Os Bed Legs estreiam o segundo videoclipe do seu último álbum homónimo. “Back on Track” foi o tema escolhido para ilustrar a nova fase sonora que a banda de rock bracarense atravessa. Um rythm and blues quente, envolvente e progressivo que relata a fase de reabilitação que o personagem da letra nos narra.
Os Bed Legs escolheram Tiago da Cunha e Pedro Gonçalves, videógrafos da nova vaga nortenha, para realizar o seu novo videoclip. Os realizadores entregam-nos em mão uma visão jovial, fresca, ousada, porém negra, fantasiosa, simbólica e com toques de psicadelismo acerca do imaginário do tema.
No final deste mês, 30 de Abril, tocam em casa no local de espectáculos mais antigo e emblemático da cidade de Braga, Theatro Circo. Dia 31 de Maio tocam no ARTiManha em Vila Pouca de Aguiar. Para o verão, foram anunciados num dos mais belos festivais nacionais, dia 14 de Agosto no Festival Paredes de Coura.
Sombra ou Dúvida, o novo single dos brasileiros Boogarins, já está disponível em todas as plataformas digitais. O tema antecipa o quarto disco de estúdio do quarteto brasileiro, "Sombrou Dúvida", a ser lançado em maio, via OAR.
Construído entre a casa e estúdio, à margem das tours europeias e americanas, Sombrou Dúvida volta a ser uma viagem pela nostalgia psicadélica dos Boogarins. Começa assim no título, um jogo de palavras que nos atira para uma escolha entre a sombra da zona de conforto ou a incerteza que alimenta os instintos. Continua na música e na vontade de de registar, em disco, a energia que a banda constrói ao vivo. Resulta num disco que, a reboque das capacidades líricas e vocais de Dinho, tem vontade de explorar as potencialidades de um estúdio profissional (como já os vimos em Manual, álbum nomeado para os Grammys Latinos), sem que, com isso, se percam os elementos electrónicos de produção caseira, marca de honra de Lá Vem a Morte.
Depois do consagrado álbum de estreia, We Will Reign, os americanos The Last Internationale preparam-se para apresentar o seu segundo disco de originais, Soul on Fire, a ser editado em data a anunciar em fevereiro de 2019. O segundo single de apresentação deste disco, depois do tema "Hard Times" é lançado em todas as plataformas digitais muito em breve e tem o mesmo nome do álbum, "Soul on Fire".
O aguardado segundo álbum da banda, Soul On Fire, é lançado em fevereiro de 2019. Foi produzido nos Estúdios Sá de Bandeira em Portugal. Na bateria conta com Joey Castillo (Queens of the Stone Age). O primeiro single internacional do álbum, "Hard Times", alcançou o primeiro lugar nas paradas de blues do iTunes no Reino Unido e alcançou o top 20 em muitos países diferentes ao redor do mundo.
Soul on Fire, o novo disco dos The Last Internationale, serve também como mote para uma digressão nacional da banda por clubes e salas com várias datas ainda por anunciar mas com concertos já confirmados para cidades como: Lisboa, Aveiro, Leiria, Coimbra e Porto, entre outras.
A "Little Mouse" é o segundo teledisco deste primeiro EP de Grand Sun e marca também o fim da Tour de apresentação do mesmo que viajou pelo país em cidades como Lisboa, Porto, Aveiro, Freamunde, Coimbra e Torres Vedras. Fazem-se mostrar ao vivo já com um alinhamento de ideias e maneiras a atirar para o novo ano enquanto relembram o EP e acompanham bandas estrangeiras como os Triptides e The Bongo Club.
