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28 de junho de 2018

SonicBlast Moledo '18

Nos dias 10 e 11 de agosto de 2018 acontece a 8.ª edição do festival SonicBlast Moledo, que continua a ganhar forma com um cartaz cada vez mais completo. Antes de anunciar os últimos artistas confirmados para o cartaz do festival, a organização anuncia a renovação daparceria com a CP, Comboios de Portugal.


SonicBlast Moledo, o festival que se assume como um encontro perfeito entre praia, piscina, surf, skate e muito rock realiza-se de 10 a 11 de agosto em Moledo, no concelho de Caminha. A edição deste ano conta com alguns dos maiores nomes do rock psicadélico: dos Kadavar, um dos mais aguardados concertos do Festival, aos Casa Sui, com a primeira apresentação em Portugal, passando pelos norte-americanos Earthless ou os italianos Ufomammut.

Esta parceria permite que os festivaleiros cheguem ao recinto do Festival em Moledo a partir de qualquer local servido pela rede de comboios CP, Comboios de Portugal e que o façam com 30% de desconto na oferta regular dos serviços Intercidades / Regional / InterRegional.

O passe geral do SonicBlast custa 48€ mas será atualizado já no final deste mês. A 30 de junho, o preço para o passe geral aumenta para 55€, no mês que antecipa a oitava edição do Festival. Os bilhetes diários custam 35€.

[Comunicado de imprensa]

26 de junho de 2018

Mila Dores: novo single e vídeo a solo

Mila Dores apresenta o vídeo do seu novo single, "Alice", avanço para um EP a sair ainda este ano, e caminha de volta à intimidade da canção ao piano, instrumento através do qual descobriu a música logo aos cinco anos de idade.



Depois de um percurso académico e profissional construído através do Jazz e da linguagem da música improvisada, a sua canção “Alice” — produzida por Miguel Ferreira, dos Clã — vem assinalar um ponto de viragem na reconquista do que de mais natural e emocional tem a música da Mila.

“Tendo voltado a estudar piano, e tendo passado tanto tempo com ele, descobri uma forma minha de escrever canções, de as interpretar, tudo cingido ao piano e à voz. (…) São histórias escritas a partir de coisas que eu vivi. Para mim escrever uma canção é algo natural.”, explica-nos a cantautora.

Inspirada pela própria vida, a Mila Dores teve numa menina que conheceu durante o seu trabalho como voluntária numa casa de acolhimento e a quem se afeiçoou para sempre, a grande referência para esta canção. “Alice” é o retracto da esperança feito por quem não receia falar do coração, sobre o amor e sobre o medo, ou sobre desamor, que visita outras canções, no desespero mas também no fascínio pela beleza das pequenas coisas.

Para filmar “Alice”, Mila Dores convidou a talentosa Joana Linda que encontrou na diversidade visual do Aquário Vasco da Gama o ambiente certo para ilustrar a narrativa de um videoclip em que se afastou do sentido literal da letra para “usar” a própria Mila Dores como uma mulher que tem na nostalgia o seu grande refúgio emocional. O resultado final é um vídeo de rara beleza visual e sentido artístico.

Será também no formato de voz e piano que Mila Dores estreará este “Alice” em palco, no concerto EA Live a realizar-se no próximo dia 14 de Julho em Évora, no Páteo de São Miguel, em Évora.

[Comunicado de imprensa]

15 de junho de 2018

"Rio Seco" é o novo single dos Salto

Os Salto apresentam apresentaram “Rio Seco”, o primeiro single do terceiro álbum de originais da banda, com a edição agendada para o último trismestre de 2018. O lançamento do novo disco dos Salto será depois acompanhado de uma nova digressão.

“Rio Seco” são os Salto a não ter pressa de crescer. E é isso mesmo que faz a banda de LuísMontenegro, Gui Tomé Ribeiro, Tito Romão e Filipe Louro explorar, sem medo, a beleza deste rio que seca para voltar a fluir na essência das canções.


Esta é decididamente a canção dos Salto mais orgânica até hoje. Mergulhados em guitarras clássicas, arranjos de violoncelo e sintetizadores, este novo trabalho dos Salto é uma ode à canção e ao desprendimento. O rio seca para mais amplo renascer.

