O regresso de Tape Junk às edições discográficas está agendado para março de 2019 em formato cassete e em todas as plataformas digitais. Os nove temas do álbum foram gravados e misturados em casa por João Correia, entre janeiro de 2016 e setembro de 2018.
"Couch Pop" foi escrito sem pressas, fora do ambiente urbano e as músicas estiveram em constante mutação mesmo até ao dia do começo das misturas. Os instrumentos foram todos registados pelo mentor da banda que contou apenas com a participação de António Vasconcelos Dias (Tape Junk, Benjamim, Golden Slumbers) nos sintetizadores. Harry Nilsson, Sly and The Family Stone, Shuggie Ottis e Paul McCartney foram alguns dos nomes que acompanharam o músico no período de criação do terceiro trabalho de originais.
Para além de Tape Junk - que editou The Good & The Mean e um disco homónimo - João Correia fundou os Julie & The Carjackers e os They’re Heading West. Actualmente é baterista de várias bandas independentes, entre as quais Benjamim e Bruno Pernadas.
Couch Pop é uma edição Pataca Discos e chega às lojas no dia 1 de março de 2019. "Cranberry and Thyme" é o single de apresentação e conta com vídeo de João Paulo Feliciano.
Frankie Chavez e Peixe unidos pelo seu trabalho com a Guitarra, formam Miramar. Agora apresentam o segundo single, "Nazaré", do disco homónimo que acaba de ser lançado.
Depois do 1.º single “I’m Leaving”, que reúne uma guitarra acústica com uma 'slide guitar’, “Nazaré” é agora a escolha perfeita para continuar a ilustrar o disco "Miramar".
Segundo Frankie Chavez e Peixe: "escolhemos o tema “Nazaré” para 2.º single do nosso álbum, na sequência de uma proposta do realizador Paulo Cunha Martins que, entusiasmado com o tema, nos apresentou a ideia de realizar um vídeo em que imagens de ondas e mar seriam projetadas sobre os músicos. Isso agradou-nos de imediato, não só pelo entusiasmo do Paulomas também porque “Nazaré” é talvez o tema com a instrumentação mais inusitada do álbum, apresentando um diálogo raro entre uma guitarra portuguesa e uma guitarra elétrica."
O tema “Nazaré” foi inspirado no oceano, mais concretamente no mar que chega à Praia do Norte, na vila da Nazaré. Nessa zona, devido ao fenómeno natural conhecido como o Canhão da Nazaré (um desfiladeiro submarino a cerca de 500 metros da costa), as ondas chegam a ultrapassar os 30 metros de altura.
O tema, com a sua cadência embalante e crescendo de uma forma constante, tenta contar a historia de como o mar pode evoluir de ondas de 1 metro até ondas de 30 metros.
O novo disco "Miramar" é apresentado ao vivo pela primeira vez no mês de março em 3 concertos agendados para 14 de março na Casa da Música, Porto, 26 de março no Teatro Villaret, Lisboa e a 30 de março no Salão Brazil em Coimbra, este último no âmbito do Festival Santos da Casa. Estes espetáculos contam com uma forte componente visual em que imagens de arquivo escolhidas por Jorge Quintela vão servir de pano de fundo aos concertos.
O álbum de Miramar foi editado em CD e LP no fim de janeiro, pela Rastilho Records.
Os norte-americanos The Last Internationale apresentam-se hoje à noite no Musicbox, com o novo álbum "Soul on Fire" na bagagem. A digressão da banda por terras nacionais comtemplará ainda diversas atuações de norte a sul do país.
Os Salto apresentam ao vivo o novo disco "Férias em Família" no próximo dia 2 de fevereiro na Casa da Música, no Porto. Antes disso, e em antecipação deste espetáculo, lançam "Cantar até Cair" como novo single retirado do disco editado no fim de 2018.
