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9 de abril de 2020

"Deliverance" é o disco de estreia dos From Atomic

From Atomic são uma banda que nasce em Coimbra, em 2018, pela ideia de Alberto Ferraz desafiar Sofia Leonor a fazerem algo em conjunto, aos quais se juntou mais tarde Márcio Paranhos, formando-se assim o núcleo 'atómico'.

O seu som reflecte influências de Yeah Yeah Yeahs, The Jesus & Mary Chain, Cocteau Twins, The Cure, DIIV, Siouxsie & The Banshees, Joy Division, The Raveonettes ou Sonic Youth, buscando muito do 'post punk' britânico da década de 80, mas também algo do 'indie noise' da década seguinte. No entanto, ao escutarmos os From Atomic encontramos um som com marca própria, crua mas firmemente apoiada em melodias pop.


A urgência das palavras com que Sofia Leonor (voz e baixo) nos interpela, expõe a narrativa minimalista que se funde nas melodias ruidosas de Alberto Ferraz (guitarra). O ciclo fecha-se com uma fundação rítmica viciante e feroz, a cargo de Márcio Paranhos (bateria), que enquadra uma atmosfera simultaneamente negra e luminosa.

Em Maio de 2018 lançaram "Heaven´s Bless", uma faixa que despertou curiosidade no panorama musical nacional. Ganhou espaço em rádios como a RUC e Antena 3, foi incluído na colectânea "A date with Gliding Barnacles" (Lux Records) e integrado no CD Novos Talentos FNAC 2019.


Deliverance, o seu primeiro álbum, foi lançado a 27 de março pela conimbricense Lux Records. Gravado e produzido nos estúdios da Blue House por Henrique Toscano e João Silva, tem mistura e masterização de João Rui, contando com colaboração em uma faixa de Rui Maia (X-Wife, Mirror People).

Nas palavras dos From Atomic, Deliverance apresenta-se como uma descida às profundezas inerentes ao processo de concepção de identidade. Intemporais, as palavras reagem ao impulso incontrolável de procurar entender como sentir e aceitar o mundo. Ao expor as fragilidades que tanto nos atormentam, ousamos acreditar que o que nos rodeia poderá não ser (inteiramente) real. Um sentimento de alienação corre nas veias de cada verso e cada compasso. O conflito é palpável à medida que descemos essa escuridão, mas a representação daquilo que nos define, desaba na vontade de sentir que há escolha, que podemos de alguma forma mudar a nossa natureza. O ímpeto que circunscreve este primeiro álbum é uma confrontação constante com o nosso reflexo e instiga o passado a suspirar ao ouvido, enquanto golpeia as memórias que nos escorrem pelas mãos.

[Comunicado de imprensa]

5 de abril de 2020

"Sal Y Amore" é o novo trabalho dos nacionais Grand Sun

Grand Sun está de volta e traz consigo uma revolução, o primeiro sal saudável para hipertensão.

O novo trabalho, Sal Y Amore, representa uma outra faceta da banda, mais crua, sem filtros e genuína. Durante 2019, tocaram pelo país fora em salas de concertos e também se lançaram em festivais como o Festival Ecos de Lima, a Festa do Avante ou o Festival Termómetro. O novo disco canta todas estas viagens, novos amigos e muito roque que permitiu ao quarteto de Oeiras crescer e mostrar uma nova face.


Sobre o sujeito insubordinado que quer fugir de tudo, a banda apresenta uma nova solução: imortalizar todos os dissabores que nos fazem sentir vivos. Os singles “Feeling Tired” e “Veera” fazem de porta estandarte desta comitiva. Todos com a sua personalidade desvendam um pouco do que está para vir.

Sal Y Amore foi gravado e mixado pelo André Isidro nos estúdios Duck Tape Melodies e masterizado pelo João Alves no Sweet Mastering Studio. O novo trabalho foi editado pela Aunt Sally Records no dia 27 de março e o artwork da capa foi trabalhado em conjunto com a MURTA e a sua lente.

With all being said, a mensagem destes quatro jovens adultos é simples e clara: Sem amore ninguém canta.


“Veera” é o nome duma rapariga decidida a ser enigmática, mas também do segundo single de Sal Y Amore, o primeiro disco dos Grand Sun. Enquanto nos falam de Veera, os Sun viajam pelo psicadelismo dos anos 90. Dos Brian Jonestown Massacre aos Real Estate passando por toda a Britpop, vestem uma pele excêntrica e sem preocupações. Veera transforma a existência do nosso narrador num mundo de insignificância moldado pelos seus caprichos. E é esta fatalidade que Grand Sun quer cantar ao mundo. A canção foi gravada pelo André Isidro nos estúdios Duck Tape Melodies e masterizada pelo João Alves no Sweet Mastering Studio.