No intervalo dos concertos gravam este teledisco num cenário singular, imaginado e realizado por Luís Judícibus, Afonso Vieira, Leonor Basílio e Carolina Ferreira / Departamento de Cinema e Artes dos Media, da ULHT. Mas é mais que um mero teledisco. Nele vemos presente a instalação (que nos remete para a capa do disco pensada pela artista MURTA) e a destruição da mesma fruto deste fecho de ciclo. Avizinha-se um 2019 com novo disco e vários singles - algumas das canções novas que vêm cantando ao vivo, já tão diferentes deste universo de pessoas plásticas.
[Comunicado de imprensa]
Datas 2019
22.02.2019 - Portalegre - Quina das Beatas (c/ Hickeys)
Nas vésperas de tocarem no Super Bock em Stock, os Birds Are Indie revelam o novo vídeo do seu disco Local Affairs. Realizado por Silvana Torricella, "Close, but no cigar" fala-nos do choque de personalidades que surge entre pessoas que optam por tomar decisões e as que preferem deixar que o tempo as vá tomando.
Para captar o espírito deste tema, Ricardo Jerónimo, Joana Corker e Henrique Toscano fecharam-se durante um fim-de-semana numa antiga casa nos arredores de Coimbra e foram-se preenchendo com as memórias que esta lhes parecia ir contando. O resultado final conjuga diversas sequências, umas mais planeadas, outras mais intuitivas, reflectindo a lógica da letra.
Depois de “Come into the water” e “Messing with your mind”, este é o terceiro single do álbum Local Affairs, gravado nos estúdios Blue House, e editado pela conimbricense Lux Records.
Entretanto, os Birds Are Indie continuam a preencher a agenda de concertos. Nos próximos meses continuarão a andar de norte a sul do país e, como é habitual, também por Espanha.
Agenda
23 Novembro 2018 – LISBOA – Super Bock em Stock
14 Dezembro 2018 – FIGUEIRA DA FOZ – Centro de Artes e Espectáculos
19 Janeiro 2019 – COIMBRA – Teatro Académico de Gil Vicente
Ainda sem data de lançamento previsto, este "Outro Final Qualquer" faz do álbum de estreia dos Cassete Pirata um dos discos nacionais mais aguardados. A banda de Pir (voz e guitarra), Margarida Campelo (voz e teclado), Joana Espadinha (voz e teclado), António Quintino (baixo) e João Pinheiro (bateria) é um dos nomes confirmados para o Super Bock em Stock.
Temos boas notícias e óptimas notícias. Samuel Úria está de volta e tem canções novas! E são óptimas.
Podíamos dizer que Samuel está igual a si próprio ou cada vez melhor, como o vinho do Porto. Podíamos traçar-lhe o retrato tipo teimoso cantautor militante do panque roque neo-retro-redneck de patilhas. Rasurador de folclore rasteiro, melodias improváveis, hinos que inundam corações e canções que deixam românticos a transbordar, e a transpirar. É tudo verdade, mas o melhor é ouvi-lo e apreciar. E fá-lo-ão com apreço, decerto. Até porque é o próprio que confessa “o que eu sou nem sei mas sei”. Ora nem mais!
Podíamos dizer que há por aqui carradas de intertextualidade, citações em barda (coisa natural a um bardo!), que as letras são incríveis e por vezes até rimam, que nos inspiram e dão que pensar, que nos fazem sorrir e rir, espicaçam a curiosidade e convidam-nos a pesquisar, a consultar o dicionário e a googlar, tanto interpelam como arrepiam.
Ficam todas na memória e algumas para a História. Vão ser citadas e estampadas em t-shirts ou usadas como comentário, remoque, dichote. Muitas serão plagiadas, adulteradas, recauchutadas, mas já se sabe que toda a obra carrega a assinatura e o ADN do seu criador, e o resto “é crise, é carma, é o desterro, é tudo a apostatar”.
As óptimas notícias, não nos esquecemos. É que são 4 as canções novas, num mini-álbum, dedicado a quem vê o mundo meio-cheio, intitulado MARCHA ATROZ, porque para a frente é que se faz caminho.
