O cantor, compositor e multi-instrumentista australiano Xavier Rudd trouxe a sua "Storm Boy Tour" a Portugal. O The Music Spot registou a sua passagem por Lisboa pela lente de Luís Flôres.
16 de outubro de 2018
15 de outubro de 2018
FLAK apresenta 2.º tema/vídeo de avanço de "Cidade Fantástica"
"Manto Branco" é o nome do novo single de FLAK. Trata-se do segundo tema de avanço do novo disco, "Cidade Fantástica", que chega às plataformas digitais no dia 19 de Outubro e já nos tinha dado a conhecer o tema Ao Sol da Manhã em finais de Agosto. O disco, produzido por Benjamim e FLAK, terá também edições em CD e Vinil, que chegarão às lojas a 9 de Novembro.
"Manto Branco. Não sei de onde me veio a frase. Manto Branco universo. Across the Universe. Olhar de Falcão. As palavras foram surgindo em simultâneo com a melodia. A segunda estrofe foi escrita mais tarde a partir do nome de uma antiga banda psicadélica brasileira, Perfume Azul do Sol. O vídeo do Vasco Mendes sugere-nos que algo vai acontecer. Por certo nada de bom. Talvez uma premonição. Um sinal dos tempos."
CONVITE: No dia 18 de Outubro poderão ouvir o disco em primeira mão na discoteca Incógnito, que receberá uma listening party do disco & festa de aniversário do FLAK, pertencendo-lhe a curadoria de djs pela noite fora (o próprio FLAK, Bruno Pernadas, Benjamim e Rai são presenças confirmadas). A audição do disco terá início às 23h00m, com abertura de portas às 22h30m. Guestlist: raquellains@letstartafire.com.
Os concertos de lançamento, por sua vez, serão no Teatro Ibérico, nos dias 8 e 9 de Novembro, às 21h30m (evento | bilhetes). Em palco com o FLAK estarão António Vasconcelos Dias, Zé Guilherme Vasconcelos Dias, David Santos, João Pinheiro, bem como um coro especial e outros convidados.
[Comunicado de imprensa]
[Comunicado de imprensa]
12 de outubro de 2018
"Chapels" é o novo disco de Old Jerusalem
“Chapels”, o 7.º álbum de Old Jerusalem, é uma colecção de canções imediatas e sem adornos. O que se ouve é praticamente a primeira fixação gravada de cada um dos 10 temas que compõem o disco, em interpretações ainda intimamente associadas ao processo da sua escrita e deixando a nu os alinhavos de arranjos e as primeiras sugestões de caminhos melódicos e harmónicos. Pretendeu-se que cada canção veiculasse assim o seu primeiro ímpeto criativo e a urgência da sua comunicação.
Ante a impraticabilidade de construir "catedrais", escolhemos com este disco erigir e apresentar canções que são como "capelas" - coisas modestas e imperfeitas, mas construídas para a interioridade, evocando, reflectindo e celebrando as grandes fragilidades e pequenas alegrias – e bem assim as pequenas fragilidades e grandes alegrias – de que todos comungamos por sermos pessoas que hoje vivem.
“Black pool of water and sky”, a canção que serve de cartão de visita para o álbum, é disto um exemplo: uma canção simples e quotidiana que encontra o seu significado na citação de uma outra que afirma que “nada significa nada”; e uma canção que evoca a verdade eterna que todos reconhecemos de que tudo é passageiro. O videoclip é realizado por André Tentúgal.
“Chapels” é uma edição de autor que chega às lojas hoje, dia 12 de outubro, com distribuição pela Sony Music.
Old Jerusalem iniciou actividade em meados de 2001, tendo gravado um registo de apresentação em Dezembro desse ano em conjunto com os Alla Polacca (a demo Old & Alla). Em Janeiro de 2003 lançou o álbum de estreia, “April”, produzido por Paulo Miranda e editado pela Bor Land e tem desde aí mantido actividade regular, entre concertos, edição de novos registos e colaborações com outros artistas.
[Comunicado de imprensa]
8 de outubro de 2018
Reedição do 1.º disco dos ZEN, 20 anos depois de ser lançado
“The Privilege of Making the Wrong Choice” - esgotado há muitos anos – vai ser reeditado dia 28 de dezembro nos formatos CD e vinil (pela primeira vez) pela Rastilho Records, numa celebração dos 20 anos da edição deste trabalho dos ZEN.
