4 de dezembro de 2018

Galo Cant'Às Duas anunciam novo disco com vídeo "Sobre Um Tanto Medo"

A pergunta que introduz o primeiro álbum de Galo Cant’Às Duas acaba por definir o tom do que vamos ouvir: “serei eu cantor?”. Prontamente respondem “serei”, e ainda bem. Seguindo o EP “Os Anjos Também Cantam”, o grupo originário de Viseu, numa abordagem mais directa, sabem agora melhor que histórias têm para contar. De uma banda que aparece de uma frutuosa jam session, este disco revela, talvez paradoxalmente, exploração e direcção.

Ao mesmo tempo, há a intenção de conhecer novos timbres e possibilidades dentro da sonoridade com que se identificam, mas também uma vontade de estabelecer uma rota. De se definirem como indefiníveis.

Anteriormente, a guitarra e o baixo – processados por efeitos que cristalizam o espaço sonoro da banda – uniam esforços com a sincopada e frenética bateria. Desta vez, a guitarra ficou em casa. Além da maior presença da voz, a electrónica dos sintetizadores acompanha os ritmos de Galo, que partem da bateria e de loops de percussão criados pela banda. Neste processo, dá-se um maior ímpeto a este som etéreo e voador. Aqui, os galos também voam. Para uma banda que pensava muito no universo, agora reflecte muito em qual é o seu – e o nosso – lugar no mesmo. Dizem-se alinhados com os astros. No meio de tanto foco e reflexão, o grupo concebeu um trabalho coeso, mesmo que explore sem medos e aponte para diferentes ritmos e sons.

A banda, que é composta por Hugo Cardoso e Gonçalo Alegre percorre através da repetição e memória de ritmos, melodias ou frases a acústica do Carmo’81, entre o post-rock, o indie e a electrónica, acompanhados pelos ouvidos, mãos e ideias de Nuxo Espinheira, rodearam-se de apoios e espaços que incentivam as artes de todas as vertentes.

Entre o onírico e o espiritual surge a emocionante e aterradora conquista de “Sobre Um Tanto Medo”. Um single dividido por duas melodias e por dois espíritos: da ânsia de descobrir, ao medo de ser descoberto. Um tema onde a exploração de um beat constante acabou por ditar o desenrolar da narrativa. Frases melódicas surgem e desvanecem com a intenção de criar também toda uma dinâmica à volta desta sonoridade.


Para o respectivo vídeo, interessou a ideia de filmar o lugar onde realizaram a capa do disco. Naturalmente sem acompanhar a cadência da música quiseram provocar a dúvida da sua real existência. De um não-lugar, de um universo que é nosso ou criado por nós. Sentiram assim a necessidade de imortalizar/revitalizar aquele lugar que o vídeo vai mostrando e dando vida.

No dia 28 de Dezembro acontecerá uma festa de pré lançamento que se intitula “Cantar de Galo”. No Carmo’81, em Viseu, os Galo Cant’Às Duas convidam também o percussionista João Pais Filipe, que recentemente lançou o seu disco a solo, para abrir o que será uma noite de celebração cheia de pessoas bonitas que fizeram também parte deste processo de criação.

O longa-duração, editado em nome próprio no dia 18 de Janeiro, afirma que os galos cantam, sim. Mas dançam, gritam, saltam e, pelo caminho, também descobrem outros poisos.

[Comunicado de imprensa]

22 de novembro de 2018

Os Pontos Negros: 10 anos de "Magnífico Material Inútil"

Comemorando uma década do emblemático álbum "Magnífico Material Inútil", Os Pontos Negros reúnem-se para um concerto especial a 15 de dezembro no Musicbox.


20 de novembro de 2018

Birds Are Indie assinalam presença no Super Bock em Stock com vídeo "Close, but no cigar"

Nas vésperas de tocarem no Super Bock em Stock, os Birds Are Indie revelam o novo vídeo do seu disco Local Affairs. Realizado por Silvana Torricella, "Close, but no cigar" fala-nos do choque de personalidades que surge entre pessoas que optam por tomar decisões e as que preferem deixar que o tempo as vá tomando.


Para captar o espírito deste tema, Ricardo Jerónimo, Joana Corker e Henrique Toscano fecharam-se durante um fim-de-semana numa antiga casa nos arredores de Coimbra e foram-se preenchendo com as memórias que esta lhes parecia ir contando. O resultado final conjuga diversas sequências, umas mais planeadas, outras mais intuitivas, reflectindo a lógica da letra.

