28 de março de 2020

Wash Your Hands Say Yeah - Festival Online


"Estamos todos em casa a cumprir com as indicações dos profissionais de saúde, que é quem dá o corpo às balas. O sentimento de impotência transformou-se em perseverança e em vontade de retribuir, ainda que de forma modesta, com aquilo que sabemos fazer.

Vamos dar-vos música e não só.

Dia 29 de Março, Domingo, vamos ter o primeiro live-stream do festival! Com a participação de Flak, Fast Eddie Nelson, We Bless This Mess, Tio Rex, Daniel Catarino, NancyKnox, Charles Sangnoir, Vítor Bacalhau, Violeta, Nuno Piteira e José Anjos.

O live-stream vai ser realizado no Facebook, na página do festival.

Ajudemos quem luta contra esta pandemia ouvindo as suas indicações.

Por favor, fiquem a salvo, por todos nós."

24 de fevereiro de 2020

Vila Martel preparam lançamento do álbum de estreia

Vila Martel é um projeto de indie rock cantado em português. O primeiro álbum da banda foi gravado entre dezembro de 2018 e janeiro de 2019 nos estúdios Ás de Espadas e Tchatchatcha e vai ser editado no dia 28 de Fevereiro.

O álbum é constituído por 8 temas, compostos por instrumental e voz, sendo que todos os instrumentos presentes neste projeto foram gravados pelos membros dos Vila Martel. Os teclados colocados como plano de fundo, e as guitarras com maior destaque, são a prova de que o indie rock ainda pode ser feito de amplificadores barulhentos e vozes berradas.

A música sempre foi um marco fundamental para todos os membros integrantes dos Vila Martel e, este projeto, procura ser o início de uma carreira musical para os cinco.


Começando sempre pelo instrumental, a base musical evolui até ao trautear de melodias, que posteriormente se transforma nas melodias que criam a base para a escrita das letras. Não havendo uma narrativa definida, existe uma temática comum entre todas as músicas do álbum: a ânsia vivida por estes rapazes de procurar uma vida com significado. Foi do ritmo alucinante a que vivem a presente fase de vida que surgiu o nome do disco. A procura de um trabalho que traga realização pessoal, a falta de oportunidades em Portugal e a partida para o estrangeiro, as relações amorosas e os desgostos que delas surgem. São estes os temas tão presentes no quotidiano dos jovens-adultos que são explorados pelo quinteto lisboeta ao longo da viagem que propõem através da escuta das canções deste disco.

Devido à sonoridade tão caracteristicamente portuguesa da banda, o título do disco "Nunca Mais é Sábado" tinha de estar de alguma forma ligado ao universo linguístico português. Assim, decidiram utilizar um ditado popular como nome para este trabalho de estreia. Desta correria do dia-dia criou-se a associação a Nunca Mais É Sábado, um provérbio que está ligado ao cansaço que a semana traz e que leva a desejar a chegada do dia de descanso. Este longa-duração é esse dia de descanso. É um desabafo em que se cantam as alegrias e as amarguras da vida. É um momento de paragem para avaliar o percurso que se viveu e que serve para olhar para dentro por forma a traçar-se um futuro mais risonho.

[Comunicado de imprensa]

Reportagem | Big Thief @ Lisboa ao Vivo

22 de fevereiro de 2020

Vencedor do passatempo com oferta de exemplar do livro “MAIS PESADO QUE O CÉU - A Biografia Definitiva de Kurt Cobain”

Vencedora do passatempo com oferta de exemplar do livro
“MAIS PESADO QUE O CÉU - A Biografia Definitiva de Kurt Cobain”: 

Marta Costa 

Obrigado a todos os participantes.

16 de dezembro de 2019

"Portugal 2018" é o novo disco de Tiago Vilhena

Após ter saboreado a composição com a companhia de uma banda, os Savanna, e de ter explorado a escrita individual no mundo do pop rock usando o nome George Marvinson, Tiago Vilhena entra numa nova etapa, agora com a sua vontade para a composição consolidada. Tiago Vilhena lançou a primeira experiência musical na sua língua natal em outubro pela Pontiaq.


2018 foi o ano em que o Tiago Vilhena compôs e gravou as músicas do seu novo álbum que é cantado quase na sua totalidade na língua de Portugal. Atingindo a maturidade no que diz respeito à composição e à escrita, este renovado artista divulga um álbum de 10 músicas filosóficas e relaxadas, introspetivas e reveladoras que acrescentam ao Curriculum musical português uma nova expansão para a música de intervenção. Para além de ser apresentado com um cunho ativista, Portugal 2018 é também um álbum com alguma fantasia, falando-nos de profetas, de dilemas da morte e da vida, de poções e de milagres. Questionando a existência, incorporando e relatando experiências de animais, criticando a inoportunidade, elogiando a vida, a viagem e a simplicidade, este segundo álbum a solo do Tiago é uma coletânea que pode tanto ser lida como ouvida.