Os ZEN surgiram no Porto em 1996, resultando da junção de Rui Silva e Miguel Barros, dos extintos No Creative Solution, André Hollanda e Jorge Coelho, ex-guitarrista dos Cosmic City Blues.
Os ZEN tocaram no 4.º Festival de Paredes de Coura com apenas 14 dias de existência. Depois de uma série de concertos um pouco por todo o País, gravaram o EP «Zen» em 1997 que serviria como um cartão de apresentação para o público e para a rádio.
Os ZEN participam em vários festivais, ao lado de bandas como os Rage Against the Machine, L7,Rollins Band, etc . Em 1998, gravam o seu primeiro álbum, “The Privilege of Making the Wrong Choice” - gravado em Vigo nos estúdios Areamaster em Abril de 1998 e masterizado por Andy VanDette em Nova Iorque nesse mesmo ano – que foi bem recebido pelo público e pela imprensa em geral, afirmando os ZENcomo uma banda de culto, com uma considerável legião de fãs.
No ano em que comemora 20 anos, “The Privilege of Making the Wrong Choice” é um clássico da música portuguesa dos anos 90.
Nas palavras de Pedro Vindeirinho da Rastilho Records : “É mais uma bonita página da nossa história de duas décadas. Os ZEN formaram-se no ano em que a Rastilho deu os primeiros passos. Lembro-me de ouvir este disco e ficar fascinado com a funky guitar do Jorge Coelho (que gravou uns anos antes o “Sugar Mountain” com os lendários Cosmic City Blues), aquele baixo (oh meu deus, que baixo!) do Miguel Barros, a fantástica bateria com escola jazz do André Hollanda, a voz, aquela voz, do Rui Silva. Tudo perfeito, tudo no lugar certo. “
Esta reedição estará à venda em rastilho.com e rastilhorecords.com. Nas lojas a partir de 28 de dezembro.
[Comunicado de imprensa]
6 de outubro de 2018
Greta Van Fleet revelam mais uma música do novo álbum
"Anthem" é já a quarta canção retirada de "Anthem of a Peaceful Army", o muito aguardado primeiro longa-duração dos norte americanos Greta Van Fleet. O disco tem lançamento para 19 de outubro.
5 de outubro de 2018
Salto: novo single e teledisco "Teorias"
Os Salto apresentam "Teorias", o novo single acompanhado por um teledisco realizado por Pedro Jarnac Freitas e que antecipa o lançamento do 3.º disco.
Depois do lançamento de "Rio Seco" a banda do Porto apresenta o seu segundo single, "Teorias", retirado do novo álbum de originais, que ganha agora título e data de lançamento:"Férias em Família", editado a 26 de outubro.
O vídeo, protagonizado por Rita Abreu, é um plano sequência que dura mais de 4 minutos e que acompanha a dança da bailarina ao som do tema "Teorias". Nos seus movimentos despreocupados e soltos, deambula por uma paisagem vazia, quase distópica, à medida que o tema se desenvolve e narra "dois versos sobre um mundo melhor".
Sobre o novo disco, "Férias em Família" é um diário de sonhos, escrito por quem ainda sonha mesmo depois de acordar. Após terem apresentado o primeiro e segundo single, fica claro que Luís Montenegro, Gui Tomé Ribeiro, Tito Romão e Filipe Louro estão prontos para explorar o seu lado mais introspectivo. Uma maturidade que surge àqueles que deixam de ter pressa de crescer e, com isso, mostram o quanto cresceram.
No dia 26 de outubro, os Salto desvendam as restantes sete faixas do novo álbum.
[Comunicado de imprensa]
Cascais Rock Fest 2019
Nos dias 25 e 26 de janeiro de 2019 o Salão Preto e Prata recebe a segunda edição do Cascais Rock Fest. O Casino Estoril será novamente o palco de mais duas noites eletrizantes de puro rock, com as míticas bandas D-A-D, Gene Loves Jezebel with Jay Aston, Stage Dolls, Hardline, FM official e Alcoolémia.
Bilhetes à venda na Ticketline Portugal e locais habituais.
Indiegente Live 2018
"Começámos por revelar os intervenientes no Indiegente Live, depois levantámos um pouco o véu sobre o que se vai passar na noite de 13 de Outubro no LAV - Lisboa ao Vivo e agora está, então, na altura de revelar tudo... tudo não, quase tudo porque existe sempre algum espaço para improvisação, ou não fosse esta uma celebração da vida e da música! Convido-vos a juntarem-se, mais uma vez, a este lote de artistas talentosos!