[Comunicado de imprensa]

25 de novembro de 2019

"Come Inside!" é o EP de estreia dos Born-Folk

Junho de 2019 marca oficialmente o início dos Born-Folk, banda fundada na cidade de Lisboa por 3 músicos com vontade de assumir uma epopeia sonora conjunta para bem da humanidade. Com influências oriundas de épocas distintas, a banda descompromete-se com algum movimento em particular, assumindo uma dimensão criativa “pop”, livre e eclética.


O grupo quer chegar ao âmago do coração, são assumidamente casuais românticos. A ideia de re/nascer (Born) sucessivamente através da intrínseca simplicidade (Folk) está na origem do nome da banda.

[Comunicado de imprensa]

24 de setembro de 2019

Men On The Couch editam "Senso Comum" dia 11 de outubro

"Senso Comum" é o primeiro álbum gravado em estúdio dos Men On The Couch. Após vários anos a tocarem juntos, a banda madeirense decidiu aventurar-se no BlackSheep Studios em Sintra para eternizar as músicas acumuladas na gaveta. Assim nasceu Senso Comum, o primeiro trabalho discográfico da banda, que carrega todas as felicidades, desilusões, pensamentos e teorias que uns miúdos de 23 anos possam ter. Nesta viagem, Guilherme Gomes, João Rodrigues, Tiago Rodrigues e Francisco Sousa vêm mostrar que a Madeira não é só Poncha e Cristiano Ronaldo.


Depois do lançamento do primeiro single do álbum “Se eu morresse amanhã”, a banda vem revelar outras facetas da sua musicalidade, com algumas músicas mais calmas e outras para abanar ainda mais a anca. Ao longo das 11 faixas do álbum, os Men On The Couch abordam vários temas do domínio comum da nossa sociedade, com letras leves e fáceis de digerir onde o ouvinte tem espaço para rir, chorar, dançar, gritar e refletir ao som das guitarras melódicas características da banda.


Após os primeiros temas originais gravados de forma amadora, decidiram abandonar o inglês e rapidamente perceberam que era a decisão mais acertada. Ao escreverem as letras na sua língua mãe, os Men On The Couch conseguiram encontrar uma forma mais natural e óbvia de se expressarem na sua música. Com grandes influências da Pop Rock inglês e português e da Música Popular Brasileira, os madeirenses dão ao público 43 minutos de temas originais e refrescantes.

A capa do álbum é uma reflexão clara das canções. Cada faixa é uma história, e a cada faixa está associada uma ilustração. A junção de todas as ilustrações resulta na capa do álbum. A data de lançamento do álbum está prevista para 11 de outubro de 2019.

Os Men on the Couch são uma banda da nova geração de música vinda da Madeira e há mais de meia década que estão juntos. Antes eram apenas 4 amigos a fazer o que quer que os miúdos daquela altura faziam até que um dia sentiram a electricidade dos seus primeiros acordes na obscuridade do Sofá da cave da Dona Zita, e desde aí que não pararam mais.

[Comunicado de imprensa]

23 de julho de 2019

"Tass Bem" antecede o segundo disco dos Marvel Lima

Após uma pausa criativa, Marvel Lima está de volta com o sucessor do álbum estreia homónimo e, como primeira amostra, eis “Tass Bem”, uma ode à descontração e ao “despreconceito”. Com um arranjo suave e relaxado, a banda mostra aqui um registo assumidamente mais pop, mas nunca escondendo a sua essência.


O videoclipe foi realizado pela própria banda e por Tiago Lopes, espelhando a mensagem da música. “Tass Bem” antecede o próximo disco da banda, “Mal Passado”, que sai ainda este ano.


Projeto originalmente criado nas quentes e áridas planícies alentejanas, característica que influenciou o seu disco de estreia, Marvel Lima está de volta e, desta vez, em modo quarteto. Após uma pausa estrutural e reflexiva, José Penacho, Diogo Vargas, Diogo Marques e Gil Amado criaram o que será o sucessor do homónimo “Marvel Lima”, numa abordagem mais relaxada e madura, esteticamente mais limpa e directa, mas com o mesmo selo rítmico e groovado a que nos vieram a habituar. “Mal Passado” assume reminiscências do lounge jazz e smooth funk, relembrando David Axelrod e Azymuth, enquanto fielmente mantém a vibe groovada e rockeira conhecida no registo anterior.