Uma história de um fim passageiro, de um novo fluir, em algo transformado e maior. Um retorno depois do lançamento de "Passeio das Virtudes", 2.º álbum da banda, com os singles "Mar Inteiro" e "Lagostas".

30 de maio de 2018

29 de maio de 2018

PAUS: "Faca Cega"é o novo single de "Madeira"

“Faca Cega” é o novo tema de apresentação dos PAUS, do disco “Madeira” editado no início do mês de Abril e que entrou directamente para o #1 do Top Nacional de Vendas. Depois de “L123” e “Madeira” terem sidos os singles escolhidos para a apresentação do álbum ao público, desta vez “Faca Cega” é o tema eleito.


Nas palavras da banda: “Uma faca cega, que não faz distinção. O pão é cortado e dividido por quem tem fome mas não tem apetite para restos. Só é uma celebração se ninguém ficar de fora.

É isto que nos move, é isto que encontrámos na Madeira, é isto que queremos partilhar.
As coisas mudam quando tanto o coração como o estômago estão cheios.
Aceitem e dancem connosco esta Faca Cega".

PAUS continuam a ser Hélio Morais, Makoto Yagyu, Fábio Jevelim e Quim Albergaria.
Um baixo, teclados e uma bateria siamesa ainda são as ferramentas do seu ofício.

“Madeira” é o som da banda a apaixonar-se pelas cores e pelas pessoas que fazem a ilha, gente rodeada a mar, sem condição. “Madeira” são 9 canções e vídeos onde vemos e ouvimos os PAUS sempre em viagem e sempre em casa. Não é só um Disco, é um Videodisco e um Vinil.

A convite de Pedro Azevedo e da família ALESTE, os PAUS foram em Setembro de 2017 filmar e fotografar todo o aspecto visual de um disco que que tinham começado a preparar em Julho desse ano. A perspetiva de aterrar no mais longínquo e maravilhoso subúrbio de Lisboa impregnou, ainda antes de chegarem ao Funchal, a música que então estavam a terminar. 

A ideia de uma ilha que flutua e não tem sítio certo na geografia, uma ilha esquecida por um continente e de tão feliz por estar esquecida que se encontra na interceção das Américas, África e Europa, pareceu-lhes naturalmente um retrato preciso do som que estavam a ouvir. Um mapa com fronteiras apagadas, uma ilha que se deixa levar e gosta de quem quer e está sempre à espera do barco é a forma como os PAUS olham para a Madeira e para si próprios, enquanto plataforma criativa. Se soa bem, sabe melhor, então é casa.

PAUS são hoje o que sempre foram, uma banda à procura e “Madeira” é um postal da felicidade que a banda sente na incerteza.

[Comunicado de imprensa]

AGENDA:
12 DE JULHO – NOS ALIVE – PAUS + HOLLY HOOD
10 DE AGOSTO – CARVIÇAIS ROCK – CARVIÇAIS
11 DE AGOSTO – BONS SONS – CEM SOLDOS

18 de maio de 2018

6 de maio de 2018

Woodrock Festival: cartaz encerrado, alinhamento por dias e valor dos bilhetes

O WOODROCK FESTIVAL regressa em 2018 à Praia de Quiaios, na Figueira da Foz.

O Woodrock não poderia ficar de fora, quando uma das mais icónicas bandas portuguesas, volta à estrada.
Assim sendo, é com o maior prazer que anunciamos que os CAPITÃO FANTASMA estarão presentes na 6.ª edição do Woodrock, para celebrarmos juntos, a tour dos 30 anos. Da Escócia teremos os THE COSMIC DEAD, banda que dará, seguramente, um dos concertos do festival. A eles juntam-se os promissores projetos portugueses HEAVY CROSS OF FLOWERS e COSMIC MASS.


Os passes gerais mantém até ao festival o valor de 24 euros e podem ser adquiridos nos locais habituais.

O valor dos bilhetes pontuais é o seguinte:
Quinta-Feira, 19 de Julho - 8 euros
Sexta Feira, 20 de Julho - 13 euros
Sábado, 21 de Julho - 13 euros

A NOSSA PRAIA É O ROCK!!!!

[Comunicado de imprensa]

29 de abril de 2018

The Twist Connection com novo disco dia 8 de junho

The Twist Connection estão de regresso às edições discográficas com um novo álbum homónimo que será editado pela editora conimbricense Lux Records no dia 8 de Junho de 2018.