O início da festa fica a cargo do projecto Saturnia do ex-Blasted Mechanism Luís Simões, um mantra psicadélico que se vai encontrar, em certo ponto, com a viola braguesa explorada pel' O Gajo. Este não é um Gajo qualquer, é mesmo O Gajo.
A Surma, que é uma das caçulas do Indiegente Live, vai misturar a sua sensibilidade com a das Señoritas que se vão apresentar, pela primeira vez, com um baterista, o Nuno Carromeu (Fast Eddie Nelson/ Benguela Blues Connection) e numa das canções com o Tó Trips.
Mr. Gallini é um artista de vários recursos, membro dos Stone Dead, aqui com as canções que escreve e executa, normalmente, a solo e que conta nesta noite com o Fast Eddie Nelson como convidado, que depois irá manter-se em palco, tendo como convidados Adolfo Luxúria Canibal, We Bless This Mess, Sam Alone e Frankie Chavez, que irá apresentar-se, por sua vez, em formato one man band. Dia 13 de Outubro será uma boa noite para ouvir o tema "My Religion" com as vozes que estão no álbum "Double or Nothing", já que está na casa Sam Alone que usa a sua guitarra como uma arma da classe operária e canta histórias cheias de personagens ricas e vidas reais. A esta altura da noite, vamos podemos contar com mais uma aparição do homem da cartola, Tó Trips.
A vida não só festinhas e por isso convidei o Scúru Fitchádu que já sabemos que não faz prisioneiros em palco e que as sua actuações são sempre uma descarga de energia provocada pela colisão entre o Funaná e o Punk. Nesta noite, o patamar vai ser mais elevado já que na bateria vai estar Mr. Gallini a quem se juntam os Crise Total representados aqui por Manolo e Ratos.
Quase em fim de festa, os The Poppers apresentam algumas canções do disco "Lucifer" e contam com a participação de Mazgani e de Sean Riley, que também tem o seu momento para apresentar temas do disco "California".
Está feito o convite para se juntarem à festa e a alguns dos muitos músicos que conheci e com quem desenvolvi laços de amizade e de admiração artística, em duas décadas de Indiegente. Vai ser um espectáculo único, irrepetível, seguramente! Estão todos convidados!"
Nuno Calado
Kurt Vile atua em Lisboa e Porto este mês
Kurt Vile and The Violators regressam a Portugal para actuar na sala Lisboa ao Vivo, dia 25 de Outubro e no Hard Club, no Porto, dia 26 do mesmo mês.
Kurt Vile vem apresentar "Bottle It In", a lnaçar a 12 de outubro. "One Trick Ponies" é o novíssimo single.
LAV: www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/61946-kurt_vile_the_violators_lisboa-lisboa_ao_vivo/
Hard Club: www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/61947-kurt_vile_the_violators_porto-hard_club_centro_de_animacao_cultural/
4 de outubro de 2018
O MagaFest 2018 ▲▼◆ está aí!
Nesta quarta edição, o MagaFest volta à Casa Independente para um dia de festa que será um pouco diferente das edições anteriores. Quatro concertos que têm como ponto de partida o foco nos três compositores e nos seus diversos projectos que se entrecruzam.
Por um dia, as MagaSessions transformam-se em MagaFest! É assim que se celebram as MagaSessions, sessões musicais que acontecem no Saldanha desde 2012, na casa de Inês Magalhães. Um espaço invulgar de concertos únicos e íntimos onde se divulgam e promovem músicos já estabelecidos no panorama musical português, bem como novos talentos que fazem a sua estreia na casa, por onde já passaram uma variedade de autores ao longo destes 6 anos apresentando aos convidados as mais diversas experimentações sonoras.
Norberto Lobo apresenta o seu mais recente álbum, “Estrela”, fruto da residência que fez em 2017 na Galeria Zé dos Bois, com Marco Franco, Ricardo Jacinto e Jaw Tembe. Com um grupo de músicos que facilitam a visita a outras paisagens e tomando como centro a sua guitarra, “Estrela” é uma exaltação fresca e misteriosa da música pelo seu instrumento de eleição.
Bruno Pernadas, acompanhado por António Quintino, Diogo Duque, Luís Candeias e Francisco Andrade, acontece no MagaFest com “Worst Summer Ever”, que aborda diversos estilos tais como música improvisada, jazz, rock e música erudita. Na conjunção destes estilos procura aquilo que se assume como identitário de cada um, combinando as diferentes linguagens harmónicas, rítmicas e texturais.
