15 de setembro de 2018

Keep Razors Sharp apresentam novo disco no Jameson Urban Routes

A terceira sessão do Jameson Urban Routes 2018 junta duas referências da psicadelia lusófona: Keep Razors Sharp e Boogarins são as mais recentes confirmações do festival do Musicbox e actuam no dia 25 de Outubro. Os bilhetes para esta sessão têm um custo de 15€ e já se encontram à venda em bol.pt e nos locais habituais.


Keep Razors Sharp apresentam o seu novo disco no festival. A super banda portuguesa que junta Afonso (Sean Riley & The Slowriders), Rai (The Poppers), Bráulio (ex-Capitão Fantasma) e Bibi (Pernas de Alicate) prepara-se para lançar o seu segundo álbum no dia 19 de Outubro.


Neste novo disco, como o single Always and Forever antecipa, Keep Razors Sharp mantêm a característica sonoridade psicadélica e as guitarras sonantes a que o álbum de estreia Keep Razors Sharp (2014) nos habituou.


A Keep Razors Sharp juntam-se os Boogarins. A banda de Goiânia formada por Benke e Dinho já é bem conhecida do público nacional. O pop psicadélico de Boogarins tem vindo a reinventar a música popular brasileira desde Plantas Que Curam (2013), disco que os tornou conhecidos mundialmente.

No passado dia 31 de Agosto lançaram a versão deluxe do EP Lá Vem A Morte (2017) que inclui três faixas bónus. Agora, estão de volta a Portugal numa tour europeia onde serão dados a conhecer temas do seu próximo disco. 

Keep Razors Sharp e Boogarins juntam-se aos já anunciados Damien Jurado e Sean Riley (23 de Outubro), Mão Morta e Author & Punisher (24 de Outubro), Ata Kak (26 de Outubro), Iceage, Brodinski, Mike El Nite (dj set) e Darksunn (27 de Outubro).

Mais informações sobre a programação e bilhetes disponíveis em jamesonurbanroutes.com.

[Comunicado de imprensa]

NOVO PASSATEMPO | Festival Bardoada & Ajcoi 2018

11 de setembro de 2018

Huggs editam EP de estreia a 21 de setembro

Simultaneamente inspirados pela energia crua e indisciplinada do panorama underground britânico e pelas baladas românticas típicas dos anos 50 e 60, os Huggs nascem do contraste entre as melodias contagiantes do Duarte Queiroz na guitarra e voz e a irreverência punk e bateria pesada do Jantonio, quando os dois se conhecem por acaso num projecto de faculdade.


Ao vivo, apresentam-se como um power trio, contando para isso com a ajuda do Guilherme Correia (Ditch Days) que, depois de assistir a um ensaio, não só se encarregou do baixo como ajudou a produzir e completar as primeiras canções da banda. Desta forma, os Huggs imediatamente nos transportam para uma atmosfera tão suja, fria e insensível - impossível não lembrar a tão aclamada série Shameless - quanto quente e apaixonante.

Com o lançamento do seu primeiro single, “Take My Hand”, editado em abril pelo Cão da Garagem, os Huggs apresentaram-se ao público e deram início a uma ronda de concertos que os levou a pisar palcos como o Indie Music Fest, o Gliding Barnacles, os Maus Hábitos e o Sabotage Club.

Depois de “Take My Hand”, chega-nos agora “Cocaine”. O segundo single da banda é mais rápido, cru e directo ao assunto e mostra-nos uma outra face da banda, mais distorcida e ansiosa por fazer barulho, com videoclip realizado pelo Manuel Casanova.


Dia 21 de setembro, chega finalmente a altura da banda editar o seu primeiro trabalho de estúdio. ‘Did I Cut These Too Short?’ é o nome do EP de estreia dos lisboetas, gravado no verão de 2017 pelo Gonçalo Formiga (Cave Story) no seu estúdio nas Caldas da Rainha. ‘Did I Cut These Too Short?’ é uma edição Cão da Garagem e faz dos Huggs uma das mais promissoras bandas portuguesas de garage rock e indie da actualidade.

[Comunicado de imprensa]

Riverside divulgam 2.º single de "Wasteland"

Disco da Semana | Guilande - Live

7 de setembro de 2018

Rentrée Bachiê

Setembro é o mês dos regressos, das expectativas revigoradas pelo começo de um novo ciclo. A Vachier & Associados, Lda quis neste ano de 2018 de comemorar o “regresso às aulas” com um evento especial – a “Rentrée Bachiê”. Assim, a 13 de Setembro, no Musicbox (em Lisboa), é festejada a beleza destes recomeços com um conjunto de pequenos-grandes concertos, em formato de showcase e em jeito de celebração das conquistas de cinco jovens projectos que se encontram ligados à empresa e que já se inscrevem com alta definição na música portuguesa e, assim, nos antecipam algumas das suas novidades para temporada que se inicia.


O pano abre-se com Jorge Ferreira, vestido de Senhor Doutor, personagem que entre relatos dos típicos males da vida canta ao ritmo de um burlesco optimismo. Vestindo a pele do “chico esperto” desmedido, da verdadeira “fina flor do entulho” que dá a cara pela máxima do “antes parecer que ser” – “Miguel” foi o seu tema de estreia.