Este novo trabalho resume um caminho percorrido entre e após os muitos concertos inseridos na promoção do último “Stranded Downtown“ (2016). Nada de conceptual, simples! Influenciados por uma série de estéticas do século XX que entraram pelo novo milénio, desde os 50´s ao Punk, encontram em 2018 a própria identidade ou, pelo menos, fazem por isso. Não são do Garage nem de qualquer vaga Psicadélica, gostam de Rock´n´Roll e praticam-no. Sobrevivem-no e falam sobre isso. E quem quiser saber mais, vai ter de ver e ouvi-los.


“Twist Connection” (Lux Records, 2018) foi gravado em Coimbra no Blue House Studios por Jorri Silva (a Jigsaw/ The Parkinsons) e João Rui (a Jigsaw) que toca vários instrumentos em todos os temas do álbum, desde o piano ao theramin, passando pelas guitarras e percussões.

O disco tem como convidado especial no mellotron Augusto Cardoso (bunnyranch, Tiguana Bibles) e como convidada muito especial na voz Raquel Ralha (Belle Chase Hotel, Wray Gunn, Mancines, Raquel Ralha & Pedro Renato), ambos na segunda versão de Dancin´in the Dark.

“Who are these people?”, primeiro single do disco, tem como resposta um tema que se associa mais ao lado live da banda. Era a intenção da banda captar a essência dos seus concertos. O vídeoclip promocional conta com a participação de Raquel Ralha, foi filmado na Oficina Municipal do Teatro em Coimbra e conta com o amigo, de sempre, Bruno Pires na realização.

Let´s Twist !!!

Tour:
15 de Junho/ Lisboa, Sabotage
16 de Junho/ Porto, Barracuda
29 de Junho/ Coimbra, CAV
30 de Junho/ Proença a Nova
5 de Julho/ Aveiro, Teatro Aveirense
7 de Julho/ Suberock Fest, Espanha
13 de Julho/ Stereo Gun, Leiria 
11 de Agosto/ Douro Rock Fest
18 de Agosto/ Lagos, Peppers Bar
24 de Agosto/ Rock´in´Rua
14 de Setembro/ Coimbra, Lux Interior Festival

[Comunicado de imprensa]

27 de abril de 2018

"II" é o novo álbum dos Basset Hounds

O quarteto lisboeta Basset Hounds voltou a amatilhar-se para compor “II”, o seu segundo registo de originais, com o selo da Pontiaq.

A banda deu os primeiros passos em 2012 quando António Vieira, entre caminhos de amizade em comum dos tempos de liceu, se junta a três novos elementos. A partir de então os Basset Hounds fazem-se ouvir, pela mão de Afonso Homem de Matos na bateria e como voz secundária, António Vieira na guitarra e também como voz secundária, José Martins no baixo eMiguel Nunes na guitarra e como voz principal.

A escolha do nome da banda – Basset Hounds – não é casual e a analogia entre antagonismos é quase directa. A aparência pachorrenta, quase soporífera da raça Basset Hounds contrasta com uma personalidade muito forte e impetuosa. De igual modo, a sonoridade da banda move-se entre o impulso e o embalo, onde as diferenças e os gostos pessoais de um colectivo composto por quatro personalidades distintas se acomodam e se moldam, democrática e espontaneamente, para criar uma linguagem muito própria.

A boa recepção, por parte do público e da crítica, ao primeiro álbum homónimo editado em finais de 2015 pela NOS Discos, abriu-lhes portas a uma tour de apresentação que marcou presença nas principais salas do circuito indie português e em alguns dos mais conhecidos festivais de música do país como o NOS Alive, o Super Bock Super Rock ou o Indie Music Fest, entre outros.

Durante o hiato de um ano dedicado à composição e a outros projectos pessoais, vão surgindo, despretensiosamente, novas canções que espelham o amadurecimento adquirido pela banda nos três anos que decorreram desde a gravação do seu álbum de estreia até à edição deste novo trabalho discográfico.