Marco Franco, auto-didacta das teclas e um nome familiar no imaginário pop português, apresenta “Mudra” o seu novo álbum, ao piano, que existe numa tensão minimalista com um universo colorido de notas. Com passagens por projectos como Mikado Lab, Peste e Sida e colaborações com Dead Combo, Carlos Bica e Memória de Peixe, Marco Franco apresenta-se sozinho ao piano.
O grand finale que dá o mote ao MagaFest é o concerto de Montanhas Azuis, onde os três compositores se juntam num projecto que é uma das grandes surpresas de 2018. Rodeados de sintetizadores, piano e guitarra, os músicos fazem nascer um mundo tropical que desliza pela eletrónica dos seus universos pessoais.
Dia 6 de outubro, das 18h às 02h, quatro concertos juntam três grandes nomes da música nacional, que agora se encontram e se misturam nos projectos de cada um.
Por tudo isto, desde 2012, o MAGAFEST é casa!
Os bilhetes custam 15€ e estão à venda na Ticketline e nas MagaSessions.
[Comunicado de imprensa]
3 de outubro de 2018
Vencedores do Passatempo Festival Bardoada & AJCOI 2018
Já são conhecidos os vencedores do passatempo Festival Bardoada & AJCOI 2018:
Sofia Milheirão
Joana Baptista
Tiago Brandão
Parabéns! Cada um ganhou um passe para o festival.
Obrigado a todos os participantes!
Evento no Facebook:
26 de setembro de 2018
Status Quo atuam em Lisboa este sábado
Com uma carreira de mais de 50 anos a história dos Status Quo é a história do Rock. Com a edição dos álbuns “Pictures of Matchstick Men” e “Ice in the sun” conhecem o sucesso nos Estados Unidos com 10 singles a alcançarem o Top 40.
Os Status Quo, nos anos 70 rapidamente se tornaram uma das bandas de primeira linha no Reino Unido, reunindo uma vasta legião de fãs em grande parte devido às suas intensas apresentações ao vivo, sendo uma das bandas que mais êxitos musicais obtiveram na história do rock n’ roll.
Entram no Guinness Book of Records, com a realização de 4 concertos em apenas 11 horas e 11 minutos, no evento "Rock `Til You Drop" no Sheffiel Arena, Glasgow SE & CC, Birmingham NEC e na Wembley Arena.
O som puro das guitarras, que sempre estiveram presentes nos grandes êxitos e marcaram a música rock, é comprovado nos 43 álbuns gravados (27 de estúdio, 11 compilações e 5 ao vivo), nos mais de 6.000 concertos e nos mais de 118 milhões de cópias vendidas em todo o mundo. A sonoridade única e característica em êxitos como: “Rockin' All Over The World”, “Whatever You Want”, “In The Army Now” ou “Mony Mony” são apenas algumas das músicas que vão ouvir-se dia 29 de Setembro no Campo Pequeno em Lisboa.
Atualmente a banda é composta por Francis Rossi (guitarra e voz), Andy Bown (teclado), John "Rhino" Edwards (baixo) e Leon Cave (bateria).
29 de Setembro, é a noite em que uma das maiores bandas de rock do mundo atua em Lisboa, num regresso a Portugal esperado há mais de 30 anos.
[Comunicado de imprensa]
[Comunicado de imprensa]
Budda Power Blues revelam vídeo para "Emigrant Song"
O vídeo de Budda Power Blues do mês de setembro é do tema "Emigrant Song" tocado ao vivo e desta vez também com uma convidada especial: Rita Sampaio dos GrandFather’s House. Todas as quintas-feiras sai um video novo e na primeira de cada mês sai uma música de Budda Power Blues, tocada e gravada ao vivo.
Mark Knopfler regressa com novo álbum: “Down The Road Wherever”
Mark Knopfler vai lançar o seu nono álbum de estúdio a solo a 16 de novembro. Intitulado “Down The Road Wherever”, o disco conta com 14 canções inspiradas por vários assuntos, incluindo a fase inicial de carreira com os Dire Straits em Deptford, passando por um fã de futebol perdido numa cidade estranha, ou à compulsão de um músico em chegar à sua casa no meio da neve. Mark tem um olho de poeta na forma de contar detalhes que dão às canções a sua própria psicogeografia – “where the Delta meets the Tyne”, como o próprio descreve – sendo que o seu tom de voz caloroso e a sua destreza na guitarra se mantêm tão entusiasmantes quanto sempre.
Knopfler juntou o mesmo grupo de grandes músicos com quem trabalhou nos últimos anos (com uma ou duas novas caras). Como é seu apanágio, o músico encoraja-os a dar o seu cunho pessoal na música, sem nunca interferirem com a essência das canções.