E ainda melhor, temos finalmente em vinil, os três discos anteriores (e um é duplo). “Nem Lhe Tocava”, “O Grande Medo do Pequeno Mundo” e “Carga de Ombro” em vinil chegaram hoje às lojas.
Incluem temas extra – “Chamar a música”, a eloquente canção que Rosa Lobato de Faria e João Carlos Oliveira compuseram para Sara Tavares, ganha nova vida; ou “Vital e sua moto”, uma versão de um dos primeiros temas do grupo brasileiro Paralamas do Sucesso que Samuel criou para o álbum "Caleidoscópio - Um Tributo Ibero-Americano aos Paralamas do Sucesso" - e novas vozes que se juntam agora à de Samuel Úria – Márcia, numa versão ao vivo de “Eu Seguro”; e a de Manuela Azevedo em “Carga de Ombro”, uma versão do tema homónimo do álbum de 2016 e que chega agora ao formato físico depois de ter sido divulgada no formato digital há um ano.
O mini-álbum está já disponível para escuta no maravilhoso novo mundo que é o digital, e será oferecido em formato CD na compra de qualquer um dos vinis.
E porque o tempo é de comemoração, Samuel Úria convidou Joana Linda para realizar um videoclipe para cada um dos temas de MARCHA ATROZ, já disponíveis no seu canal de Youtube.
A canção “Maria” fala do tema de infidelidade, um tema tão velho e usado quanto o amor. Fala do peso que temos quando fazemos coisas que não devíamos e os remorsos de acabar uma relação porque achamos que haverá alguém melhor para conhecer.
"Oh Maria, it's all in your head. Give me one more chance even though I'll need ten"
O novo single pertence ao álbum de estreia Hoping Something Anything lançado em 2017 e gravado em Londres ao longo do ano 2016. Esta canção foi reescrita para fazer parte do álbum porque várias pessoas perguntavam pela música ao longo dos anos após ter saído uma primeira versão a solo nos inícios do projecto. Foi talvez a canção mais difícil em termos de direcção e produção no disco.
O vídeo, realizado por Rafael Farias entre a zona de Barão de São João (Lagos) e Lisboa, representa a ideia de solidão e afastamento das pessoas que mais amamos por más decisões.
Time For T foram fundados em Brighton por Tiago Saga, um jovem de herança britânica, libanesa e espanhola que cresceu na Califórnia portuguesa - como o próprio apelida o Algarve. Enquanto estudava Composição Contemporânea na Universidade de Sussex, Inglaterra, Tiago Saga foi criando a sua própria sonoridade assente na world music e folk rock anglo-saxónica com outros músicos que foi conhecendo e com quem foi partilhando as mesmas inspirações: desde Bob Dylan a Ali Farka Toure. Tiago Saga (voz e guitarra), Joshua Taylor (baixo), Martyn Lillyman (bateria), Oliver Weder (teclas) - e outros membros honorários como Andrew Stuart-Buttle (violino), Harry Haynes (guitarra eléctrica) e Louis Pavlo (teclas) - formam os TIME FOR T.
De murmúrios a gritos melódicos, de voz rasgada e de guitarradas dedilhadas por ritmos tropicais, a banda apresenta uma sonoridade única e bem definida capaz de produzir diferentes emoções. Hoping Something Anything é o primeiro longa duração que sucede a três EPs que levaram o grupo a concertos desde Nova Iorque a Berlim, vários festivais nacionais (NOS Alive, MEO Sudoeste, Super Bock Super Rock, etc) e internacionais (Green Man Festival, Secret Garden Party, The Great Escape, etc), airplay na BBC Radio 1 e Antena 3 e ainda um número 1 nos Spotify UK Viral Charts.
Chega às lojas a 16 de novembro a edição em vinil de "Água-Má", o novo disco de Filho da Mãe editado via Lovers & Lollypops no início deste ano. Até lá há vídeo novo para o tema Praia, realizado por Luís Sobreiro e João Diogo Marques, produzido por Pedro Pinheiro. As encomendas para o LP em vinil já podem ser feitas no site da Lovers&Lollypops.