Este espetáculo marca o primeiro concerto da banda naquela que é uma das mais emblemáticas salas da cidade do Porto - cidade que viu nascer a banda -,e por isso o concerto na Casa da Música não podia ser menos do que especial. Nas palavras dos Salto "esta é uma das salas que mais nos influenciaram a fazer música, por exemplo, o Luís só começou a tocar baixo elétrico depois de assistir a um concerto de Metronomy na sala em que agora atua".
Neste retorno a casa a banda convida a palco um ensemble de violoncelos da ARTEAM(Escola Profissional de Música de Viana do Castelo) para se juntarem a eles em alguns dos temas que compõem o novo "Férias em Família". Além das canções do novo disco, a banda revisita também os outros dois discos de originais: "Salto" e "Passeio das Virtudes".
"Cantar até Cair" é o novo single que segue a "Teorias" e "Rio Seco" e é o tema que abre o terceiro álbum de originais da banda. É um clarificar de intenções e a confirmação do caminho a fazer - cantar até cair. É ainda a canção que fala da mudança dos Salto para Marvila - “Tentei despertar do sono em Marvila…” - e que acaba por assinalar o fechar de um ciclo em três actos (os 3 discos - “Salto”, “Passeio das Virtudes” e “Férias em Família”) e de pavimentar o novo caminho que a banda percorre.
Os bilhetes para o espetáculo na Casa da Música no Porto estão à venda em toda a rede Ticktline e nos locais habituais.
Os Capitão Fausto voltam aos concertos, antecipando o lançamento do próximo álbum de originais "A Invenção do Dia Claro", a ser editado já no próximo mês de Março.
"Até que enfim!" será uma digressão de clubes que irá passar por sete cidades durante o mês de Fevereiro, onde o grupo apresentará pela primeira vez as novas canções e antes de estas serem editadas. A última digressão de clubes da banda foi em 2016.
“Faço as vontades” é o mais recente single para "A Invenção do Dia Claro", álbum gravado no Red Bull Studios, em São Paulo, por Rodrigo "Funai" Costa, assistido por Alejandra Luciani e Fernando Ianni, e produzido em Alvalade pelos Capitão Fausto.
A masterização esteve a cargo de Brian Lucey no Magic Garden Mastering em Los Angeles. O tema sucedeu a “Sempre bem”, o primeiro avanço do álbum a ser divulgado.
Depois do consagrado álbum de estreia, We Will Reign, os americanos The Last Internationale preparam-se para apresentar o seu segundo disco de originais, Soul on Fire, a ser editado em data a anunciar em fevereiro de 2019. O segundo single de apresentação deste disco, depois do tema "Hard Times" é lançado em todas as plataformas digitais muito em breve e tem o mesmo nome do álbum, "Soul on Fire".
O aguardado segundo álbum da banda, Soul On Fire, é lançado em fevereiro de 2019. Foi produzido nos Estúdios Sá de Bandeira em Portugal. Na bateria conta com Joey Castillo (Queens of the Stone Age). O primeiro single internacional do álbum, "Hard Times", alcançou o primeiro lugar nas paradas de blues do iTunes no Reino Unido e alcançou o top 20 em muitos países diferentes ao redor do mundo.
Soul on Fire, o novo disco dos The Last Internationale, serve também como mote para uma digressão nacional da banda por clubes e salas com várias datas ainda por anunciar mas com concertos já confirmados para cidades como: Lisboa, Aveiro, Leiria, Coimbra e Porto, entre outras.
A "Little Mouse" é o segundo teledisco deste primeiro EP de Grand Sun e marca também o fim da Tour de apresentação do mesmo que viajou pelo país em cidades como Lisboa, Porto, Aveiro, Freamunde, Coimbra e Torres Vedras. Fazem-se mostrar ao vivo já com um alinhamento de ideias e maneiras a atirar para o novo ano enquanto relembram o EP e acompanham bandas estrangeiras como os Triptides e The Bongo Club.