Longe de querer obedecer a um próposito, “II” cresceu lado a lado com a banda, tanto a nível pessoal como musical. A composição seguiu o ritmo do dia a dia num processo que nunca decreta a real conclusão das canções tornando-as maleáveis e permitindo que espelhem tanto o dia de inspiração para o primeiro riff de uma canção como o da gravação do seu último acorde. Mais do que revisitações de estilos ou influências, o importante no processo criativo é o que cada um traz, com o seu instrumento, num brainstorming despreocupado em se cingir a uma ideia ou rótulo.

Do antecessor traz a vontade de desvendar novos horizontes no processo de composição musical, tentando pintar os limites conhecidos com novas texturas, mantendo uma sólida componente rítmica. Sem prescindir da essência de cada melodia, o impulso foi medido e o embalo tornou-se consciencioso. A cadência do processo de criação musical culminou na incorporação de novas abordagens e influências numa fusão simultaneamente melódica e caótica, revelando um novo rumo na sonoridade que pretende transmitir. A inclusão de novos instrumentos, quer de sopro (saxofone e trompete) quer de cordas (violino), antecipa um disco que extravasa a formação clássica da banda e com uma sonoridade à vez, dolente ou vertiginosa, que se multiplica em efeitos e camadas.

“Condor” é a primeira das nove faixas que compõem o disco abrindo com uma explosão de riffsestridentes, baterias métricas e notas de sopro que ora surgem emparelhadas ora soltas e com uma identidade e força própria em jeito de “duelo” improvisado. Esta amplitude sonora, tão característica da banda, que continua a manifestar a fluidez da sua dinâmica e a coesão do seu som, é preservada em todo o álbum. O disco bebe tanto de tardes solarengas à beira da piscina como de ensaios em arrecadações cavernosas, deambulando entre texturas mais alegres e ritmadas em que o violino se junta às guitarras aéreas e aos baixos terrenos (“Thin Age”) e sonoridades mais melancólicas sustentadas pela candura e subtileza vocal (“Arta”).

O álbum está disponível para venda no Bandcamp.

O álbum foi gravado nos Blacksheep Studios por Guilherme Gonçalves e Bruno Xisto e masterizado na Arda Recording Company por Miguel Marques. O disco conta com a participação de convidados como André Isidro (teclados), David Alves (violino), Francisco Menezes (saxofone) e Luís Grade Ferreira (trompete).

Mas para quem se queira deixar siderar pelas descargas electrizantes das guitarras e perder-se em atmosferas espaciais, aqui ficam os concertos confirmados da banda até à data:

11/Maio | Freamunde: Espaço A
01/Junho | Lisboa: Casa Independente
02/Junho | Portalegre: Lounge

[Comunicado de imprensa]

22 de abril de 2018

20 de abril de 2018

The Walks apresentam novo single "Sunny Side Up"

“Sunny Side Up” é a primeira amostra do sucessor de “Fool’s Gold” (2015), primeiro longa duração de The Walks.

A banda de Coimbra apresentou-se em 2014 com “R”, o EP de estreia, de onde saíram temas como “Backfire” e “Redefine” (tema incluído na colectânea Novos Talentos FNAC) e “Fool’s Gold” em 2015, listado pela Antena 3 como um dos 30 melhores álbuns nacionais do ano.

Gonçalo Carvalheiro, John Silva, Miguel Martins, Nelson Matias e Tiago Vaz, regressam agora aos discos com a edição de um novo trabalho, ainda sem título.


A antever pelo single de avanço, o disco revela uma nova identidade sonora da banda. Em “Sunny Side Up” ritmos ondulantes e dançáveis com uma forte presença de elementos de percussão, guitarras coloridas e uma voz hipnótica servem de pano de fundo a uma mensagem irónica entre a utopia individual e a realidade. O vídeo que acompanha o single tem produção e realização do colectivo criativo Flaming Acid.

Com edição marcada para Setembro de 2018 a cargo da Lux Records, o álbum foi gravado e produzido nos BlackSheep Studios.

[Comunicado de imprensa]

7 de abril de 2018

Sérgio Godinho: concerto em Sintra com Márcia e David Fonseca

Em registo de apresentação do novo álbum, Sérgio Godinho convidou para o espectáculo que realizará no próximo dia 20 de Abril no Centro Cultural Olga Cadaval, dois dos seus cúmplices de criação de “Nação Valente” – Márcia e David Fonseca.