“Down The Road Wherever” foi produzido por Knopfler e Guy Fletcher e foi gravado nos British Grove Studios, em Londres. A banda conta com Mark Knopfler na guitarra, Jim Cox e Guy Fletcher nos teclados, Nigel Hitchcock no saxofone e tom Walsh no trompete, John McCusker no violino, Mike McGoldrick na flauta, Glenn Worf no baixo, Ian ‘Ianto’ Thomas na bateria e Danny Cummings nas percussões. Richard Bennett e Robbie McIntosh também tocam guitarra e Trevor Mires toca trombone. Imelda May, Kris Drever, Lance Ellington, Beverley Skeete e Katie Kissoon cantam nos coros. Todas as canções foram compostas por Mark Knopfler, exceto “Just A Boy Away From Home”, na qual partilha os créditos com Rodgers & Hammerstein, uma vez que a canção usa uma parte de “You’ll Never Walk Alone” para contar a história de um adepto solitário do Liverpool a vaguear pelas ruas desertas de Newcastle depois da meia-noite.
Mark Knopfler lançou oito álbuns a solo, gravou “Neck And Neck” com o mestre da guitarra Chet Atkins, e colaborou com Emmylou Harris em “All the Roadrunning”. Já compôs bandas sonoras para “Local Hero” e “The Princess Bride”. Além de produzir os seus próprios discos, Knopfler também já produziu álbuns para Bob Dylan e Randy Newman, entre outros. Knopfler foi condecorado em 1999 com a Mui Excelentíssima Ordem do Império Britânico e em 2012 recebeu o prestigiado Prémio Carreira nos Ivor Novellos.
“Down The Road Wherever” estará disponível para download, em CD, duplo vinil (com um tema bónus), CD deluxe com dois temas bónus, e numa caixa especial que inclui o álbum em vinil e em CD (edição deluxe) e um EP em vinil de 12” com 4 temas bónus, um cartaz com o artwork e uma pauta para guitarra de uma das canções.
"Good On You Son" é o single de apresentação.
[Comunicado de imprensa]
25 de setembro de 2018
"The Plastic People of the Universe" é álbum de estreia dos Grand Sun
Após lançarem um single pela Xita Records (Apolo, 2016), os Grand Sun partilham palcos e copos com os amigos novos e os de sempre. É no festival Indieota que decidem começar a compor o seu primeiro registo.
Já em 2017, no interlúdio dos concertos e ensaios, mostram-se no programa E2 (RTP2) em processo de composição do disco 'The Plastic People of the Universe', captado e produzido no Blacksheep Studios pelo Guilherme Gonçalves e pelo Bruno Plattier. E deste disco saem malhas que nos falam de personagens peculiares. Todos somos retratados, de certa forma. É um reflexo, claro, não só desses meses anteriores, mas também dessas amizades, dos desamores, da contemplação, dos concertos que partilhámos e da consequente boémia.
O mantra colorido da 'Flowers' a meio do disco une o seu inicio - 'Go Home' e 'Little Mouse' são swings de fita magnética - e o seu final - 'The Clown' e 'Round and Round' são passeios por esse mesmo jardim contemplativo, onde nada mais interessa senão observar e cantar o que os rodeia.
Em fase de criação de Grand Sun, a 'Go Home' surge de um improviso instrumental de estúdio. O mote "I Just Wanna Go Home" num conjunto profuso de vozes e ecos a-la Beach Boys meets Phil Spector, é repetido vezes sem conta até perceberem que não querem realmente sair dali. Apenas uma estória sobre alguém que vive a correr em direção ao desconhecido. Quando chegam ao Blacksheep Studios para a gravar, percebem que com um coro de amigos a bater palmas e a cantar em plenos pulmões que não há outro caminho. Por todas estas razões, esta é a primeira música de apresentação de 'The Plastic People of the Universe'.O teledisco realizado por Tomás Barão da Cunha (Waves of Youth) é gravado no Vimeiro, em Torres Vedras, onde toda a envolvente natural acaba por contribuir para o surgimento destas quatro personagens e respectivos alter egos, que interagem entre si e connosco. Rapidamente se torna numa personal-favourite de quem, já no final dos concertos, a canta de pulmões cheios quer seja por querer fugir de tudo, por querer ficar no mesmo sítio a contemplar-se ou meramente por ser uma feliz canção.