No intervalo dos concertos gravam este teledisco num cenário singular, imaginado e realizado por Luís Judícibus, Afonso Vieira, Leonor Basílio e Carolina Ferreira / Departamento de Cinema e Artes dos Media, da ULHT. Mas é mais que um mero teledisco. Nele vemos presente a instalação (que nos remete para a capa do disco pensada pela artista MURTA) e a destruição da mesma fruto deste fecho de ciclo. Avizinha-se um 2019 com novo disco e vários singles - algumas das canções novas que vêm cantando ao vivo, já tão diferentes deste universo de pessoas plásticas.
[Comunicado de imprensa]
Datas 2019
22.02.2019 - Portalegre - Quina das Beatas (c/ Hickeys)
A pergunta que introduz o primeiro álbum de Galo Cant’Às Duas acaba por definir o tom do que vamos ouvir: “serei eu cantor?”. Prontamente respondem “serei”, e ainda bem. Seguindo o EP “Os Anjos Também Cantam”, o grupo originário de Viseu, numa abordagem mais directa, sabem agora melhor que histórias têm para contar. De uma banda que aparece de uma frutuosa jam session, este disco revela, talvez paradoxalmente, exploração e direcção.
Ao mesmo tempo, há a intenção de conhecer novos timbres e possibilidades dentro da sonoridade com que se identificam, mas também uma vontade de estabelecer uma rota. De se definirem como indefiníveis.
Anteriormente, a guitarra e o baixo – processados por efeitos que cristalizam o espaço sonoro da banda – uniam esforços com a sincopada e frenética bateria. Desta vez, a guitarra ficou em casa. Além da maior presença da voz, a electrónica dos sintetizadores acompanha os ritmos de Galo, que partem da bateria e de loops de percussão criados pela banda. Neste processo, dá-se um maior ímpeto a este som etéreo e voador. Aqui, os galos também voam. Para uma banda que pensava muito no universo, agora reflecte muito em qual é o seu – e o nosso – lugar no mesmo. Dizem-se alinhados com os astros. No meio de tanto foco e reflexão, o grupo concebeu um trabalho coeso, mesmo que explore sem medos e aponte para diferentes ritmos e sons.
A banda, que é composta por Hugo Cardoso e Gonçalo Alegre percorre através da repetição e memória de ritmos, melodias ou frases a acústica do Carmo’81, entre o post-rock, o indie e a electrónica, acompanhados pelos ouvidos, mãos e ideias de Nuxo Espinheira, rodearam-se de apoios e espaços que incentivam as artes de todas as vertentes.
Entre o onírico e o espiritual surge a emocionante e aterradora conquista de “Sobre Um Tanto Medo”. Um single dividido por duas melodias e por dois espíritos: da ânsia de descobrir, ao medo de ser descoberto. Um tema onde a exploração de um beat constante acabou por ditar o desenrolar da narrativa. Frases melódicas surgem e desvanecem com a intenção de criar também toda uma dinâmica à volta desta sonoridade.
Para o respectivo vídeo, interessou a ideia de filmar o lugar onde realizaram a capa do disco. Naturalmente sem acompanhar a cadência da música quiseram provocar a dúvida da sua real existência. De um não-lugar, de um universo que é nosso ou criado por nós. Sentiram assim a necessidade de imortalizar/revitalizar aquele lugar que o vídeo vai mostrando e dando vida.
No dia 28 de Dezembro acontecerá uma festa de pré lançamento que se intitula “Cantar de Galo”. No Carmo’81, em Viseu, os Galo Cant’Às Duas convidam também o percussionista João Pais Filipe, que recentemente lançou o seu disco a solo, para abrir o que será uma noite de celebração cheia de pessoas bonitas que fizeram também parte deste processo de criação.
O longa-duração, editado em nome próprio no dia 18 de Janeiro, afirma que os galos cantam, sim. Mas dançam, gritam, saltam e, pelo caminho, também descobrem outros poisos.