Para “Nação Valente”, David Fonseca contribui com a composição de “Grão da mesma mó”, o tema que abre o disco e um dos favoritos do público. Já Márcia viu uma das suas canções ser “apropriada” por Sérgio Godinho - originalmente incluído no disco “Casulo”, “Delicado” desde cedo despertou a atenção de Sérgio Godinho, não sendo por isso uma surpresa escutar esta canção em “Nação Valente”.


Será um privilégio para os que se deslocarem ao Olga Cadaval assistir ao encontro em palco de três gerações de cantautores nacionais – com Márcia, uma cumplicidade iniciada quando versionou para o disco “Voz & Guitarra” o original de Sérgio “Às vezes o amor”; com David, a celebrar 20 anos, quando do aparecimento dos Silence 4, banda com a qual a colaboração à época, se estendeu por partilhas de autorias e participações em concertos

Já “Nação Valente” vai prosseguindo o seu percurso comercial com assinalável destaque mantendo-se esta semana no Top Ten, em sexto lugar, confirmando que também o público encontra em “Nação Valente” um dos seus melhores discos de sempre.

[Comunicado de imprensa]

6 de abril de 2018

Foreign Poetry: primeiro single e estreia ao vivo no NOS Primavera Sound

Os Foreign Poetry são Danny Geffin e Moritz Kerschbaumer. Danny é inglês, Moritz austríaco e ambos tocam vários instrumentos e escrevem canções. Conheceram-se em Londres, durante o verão de 2011, quando tocavam em projetos diferentes mas se cruzaram na mesma noite no The Ritzy, em Brixton - Moritz com Luís Nunes, mais conhecido por (Walter) Benjamin e Danny como metade dos Geffin Brothers. Moritz e Benjamin produziram o EP homónimo destes últimos e acabaram por tornar-se autónomos e tocar regularmente juntos numa banda de quatro elementos. Depois de alguns obstáculos e decisões de vida, as bandas separaram-se e seguiram a sua vida.


Os Foreign Poetry nasceram na produção de um EP de material de Danny, que nunca chegou a ser editado, resultado de muitas horas de trabalho com Moritz. Um dia, no inverno de 2016, Moritz envia a Danny duas ideias para canções nas quais andava a trabalhar e este retribui dias depois devolvendo-as cheias de ideias novas. Este encontro tornou-se num hábito, as ideias de ambos começaram a andar para trás e para a frente e ao fim de 12 meses neste sistema de trabalho, com alguns dias passados no estúdio por mês, destas canções nasceu uma continuidade e um caráter próprios. E a forma de um disco tornou-se evidente. A última peça no puzzle foi o polimento destas sessões nos estúdios da Pataca Discos, em Lisboa, onde o disco ganhou novas e belas texturas. E a magia que alguns amigos músicos acrescentaram na gravação: Anna Louisa Etherington (violino), Alice Febles Padron (coros), Luís (W. Benjamin) Nunes (bateria, percussão e coros) e Tony Love (bateria).

Grace and Error on the Edge of Now é baseado numa história verdadeira. Uma brisa de sons confortáveis, uma viagem melancólica, relaxada, mas poderosa, sempre esperançada e inspirada. Escorregamos para dentro do disco, ele abraça-nos à chegada e fica connosco depois. Viajamos recostados nas suas orquestrações complexas e cuidadas, ao mesmo tempo descomplexadas e desarmantes, emocionantes e contemplativas. São paisagens sonoras com vistas largas. Sente-se Arthur Russell, Beck ou Surfjan Stevens, ombros encostados a Grizzly Bear, Alt-J, Tame Impala ou The National, mas nunca reclama familiaridade nem se perde em pastiches. Há tantos detalhes dentro destas canções que não têm tempo nem espaço, soam a algo maior e iluminado. Cheias de curvas, saltos, recantos, arestas, diferentes cores e pesos, podem ser nuvens de algodão ou caves recolhidas, mas sempre profundas, trabalhadas, iluminadas e frescas como uma janela acabada de abrir.

“O álbum é um conjunto de meditações sobre antigas práticas espirituais, a tensão entre fervores políticos divergentes, a celeridade tecnológica e o seu impacto humano, a disseminação da informação e as mudanças na nossa consciência, a doutrinação da juventude, a passagem pela adolescência e o medo de voar. O conteúdo é abstrato, tanto quanto é específico, nos temas centrais e inerentes ao estarmos vivos. Obscuro, mas de certa forma familiar no seu core, este álbum é uma viagem em aberto”, descreve Danny.