Água-Má é sinónimo de alforreca e os tentáculos do ser marinho talvez sirvam de analogia para o dedilhar na guitarra de Filho da Mãe, ou a transparência da criatura como uma referência aos jeitos límpidos e lúcidos das composições que aqui apresenta. É um álbum que começa na Praia, uma vertiginosa corrida de alguém que foge com todas as certezas, e termina em Casa, onde larga a guitarra e deixa Água-Má repousar num registo de tranquilidade em modo field recordings, ficando a sensação de caminho percorrido e dever cumprido.
A distância entre essa Praia e a Casa é o fulgor de Água-Má. Filho da Mãe ficciona lugares e situações narrados por alguém que sabe impor o seu próprio tempo e história.
Kurt Vile está com concertos marcados para Lisboa e Porto este mês e disco novo nas lojas. Este fabuloso tema/vídeo "Loading Zones" foi o single de apresentação.
"Manto Branco" é o nome do novo single de FLAK. Trata-se do segundo tema de avanço do novo disco, "Cidade Fantástica", que chega às plataformas digitais no dia 19 de Outubro e já nos tinha dado a conhecer o tema Ao Sol da Manhã em finais de Agosto. O disco, produzido por Benjamim e FLAK, terá também edições em CD e Vinil, que chegarão às lojas a 9 de Novembro.
"Manto Branco. Não sei de onde me veio a frase. Manto Branco universo. Across the Universe. Olhar de Falcão. As palavras foram surgindo em simultâneo com a melodia. A segunda estrofe foi escrita mais tarde a partir do nome de uma antiga banda psicadélica brasileira, Perfume Azul do Sol. O vídeo do Vasco Mendes sugere-nos que algo vai acontecer. Por certo nada de bom. Talvez uma premonição. Um sinal dos tempos."
CONVITE: No dia 18 de Outubro poderão ouvir o disco em primeira mão na discoteca Incógnito, que receberá uma listening party do disco & festa de aniversário do FLAK, pertencendo-lhe a curadoria de djs pela noite fora (o próprio FLAK, Bruno Pernadas, Benjamim e Rai são presenças confirmadas). A audição do disco terá início às 23h00m, com abertura de portas às 22h30m. Guestlist: raquellains@letstartafire.com.
Os concertos de lançamento, por sua vez, serão no Teatro Ibérico, nos dias 8 e 9 de Novembro, às 21h30m (evento | bilhetes). Em palco com o FLAK estarão António Vasconcelos Dias, Zé Guilherme Vasconcelos Dias, David Santos, João Pinheiro, bem como um coro especial e outros convidados.
A música «Templo» faz parte do primeiro disco dos AMARTE, «O Baile dos teus Medos», e faz-se acompanhar por um videoclipe. É uma nova aposta da música nacional destinada aos fãs das sonoridades mais pesadas com letras em português.
Os AMARTE têm andado a preparar o seu primeiro álbum e por isso já estão em condições para desvendar a primeira música que fará parte deste registo. «Templo» já está disponível para audição e respetiva visualização do videoclipe nas principais plataformas de streaming.
Para Hélder Santos, vocalista do grupo, «Templo» é uma “reflexão sobre a futilidade em torno do culto do corpo”. Numa frase, o músico explica que “a imagem de uma pessoa conta cada vez mais e a essência cada vez menos. Nesse sentido a música pretende transmitir essa mensagem de crítica social associada a uma sonoridade rock n’ roll sem espinhas”.
AMARTE, musicalmente falando, é uma banda composta por membros que emanam o espírito old school em todos os sentidos possíveis. Todos os músicos já tiveram outros projetos e por isso acumularam experiência nesta indústria, sendo AMARTE a personificação dessa maturidade.
