Inglaterra, Tiago Saga foi criando a sua própria sonoridade assente na world music e folk rock anglo-saxónica com outros músicos que foi conhecendo e com quem foi partilhando as mesmas inspirações: desde Bob Dylan a Ali Farka Toure. Tiago Saga (voz e guitarra), Joshua Taylor (baixo), Martyn Lillyman (bateria), Oliver Weder (teclas) - e outros membros honorários como Andrew Stuart-Buttle (violino), Harry Haynes (guitarra eléctrica) e Louis Pavlo (teclas) - formam os TIME FOR T.

De murmúrios a gritos melódicos, de voz rasgada e de guitarradas dedilhadas por ritmos tropicais, Time For T apresentam uma sonoridade única e bem definida capaz de produzir diferentes emoções. Ao vivo, transmitem uma energia invulgar, sendo responsáveis por um espectáculo contagiante que não deixa ninguém indiferente e convida à dança.

Depois do lançamento do primeiro longa duração “Hoping Something Anything” a 15 de Setembro de 2017 pela Last Train Records, a banda vai fazer uma digressão de apresentação pela Europa em Setembro e Outubro, terminando com algumas datas em casa: Portugal.

[Comunicado de imprensa]

Tour 2017:
10 Agosto - Old Blue Last - London
19 Agosto - Green Man Festival - Brecon Beacons
27 Agosto - Shambala Festival - Northampton
20 Setembro - Archiduc - Brussels
22 Setembro - Freiraum - Ubersee
24 Setembro - Cafe Galao - Stuttgart
07 Outubro - Musicbox - Lisboa

8 de agosto de 2017

Frankie Chavez apresenta “Double or Nothing” no Teatro da Trindade

Frankie Chavez prepara-se para apresentar oficialmente em Lisboa o seu mais recente álbum, “Double Or Nothing”, em dois concertos muito especiais no Teatro da Trindade, nos dias 27 e 28 de outubro, às 21h30, para o qual contará com vários convidados. Estas datas integram um ciclo de concertos que celebra os 150 anos do Teatro da Trindade.


Poli Correia, também conhecido como Sam Alone (que colabora no primeiro single de “Double Or Nothing”, intitulado “My Religion”), é um dos músicos já confirmados que irá partilhar o palco do Teatro da Trindade com Frankie Chavez nesta celebração do seu terceiro álbum de originais, um trabalho marcadamente influenciado pelo contexto social atual.


Recentemente, Frankie Chavez andou em digressão por Itália e Espanha, onde deu 12 concertos, tendo também já atuado no Caparica Primavera Surf Fest e tem para as próximas semanas espetáculos agendados no festival Bons Sons e no Festival F.

Já nos dias 27 e 28 de outubro, no Teatro da Trindade, não faltarão muitas surpresas nestes concertos dedicados às canções de “Double Or Nothing” e nos quais Frankie Chavez aposta todo o seu potencial para criar duas noites memoráveis.

[Comunicado de imprensa]

22 de julho de 2017

Moonspell - 1755: novo álbum totalmente cantado em português

Os Moonspell e a Alma Mater Records orgulham-se de apresentar 1755, novo álbum dos Moonspell que irá incidir sobre o terramoto que devastou Lisboa no século XVIII.


A ser editado a 3 de novembro, é o primeiro disco da banda totalmente cantado em português e tem o fadista Paulo Bragança como convidado no primeiro single a lançar em setembro "In Tremor Dei".

O novo disco será apresentado, pela primeira vez, ainda antes da sua edição e em sessão tripla da "Tour 1755": dois concertos em Lisboa (30 e 31 OUT) e um regresso muito aguardado ao Porto onde os Moonspell não tocam há mais de dois anos, no primeiro de novembro.

1755 será tocado na íntegra nestes concertos de apresentação em Lisboa e no Porto, que contam ainda com a presença do fadista Paulo Bragança em palco. O alinhamento para estes concertos inclui também temas mais obscuros da carreira dos Moonspell.


O disco é uma reflexão poética, musical e filosófica da banda sobre o evento de 1 de Novembro de 1755 em Lisboa e as suas repercussões no mundo civilizado. Serão 10 temas que na carreira da banda encontram ecos longínquos em discos como "Under the Moonspell" ou "Alpha Noir" mas que apresentam, sobretudo, uns Moonspell como nunca os ouviram a cantar um Portugal e uma Lisboa que não é solarenga, nem turística, nem luminosa.

É um disco de raiz Metal, com riffs vibrantes, orquestrações épicas e vozes e letras que testemunham a agonia daquele dia. A banda preocupou-se também em recriar a época, existindo uma fusão com elementos percussivos e melódicos que remete para os fins do século e para a atmosfera que se vivia na capital portuguesa na altura.

Um disco histórico, rigoroso e sério. A besta negra que fazia falta à Música contemporânea em Portugal.

[Comunicado de imprensa]

Mais informações concertos 1755

Os bilhetes para os concertos 1755 incluem como oferta uma das edições do disco que não estará disponível nas lojas até ao dia 3 de Novembro, data oficial de lançamento:

40 euros - bilhete para um espetáculo + oferta da edição 1755 em vinil duplo

30 euros - bilhete para um espetáculo + oferta da edição 1755 digipack

Os primeiros quinhentos compradores, terão as edições assinadas pela banda.

Reservas, informações e bilhetes disponíveis em: www.letsgo.pt.

23 de junho de 2017

Moonspell anunciam concertos de lançamento do novo disco "1755"

Os Moonspell e a Alma Mater Records orgulham-se de apresentar os três primeiros concertos da tour 1755 numa data dupla em Lisboa (30 e 31 OUT) e num regresso muito aguardado ao Porto onde não tocam há mais de dois anos, no primeiro de novembro.