Sparks é o primeiro single da dupla.



A banda estreia-se ao vivo no festival NOS Primavera, a decorrer no Parque da Cidade, Porto, Portugal, entre 7 e 9 de junho de 2018.

[Comunicado de imprensa]

5 de abril de 2018

Budda Power Blues e Maria João apresentam Blues Experience em Sintra

É já no próximo sábado, 7 de abril, que Budda Power Blues e Maria João sobem juntos ao palco do Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra.

Após alguns concertos juntos, Budda Power Blues e Maria João decidem unir esforços e talentos na criação de um disco "a dois". Budda assume as composições e letras e Maria João empresta a voz e todo o seu talento, para um disco entitulado Blues Experience. Trata-se exactamente de uma experiência no mágico universo dos Blues onde Maria João deixa cair o seu registo icónico para se apoderar das canções e dar vida às letras, muitas das vezes em dueto com Budda, considerado o melhor músico de Blues do país.


A rudeza de Budda Power Blues alia-se à delicadeza de Maria João, encontrando-se algures num meio termo para criar uma sonoridade própria e especial.
Falamos de um disco de Blues, mas desengane-se quem possa pensar que se trata de um exercício de estilo. Trata-se de Blues do século XXI, amplamente influenciado por todas as sonoridades que fazem parte do quotidiano de Maria João, Budda, Nico Guedes e Pedro Ferreira, os quatro intervenientes deste disco.
Composto por 10 canções que versam sobre assuntos muito pessoais e frequentemente autobiográficos, "Blues Experience" é um disco que percorre várias linguagens dos blues , resultado do desafio lançado por Budda a Maria João.

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31 de março de 2018

Bed Legs apresentam novo disco com "Spillin' Blood"

Um autêntico diário. Música embebida, entornada e enrolada em melodias que despertam a maior das emoções e sensações, numa roda-viva que brota vivências por todos os lados.

É assim com Bed Legs. Na verdade, não há meio-termo. Sempre no limite da navalha, do rasganço, perfilam-se na dianteira do mundano, do profano, e não rejeitam atirar-se para um precipício melancólico, se assim tiver de ser.

Assim se cozem algumas das linhas deste diário musical da banda composta por Fernando Fernandes (voz), Tiago Calçada (guitarra), Hélder Azevedo (baixo), David Costa (Bateria) e Leandro Araújo (teclas). O intenso cheiro a rock ‘n’ roll, deveras vivido e desejado, viaja de braço dado com essências sonoras de outras épocas, tudo majestosamente pincelado e abençoado pela orla do rhythm and blues.


Neste “Bed Legs” ouvem-se melodias de chamamento à liberdade individual; revelam-se riffs da melhor classe stoner; há apelos à dança desenfreada; contam-se histórias de resiliência e de resistência; pede-se ajuda à alma gémea ou uma entidade superior; há uma vontade intrínseca de estradear, dobrar e desordenar. É viver e desejar ser vivido; é desejar e viver desejado.

Gravado na Mobydick Records, com o apoio do GNRation, por Budda Guedes e masterizado por Frederico Cristiano “Fred”, neste registo espontâneo abundam a soltura dos teclados e do baixo, a riqueza dos ecos das guitarras e da bateria multi-ritualista; a revelação fica totalmente completa através da letra e voz, num delicioso frenesim que inebria o mais puro dos seres.



O primeiro single "Spillin' Blood", primeira faixa do disco e também a primeira a ser composta para este álbum, tem videoclip realizado, editado e co-produzido por João Martins (aka MOCA), artista plástico de eleição da banda, com quem já colaboram desde o primeiro EP no artwork, capas, símbolos, letterings, etc. É um tema que começa com um som eléctrico, ritmado e em loop constante que, musicalmente, afirma uma nova estética sonora com a introdução do novo membro, Leandro Araújo nos teclados, que já tinha participado num tema do EP e em 2 de “Black Bottle” e agora é parte integrante da banda. Os Bed Legs são agora um quinteto.
[Comunicado de imprensa]