Contrastando com o seu passado musical pop, psicadélico, rock, maioritariamente influenciado pela música americana e inglesa, desta vez, Tiago Vilhena adopta uma postura mais tradicional mas não apenas tradicional portuguesa. A música chilena e a música grega são também duas grandes influências para o estado de espírito presente em Portugal 2018. Este mesmo estado é expresso através de progressões harmónicas arrojadas e que revelam uma sensibilidade destacável para expressar emoções sem necessitar do uso da palavra, apesar de lhe dar uso de qualquer das formas.

[Comunicado de imprensa]

14 de dezembro de 2019

"~" é o disco de estreia de Marinho

Marinho nasceu em Lisboa e cresceu em frente à televisão. Teve desde cedo muita exposição a desenhos animados americanos e aos filmes de meados dos anos 90, o que resultou numa crescente intimidade com a perspectiva de Hollywood sobre o amor, relações e natureza humana no geral.


Agora, como jovem adulta, ela tenta compreender aquilo que existe entre expectativas romantizadas em demasia e a vida real fora de sitcoms . As resoluções surgem na forma de canções de indie folk que escreveu e colecionou ao longo dos anos. Canções essas que são apresentadas no seu álbum de estreia “~” (ler ‘til’), editado em outubro de 2019 pela Street Mission Records nos formatos CD e Cassete e distribuição digital assegurada pela [PIAS].



Nas palavras da compositora: "~ é sobre aceitar que a vida é feita de altos e baixos. É sobre a transição de se tornar alguém que olha para dentro para resolver falhas emocionais, em vez de procurar resolução nos outros. É sobre a procura pela cura."

Gravado no Black Sheep Studios e masterizado por Philip Shaw Bova (Father John Misty, Marlon Williams, Feist, Andy Shauf), "~" é construído a partir da simplicidade das raízes da música folk norte-americana e inspirado em ricas texturas cinematográficas.

[Comunicado de imprensa]

25 de novembro de 2019

"Come Inside!" é o EP de estreia dos Born-Folk

Junho de 2019 marca oficialmente o início dos Born-Folk, banda fundada na cidade de Lisboa por 3 músicos com vontade de assumir uma epopeia sonora conjunta para bem da humanidade. Com influências oriundas de épocas distintas, a banda descompromete-se com algum movimento em particular, assumindo uma dimensão criativa “pop”, livre e eclética.


O grupo quer chegar ao âmago do coração, são assumidamente casuais românticos. A ideia de re/nascer (Born) sucessivamente através da intrínseca simplicidade (Folk) está na origem do nome da banda.

[Comunicado de imprensa]

4 de novembro de 2019

William Tyler atua em Lisboa a 10 de novembro

William Tyler, nascido no Tennessee, colaborou com nomes sonantes da música americana como Lambchop, Wooden Wand, The Silver Jews e Bonnie Prince Billy entre outros. A sua maneira única de tocar guitarra assim como a sua personalidade cativante aliada a uma criatividade incessante, fizeram com que todas estas colaborações saíssem enriquecidas musicalmente e humanamente.

Mas... todas estas experiências levaram também William Tyler a considerar uma carreira a solo. 


Navegando musicalmente entre a country, o blues e algum experimentalismo, William Tyler lança em 2010 o seu álbum de estreia Behold the Spirit por uma pequena editora. Já o segundo disco Impossible Truth de 2013 assim como os restantes Modern Country de 2016 e Goes West deste ano, tem o selo da Merge.

Pelo meio, em 2015, William Tyler ainda produz o álbum de estreia homónimo do também guitarrista Jake Xerxes Fussell.


Grava ainda um disco ao vivo nos estúdios da Third Man Records de Jack White (The White Stripes), em 2016 e um outro em 2017 numa colaboração com os Six Organs of Admittance chamado Parallelogram a la Carte.

O músico norte-americano traz agora na bagagem o mais recente disco, "Goes West".

Site oficial: https://www.williamtyler.net/ 
Facebook: https://www.facebook.com/william.tyler.129
Instagram: https://www.instagram.com/williamtylertn

PREÇOS
Geral - 12€

[Comunicado de imprensa]