Depois de “Come into the water” e “Messing with your mind”, este é o terceiro single do álbum Local Affairs, gravado nos estúdios Blue House, e editado pela conimbricense Lux Records.

Entretanto, os Birds Are Indie continuam a preencher a agenda de concertos. Nos próximos meses continuarão a andar de norte a sul do país e, como é habitual, também por Espanha. 

Agenda
23 Novembro 2018 – LISBOA – Super Bock em Stock
14 Dezembro 2018 – FIGUEIRA DA FOZ – Centro de Artes e Espectáculos
19 Janeiro 2019 – COIMBRA – Teatro Académico de Gil Vicente
02 Fevereiro 2019 – PORTO – Hard Club
07 Fevereiro 2019 – VIGO (ES) – Radar Estudios
08 Fevereiro 2019 – PONTEVEDRA (ES) – El Pequeño 
09 Fevereiro 2019 – GALIZA (ES) – a anunciar
28 Fevereiro 2019 – AVEIRO – Teatro Aveirense

[Comunicado de imprensa]

Mai Kino lança nova música e actua no CCB em janeiro

'Young Love' é o novo single da artista, compositora e multi-instrumentista Mai Kino. Para apresentar este novo trabalho em Portugal, Mai Kino vai actuar no Centro Cultural de Belém (CCB), a 18 de janeiro, mostrando já alguma parte deste novo EP. 

Mai-Kino regressa com o poderoso single 'Young Love', desde o lançamento do anterior EP “The Waves”, explorando o pop eletrónico com sua voz misteriosa. A artista adianta sobre o single: "É uma visão do céu, uma tempestade de fogo", diz Mai Kino, "parcialmente inspirado em coisas que vejo nos sonhos". O single foi co-produzido por Duncan Mills, Nui Blanc e Mai Kino, o single é lançado pela própria editora da artista.


Mai Kino foi conquistando os fãs, mostrando o seu trabalho no pop eletrônico em festivais como NOS Alive 2017 e Lisboa Dance Festival. O trabalho Mai Kino foi ainda incluído na colectânea NOVOS TALENTOS FNAC 2017, indicando a artista como uma das novas vozes no feminino a seguir de perto.

[Comunicado de imprensa]

19 de novembro de 2018

Mão Morta: novo disco em 2019 e reedição em vinil

Os bracarenses Mão Morta editam em 2019 o seu 15.º álbum de estúdio. O novo disco ainda não tem data de edição, mas é editado pela Rastilho Records, responsável também pela reedição de "O.D., Rainha do Rock & Crawl" em formato Vinil agendada para 1 de março de 2019.


"O.D., Rainha Do Rock & Crawl" é o terceiro álbum dos Mão Morta, editado originalmente pela editora Área Total em setembro de 1991. Numa altura em que se comemoram os 28 anos sobre a sua edição, é "com muito prazer que reeditamos este clássico da música portuguesa", confirma a organização da Rastilho Records.


A edição de Vinil de "O.D., Rainha do Rock & Crawl" é limitada a 500 unidades e é colorida (Gold Vinyl). Foi restaurado graficamente com a supervisão do vocalista Adolfo Luxúria Canibal.

Pré-reservas disponíveis nos sites da Rastilho:

12 de novembro de 2018

Cassete Pirata: "Outro Final Qualquer" antecipa álbum de estreia

Ainda sem data de lançamento previsto, este "Outro Final Qualquer" faz do álbum de estreia dos Cassete Pirata um dos discos nacionais mais aguardados. A banda de Pir (voz e guitarra), Margarida Campelo (voz e teclado), Joana Espadinha (voz e teclado), António Quintino (baixo) e João Pinheiro (bateria) é um dos nomes confirmados para o Super Bock em Stock.

10 de novembro de 2018

Reportagem | Riverside + Mechanism @ Lisboa ao Vivo 2018

Foi no passado sábado que o público nacional pôde receber de novo os Riverside, um dos grandes nomes do rock progressivo da atualidade. A fotorreportagem é de Cécile Lopes para o The Music Spot.



A primeira parte ficou a cargo dos também polacos Mechanism que apresetaram o novo álbum, "Entering The Invisible Light".

1 de novembro de 2018

Lucky Who revelam avanço para o novo EP

Os nacionais Lucky Who acabam de revelar o rimeiro avanço para o novo EP 'Just Like California Dreamin'. Gravado n'A Toca por António Miguel Santos e misturado e masterizado por Makoto Yagyu nos estúdios Haus. Vídeo por Lucky Who.