Estes concertos são produzidos e organizados pela própria banda, em parceria com a sua editora própria Alma Mater Records, com o apoio da Napalm Records. Um regresso às origens a vários níveis, nomeadamente, no que diz respeito à ligação direta com os seus fãs e ao envolvimento total em todas as fases de construção deste espetáculo: desde o conceito à sua realização. Não sendo um típico caso de crowdfunding é o modo que consideram ideal para que o fã de Moonspell possa apoiar e comprar diretamente à banda.

1755 é o novo disco dos Moonspell, cantado em Português, acerca do Grande Terramoto de Lisboa. Uma reflexão poética, musical e filosófica da banda sobre o evento de 1 de novembro de 1755 em Lisboa e as suas repercussões no mundo civilizado. O novo disco será tocado na íntegra em Lisboa e no Porto, sendo que o alinhamento para estes concertos inclui também temas obscuros da carreira dos Moonspell.

Musicalmente, 1755 é um disco de raiz Metal, com riffs vibrantes, orquestrações épicas e vozes e letras que testemunham a agonia daquele dia. A banda preocupou-se também em recriar a época, existindo uma fusão com elementos percussivos e melódicos que remete para os fins do século e para a atmosfera que se vivia na capital Portuguesa na altura.

Serão dez temas que na carreira da banda encontram ecos longínquos em discos como "Under the Moonspell" ou "Alpha Noir" mas que apresentam, sobretudo, uns Moonspell como nunca os ouviram a cantar um Portugal e uma Lisboa que não é solarenga, nem turística, nem luminosa.

É um disco histórico, rigoroso e sério. A besta negra que fazia falta à Música contemporânea em Portugal.

[Comunicado de imprensa]

Mais informações:
Os bilhetes para os concertos 1755 incluem como oferta uma das edições do disco que não estará disponível nas lojas até ao dia 3 de Novembro, data oficial de lançamento:
40 euros - bilhete para um espetáculo + oferta da edição 1755 em vinil duplo
30 euros - bilhete para um espetáculo + oferta da edição 1755 digipack
Os primeiros quinhentos compradores, terão as edições assinadas pela banda.
Reservas, informações e bilhetes disponíveis em: www.letsgo.pt.

1 de junho de 2017

Cardhouse de Daniel Cardoso revelam primeira canção

"Ink" é o single de estreia para Cardhouse, projeto a solo do multi-instrumentista português e baterista dos Anathema, Daniel Cardoso. Esta canção fará parte de "City Blur", disco a editar na segunda metade de 2017.

26 de maio de 2017

Luiz Caracol apresenta "Metade e Meia" esta noite no São Jorge

Com novo álbum "Metade e Meia" lançado em março, confirma-se a excelência de Luiz Caracol, cuja música apresenta uma mestiçagem muito própria, entre sonoridades de Portugal, Brasil e África. Tocou, entre outros, com Sara Tavares, Tito Paris, Jorge Drexler e Fernanda Abreu. Depois do sucesso do primeiro álbum "Devagar", que apresentou nos EUA e em show case oficial na EXIB Música Iberoamericana, tem vindo a tocar em Portugal, Espanha e Brasil. Esta noite há apresentação das novas músicas no Cinema São Jorge, em Lisboa.

Bilhetes:

16 de maio de 2017

Benjamim e Barnaby Keen editam "1986" a 24 de maio

'1986', o disco em parceria gravado por Benjamim e o músico britânico Barnaby Keen, é editado digitalmente a 24 de Maio, meses antes do lançamento oficial em vinil. “Dança Com Os Tubarões” e “All I Want” são os novos singles do álbum e, à semelhança de “Warm Blood” e “Terra Firme”, são cantados na língua nativa de cada um dos intérpretes.


‘1986’ é constituído por oito canções escritas e interpretadas por ambos. É um exercício de partilha: Benjamim faz coros em inglês das canções de Barnaby e este empresta o seu sotaque brasileiro quebrado para fazer vozes em português nas canções de Benjamim. Os dois tocam quase tudo nos temas um do outro, escolhendo o melhor das capacidades de cada um, seja no saxofone, no piano ou na bateria.

O álbum foi gravado em duas sessões no estúdio 15A, casa da Pataca Discos e contou com a participação de Sérgio Costa na flauta, Leon de Bretagne no baixo e António Vasconcelos Dias nas vozes. 

Os dois músicos, nascidos em 1986, cruzaram-se pela primeira vez em 2012, num cinema de Brixton, no sul de Londres, e selaram amizade a partir do gosto comum por um disco de Chico Buarque. Barnaby Keen viveu no Brasil durante seis meses, onde descobriu o amor pela língua portuguesa e pelos mestres do samba e da bossa nova.

Relativamente aos dois singles, os músicos definem “All I Want” como um tema marcado pelo timbre magnético de Barnaby e por uma batida hipnótica deixada a secar ao sol ao longo de demasiadas horas. “Dança Com Os Tubarões” é a canção solarenga do disco em modo dueto tropical, como se Xabregas fosse o Rio de Janeiro e Lisboa o mundo inteiro. 


A primeira apresentação de '1986' acontece no Festival Músicas do Mundo em Sines, no dia 28 de Julho, com os músicos acompanhados ao vivo por João Correia (bateria), Nuno Lucas (baixo) e António Vasconcelos Dias (bateria).

A data escolhida para esta edição coincide com o aniversário de Benjamim, dando maior simbolismo ao nome do álbum que pode ser ouvido nas plataformas digitais habituais.