O grupo é constituído por Hélder Santos (Voz), ”Bubu” Rodrigues (guitarra) Alex Silva (guitara), Rui “Nash” (baixo) e Bruno Capelas (bateria).
O segundo álbum de Keep Razors Sharp chega às lojas a 19 de outubro. Durante o verão a banda vai dar a conhecer vários temas novos, ao vivo, para além de "Always And Forever", o primeiro single do disco.
21 de Julho, Festival Super Bock Super Rock, Lisboa
28 de Julho, FicaVouga, Sever do Vouga
18 de Agosto, Festival Paredes de Coura
31 de Agosto/1 de Setembro, Indie Music Fest, Baltar
Anos a dar o peito e sangue à música de guitarras em vidas diferentes, estes quatro capangas juntaram-se para uma jornada importante. O Bráulio, o Afonso, o Rai e o BB são os tipos que acabaram acidentalmente por vir personificar o rock’n’roll. Sim, esse que jamais dará de si enquanto houver gente como eles pronta a dar-lhe o soro necessário. Bons vilões deste nosso rock português, prestes a trazer um irmão mais novo para o disco de estreia de 2014. O álbum que os deixou confortáveis no pedestal de culto das bandas de maior amplificação sónica aqui para os lados da nação. O deserto americano e as caves obscuras no imaginário, as guitarras sonantes, a cadência bruta, o psicadelismo como matriz, tudo parte do universo musical deles parece estar presente neste cartão de visita.
Os nacionais Jesus Or A Gun lançaram recentemente, "Fly High", o seu single de estreia. "Fly HIGH" foi captado, produzido e gravado pelo produtor Budda Guedes nos Estúdios da Mobydick Records.
Formados em 2017, abordam o rock clássico de forma moderna e carregada de sentimento, o quarteto não pretende fazer-nos recuar à Era Dourada deste som, mas antes vincar, com intensidade, o agora.
Mila Dores apresenta o vídeo do seu novo single, "Alice", avanço para um EP a sair ainda este ano, e caminha de volta à intimidade da canção ao piano, instrumento através do qual descobriu a música logo aos cinco anos de idade.
Depois de um percurso académico e profissional construído através do Jazz e da linguagem da música improvisada, a sua canção “Alice” — produzida por Miguel Ferreira, dos Clã — vem assinalar um ponto de viragem na reconquista do que de mais natural e emocional tem a música da Mila.
“Tendo voltado a estudar piano, e tendo passado tanto tempo com ele, descobri uma forma minha de escrever canções, de as interpretar, tudo cingido ao piano e à voz. (…) São histórias escritas a partir de coisas que eu vivi. Para mim escrever uma canção é algo natural.”, explica-nos a cantautora.
Inspirada pela própria vida, a Mila Dores teve numa menina que conheceu durante o seu trabalho como voluntária numa casa de acolhimento e a quem se afeiçoou para sempre, a grande referência para esta canção. “Alice” é o retracto da esperança feito por quem não receia falar do coração, sobre o amor e sobre o medo, ou sobre desamor, que visita outras canções, no desespero mas também no fascínio pela beleza das pequenas coisas.
Para filmar “Alice”, Mila Dores convidou a talentosa Joana Linda que encontrou na diversidade visual do Aquário Vasco da Gama o ambiente certo para ilustrar a narrativa de um videoclip em que se afastou do sentido literal da letra para “usar” a própria Mila Dores como uma mulher que tem na nostalgia o seu grande refúgio emocional. O resultado final é um vídeo de rara beleza visual e sentido artístico.
Será também no formato de voz e piano que Mila Dores estreará este “Alice” em palco, no concerto EA Live a realizar-se no próximo dia 14 de Julho em Évora, no Páteo de São Miguel, em Évora.
Os Guns N’ Roses acabam de revelar o vídeo inédito do tema “It’s So Easy”, uma das várias novidades da reedição do álbum “Appetite for Destruction”, que chega às lojas no dia 29 de junho.