O Senhor Doutor será destronado nesta noite pelo olhar de Mila Dores, jovem compositora e intérprete que nos abre o seu coração através da intimidade das suas melodias, cantadas e tocadas a solo e que o tema “Alice” divulgado há semanas, mostrou. Uma outra forma de falar de amor…


A convalescer das cores íntimas da Mila, vamos ser puxados para dançar pela Joana Espadinha e pela sua banda. A cantautora, prestes a lançar o seu segundo disco, vai desvendar-nos um pequeno conjunto das suas canções cujas linhas de refrão, que se ainda não conhecemos, nos vão passar a pertencer na segunda volta. “Pensa bem” é a canção que se segue.

Teremos direito a uma pausa breve, para respirar os talentos da noite e para recuperar o fôlego necessário para receber a Lince dos olhos galopantes. Sofia Ribeiro, de seu nome, prepara também o lançamento do seu primeiro álbum em Outubro depois de no ano passado nos ter proporcionado o EP “Drops”. Neste serão, vai trazer-nos alguns momentos ainda inéditos da sua atmosfera renovada, sempre muito própria, onde a electrónica, a sensibilidade e a emotividade das palavras e da sua voz são usadas com mestria – “It Feels Like Looking At Sculptures” foi a antecipação para o que aí vem.

A encerrar a noite, a banda Cassete Pirata vai ocupar todo o centímetro do palco e abanar as paredes e os corpos da sala, pela voz e guitarra de Pir (João Firmino), pelos teclados e coros da dupla feminina — Margarida Campelo e Joana Espadinha — e vibrar com o pulsar firme do baixo do António Quintino e com o tronco despido e destemido do João Pinheiro, na bateria. O EP de estreia continua presente mas é também tempo de nos cativarem com as novas canções.

A festa tem início às 21:30 e quem nos dará as boas-vindas é o rei das palavras e mestre de cerimónia Samuel Úria. 

A entrada, que tem o custo de €8, é o passe para entrar com toda a energia na nova temporada e para nos deixarmos levar pelas novas apostas da música portuguesa.

[Comunicado de imprensa]

4 de setembro de 2018

FLAK apresenta primeiro tema de avanço de novo disco a solo

"Ao Sol da Manhã" é o primeiro single de apresentação de "Cidade Fantástica", novo disco a solo de FLAK. O "lyric vídeo", centrado em ilustrações de Francisco Cortez Pinto e Francesco Cortez Pinto, fotografadas e editadas pelo FLAK.


Sobre "Ao Sol da Manhã", na primeira pessoa:

"Enviei por engano uma demo de outra canção deste disco a um ex-aluno. Ele respondeu-me que lhe fazia lembrar o tipo de ambiente dos Mild High Club, banda que eu não conhecia. Fiquei curioso, fui ouvir o disco e no final apeteceu-me fazer uma canção pop com um toque de bossa-nova. Fui construindo uma sequência de acordes por cima de um riff de blues até ter a canção estruturada. A melodia é repetida com pequenas variações enquanto a harmonia vai mudando criando diferentes texturas.

Quando completei a melodia, e tal como fiz na maioria das outras canções deste disco, quis aproveitar a energia do momento e fazer imediatamente uma letra para a canção. Agarrei um livro de um dos montes que tenho à minha volta quando estou a fazer canções, abri-o numa página qualquer e calhou estar a letra do “Sitting on the Dock of the Bay” do Otis Redding. Aí pensei que era uma boa ideia transportar a baía de São Francisco para Lisboa à beira rio. E é um programa mais ou menos comum no meu dia-a-dia, ir dar uma volta junto ao rio, apanhar sol e ver os barcos passar.

Entretanto o Benjamim gravou um beat, o António Vasconcelos Dias gravou um baixo numa onda Motown, o Benjamim tocou em todos os teclados que estavam disponíveis e assim fomos fixando o arranjo, de uma forma espontânea, meio improvisada. Depois, todos cantamos, a Rita Laranjeira adicionou mais vozes, o Benjamim misturou e o Tiago Sousa masterizou".
FLAK


Foto: Vitorino Coragem

FLAK é um músico e produtor que fundou bandas como Rádio Macau e Micro Audio Waves e que conta com uma carreira de mais de 35 anos. Está de volta com um novo disco a solo chamado "Cidade Fantástica" - o último disco a ser gravado no agora extinto Estúdio do Olival onde ao longo de 30 anos FLAK gravou e produziu largas dezenas de discos, entre eles de Rádio Macau, Jorge Palma (incluindo o disco de platina "Voo Noturno"), Entre Aspas, GNR, Micro Audio Waves (incluindo “No Waves”, considerado um dos discos mais excitantes do ano pelo lendário John Peel da BBC Radio One), entre muitos outros.

Em 2017, FLAK uniu forças com Benjamim (pseudónimo de Luís Nunes, também ele músico e produtor), tendo em vista a gravação dum sucessor do há muito esgotado álbum a solo (homónimo) lançado por FLAK em 1998, cuja versão remasterizada chegará no final do verão às plataformas digitais. 


"Cidade Fantástica" chegará às lojas no dia 19 de outubro e será apresentado ao vivo no Teatro-Cine de Torres Vedras a 6 de outubro e no Teatro Ibérico, em Lisboa, a 8 e 9 de novembro.

[Comunicado de imprensa]