Dois anos volvidos e depois de uma temporada dividida entre a constante viagem e as atuações na Galeria Zé dos Bois, Music Box, Sabotage ou Lx Factory, os Grand Sun preparam-se para lançar este primeiro disco, reflexo de tudo que o que se passou entretanto.
O que mudou? Quase tudo, mas neste momento, que a boémia continue e "Realise, realise, realise".
'The Plastic People of the Universe' chega às lojas no dia 28 de setembro.
[Comunicado de imprensa]
[Comunicado de imprensa]
16 de setembro de 2018
15 de setembro de 2018
Keep Razors Sharp apresentam novo disco no Jameson Urban Routes
A terceira sessão do Jameson Urban Routes 2018 junta duas referências da psicadelia lusófona: Keep Razors Sharp e Boogarins são as mais recentes confirmações do festival do Musicbox e actuam no dia 25 de Outubro. Os bilhetes para esta sessão têm um custo de 15€ e já se encontram à venda em bol.pt e nos locais habituais.

Keep Razors Sharp apresentam o seu novo disco no festival. A super banda portuguesa que junta Afonso (Sean Riley & The Slowriders), Rai (The Poppers), Bráulio (ex-Capitão Fantasma) e Bibi (Pernas de Alicate) prepara-se para lançar o seu segundo álbum no dia 19 de Outubro.
Neste novo disco, como o single Always and Forever antecipa, Keep Razors Sharp mantêm a característica sonoridade psicadélica e as guitarras sonantes a que o álbum de estreia Keep Razors Sharp (2014) nos habituou.

A Keep Razors Sharp juntam-se os Boogarins. A banda de Goiânia formada por Benke e Dinho já é bem conhecida do público nacional. O pop psicadélico de Boogarins tem vindo a reinventar a música popular brasileira desde Plantas Que Curam (2013), disco que os tornou conhecidos mundialmente.
No passado dia 31 de Agosto lançaram a versão deluxe do EP Lá Vem A Morte (2017) que inclui três faixas bónus. Agora, estão de volta a Portugal numa tour europeia onde serão dados a conhecer temas do seu próximo disco.
Keep Razors Sharp e Boogarins juntam-se aos já anunciados Damien Jurado e Sean Riley (23 de Outubro), Mão Morta e Author & Punisher (24 de Outubro), Ata Kak (26 de Outubro), Iceage, Brodinski, Mike El Nite (dj set) e Darksunn (27 de Outubro).
Mais informações sobre a programação e bilhetes disponíveis em jamesonurbanroutes.com.
[Comunicado de imprensa]
11 de setembro de 2018
Huggs editam EP de estreia a 21 de setembro
Simultaneamente inspirados pela energia crua e indisciplinada do panorama underground britânico e pelas baladas românticas típicas dos anos 50 e 60, os Huggs nascem do contraste entre as melodias contagiantes do Duarte Queiroz na guitarra e voz e a irreverência punk e bateria pesada do Jantonio, quando os dois se conhecem por acaso num projecto de faculdade.
Ao vivo, apresentam-se como um power trio, contando para isso com a ajuda do Guilherme Correia (Ditch Days) que, depois de assistir a um ensaio, não só se encarregou do baixo como ajudou a produzir e completar as primeiras canções da banda. Desta forma, os Huggs imediatamente nos transportam para uma atmosfera tão suja, fria e insensível - impossível não lembrar a tão aclamada série Shameless - quanto quente e apaixonante.
Com o lançamento do seu primeiro single, “Take My Hand”, editado em abril pelo Cão da Garagem, os Huggs apresentaram-se ao público e deram início a uma ronda de concertos que os levou a pisar palcos como o Indie Music Fest, o Gliding Barnacles, os Maus Hábitos e o Sabotage Club.
Depois de “Take My Hand”, chega-nos agora “Cocaine”. O segundo single da banda é mais rápido, cru e directo ao assunto e mostra-nos uma outra face da banda, mais distorcida e ansiosa por fazer barulho, com videoclip realizado pelo Manuel Casanova.
Dia 21 de setembro, chega finalmente a altura da banda editar o seu primeiro trabalho de estúdio. ‘Did I Cut These Too Short?’ é o nome do EP de estreia dos lisboetas, gravado no verão de 2017 pelo Gonçalo Formiga (Cave Story) no seu estúdio nas Caldas da Rainha. ‘Did I Cut These Too Short?’ é uma edição Cão da Garagem e faz dos Huggs uma das mais promissoras bandas portuguesas de garage rock e indie da actualidade.
[Comunicado de imprensa]
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