“Faca Cega” é o novo tema de apresentação dos PAUS, do disco “Madeira” editado no início do mês de Abril e que entrou directamente para o #1 do Top Nacional de Vendas. Depois de “L123” e “Madeira” terem sidos os singles escolhidos para a apresentação do álbum ao público, desta vez “Faca Cega” é o tema eleito.
Nas palavras da banda: “Uma faca cega, que não faz distinção. O pão é cortado e dividido por quem tem fome mas não tem apetite para restos. Só é uma celebração se ninguém ficar de fora.
É isto que nos move, é isto que encontrámos na Madeira, é isto que queremos partilhar.
As coisas mudam quando tanto o coração como o estômago estão cheios.
Aceitem e dancem connosco esta Faca Cega".
PAUS continuam a ser Hélio Morais, Makoto Yagyu, Fábio Jevelim e Quim Albergaria.
Um baixo, teclados e uma bateria siamesa ainda são as ferramentas do seu ofício.
“Madeira” é o som da banda a apaixonar-se pelas cores e pelas pessoas que fazem a ilha, gente rodeada a mar, sem condição. “Madeira” são 9 canções e vídeos onde vemos e ouvimos os PAUS sempre em viagem e sempre em casa. Não é só um Disco, é um Videodisco e um Vinil.
A convite de Pedro Azevedo e da família ALESTE, os PAUS foram em Setembro de 2017 filmar e fotografar todo o aspecto visual de um disco que que tinham começado a preparar em Julho desse ano. A perspetiva de aterrar no mais longínquo e maravilhoso subúrbio de Lisboa impregnou, ainda antes de chegarem ao Funchal, a música que então estavam a terminar.
A ideia de uma ilha que flutua e não tem sítio certo na geografia, uma ilha esquecida por um continente e de tão feliz por estar esquecida que se encontra na interceção das Américas, África e Europa, pareceu-lhes naturalmente um retrato preciso do som que estavam a ouvir. Um mapa com fronteiras apagadas, uma ilha que se deixa levar e gosta de quem quer e está sempre à espera do barco é a forma como os PAUS olham para a Madeira e para si próprios, enquanto plataforma criativa. Se soa bem, sabe melhor, então é casa.
PAUS são hoje o que sempre foram, uma banda à procura e “Madeira” é um postal da felicidade que a banda sente na incerteza.
[Comunicado de imprensa]
AGENDA:
12 DE JULHO – NOS ALIVE – PAUS + HOLLY HOOD
10 DE AGOSTO – CARVIÇAIS ROCK – CARVIÇAIS
11 DE AGOSTO – BONS SONS – CEM SOLDOS
“Sunny Side Up” é a primeira amostra do sucessor de “Fool’s Gold” (2015), primeiro longa duração de The Walks.
A banda de Coimbra apresentou-se em 2014 com “R”, o EP de estreia, de onde saíram temas como “Backfire” e “Redefine” (tema incluído na colectânea Novos Talentos FNAC) e “Fool’s Gold” em 2015, listado pela Antena 3 como um dos 30 melhores álbuns nacionais do ano.
Gonçalo Carvalheiro, John Silva, Miguel Martins, Nelson Matias e Tiago Vaz, regressam agora aos discos com a edição de um novo trabalho, ainda sem título.
A antever pelo single de avanço, o disco revela uma nova identidade sonora da banda. Em “Sunny Side Up” ritmos ondulantes e dançáveis com uma forte presença de elementos de percussão, guitarras coloridas e uma voz hipnótica servem de pano de fundo a uma mensagem irónica entre a utopia individual e a realidade. O vídeo que acompanha o single tem produção e realização do colectivo criativo Flaming Acid.
Com edição marcada para Setembro de 2018 a cargo da Lux Records, o álbum foi gravado e produzido nos BlackSheep Studios.