[Comunicado de imprensa]

Novo disco dos Mão Morta, "No Fim Era o Frio", já em pré-venda

“No Fim Era o Frio” é o novo álbum dos bracarenses Mão Morta, a ser lançado dia 27 de setembro de 2019 pela editora independente Rastilho Records. Este disco, que desvendamos agora o seu artwork, já se encontra em pré-venda na Rastilho Records Store.


A capa de "No Fim Era o Frio" é da responsabilidade de dois habituais colaboradores da banda: o arranjo gráfico da designer Sónia Teixeira Pinto e o desenho do artista plástico José Carlos Costa.

Para comemorar e assinalar o lançamento do novo disco, a banda apresenta-se dia 28 de setembro no Hard Club (Porto) e dia 11 de outubro no LAV (Lisboa).

Sobre "No Fim Era o Frio":

O disco “No Fim Era o Frio” apresenta-se como uma narrativa distópica onde conceitos como aquecimento global ou subida das águas do mar servem de ponto de partida e cenário para um questionar e decompor de diferentes paradigmas do quotidiano.

São paradigmas que nos rodeiam e com os quais nos relacionamos e que todos os dias replicamos – criando com eles uma familiaridade tal que nos impede, muitas vezes, de deles tomar verdadeira consciência –, desviados para um outro enquadramento onde a familiaridade ganha a estranheza que permite a sua percepção.

Mas esta é uma percepção demencial, num horizonte ficcional que nunca sabemos se é real ou delirante e onde as composições criadas com os padrões deslocalizados da sua primitiva função dão novas vidas e leituras ao frio cosmológico e à solidão humana, aqui ecos de uma mesma inadaptação existencial e vazio afectivo.

Ao vivo, na apresentação do disco, os Mão Morta recriam a distopia, dando espaço para o palco funcionar como terreiro dessa demanda de calor humano, um terreiro devastado pelo fim da civilização e pelo níveo alvor de um novo recomeço, sem outro programa para além do mantra hipnótico tecido pela música.

Além dos espetáculos no Porto e Lisboa, "No Fim Era o Frio", o disco, é apresentado ao vivo também no Cineteatro Louletano, Loulé, a 31 de outubro e a 09 de novembro chega a terras internacionais com um concerto no Kulturfabrik no Luxemburgo.

[Comunicado de imprensa]


Concertos de apresentação:
28 SET - Hard Club, Porto
11 OUT - Lisboa ao Vivo, Lisboa
Bilhetes: https://ticketline.sapo.pt/evento/MAO-MORTA-NO-FIM-ERA-O-FRIO-44041

Outras datas:
31 OUT – Cineteatro Louletano, Loulé
09 NOV – Kulturfabrik, Luxemburgo

28 de junho de 2019

Serushio estão de volta com "Open Range"

Os Serushio não vão em modas. Não procuram a pose certa, fórmula que está a dar, a voracidade fugaz de uma pop que tanto é como já foi. Para este duo, composto na sua essência por Sérgio Silva e José Vieira, é a intemporalidade que conta. A música dos Serushio apresenta-se cada vez mais madura, coesa e coerente, talvez porque estamos perante uma banda que ao se reinventar consegue ir reinventando os blues, essa música sem tempo.”


“Open Range” reúne a mesma equipa que apresentou grandes índices de sucesso no álbum anterior: Sérgio Silva (vozes, guitarras acústica, eléctrica, lap steel, ukeleles e teclas); José Vieira (guitarra eléctrica); Fred Ferreira (bateria); Zé Nando Pimenta (baixo, guitarras eléctricas e acústica, teclas e percussões).

São 13 novos temas originais (dois dos quais instrumentais),e conta com participações musicais de dois músicos: Alexandre Mano no baixo e George Carver na guitarra lap steel.

Os concertos de apresentação iniciaram-se em Abril e vão continuar pelo país e estrangeiro.

[Comunicado de imprensa]

22 de maio de 2019

Cassete Pirata preparam o lançamento do disco de estreia

Cassete Pirata lança o seu aguardado disco de estreia - longa duração - “A Montra” este mês de Maio. O single “Ferro e Brasa”, com o videoclip de Ricardo Oliveira, dá um passo em frente na revelação da música deste disco e rasga a cumprir todas as promessas que se adivinhavam desde logo nos corações expectantes dos ouvintes e já seguidores desta jovem banda portuguesa. 


Num trabalho sempre conjunto com o produtor Luís Nunes (que conhecemos como Benjamim), é João Firmino (Pir), que na linha da frente da banda garante a voz e a guitarra, o autor de todas as canções. À volta do Pir, sustentam as vozes e os teclados de Margarida Campelo e Joana Espadinha e, todos, encaixados na estrutura de energia que são o baixo de António Quintino (Samuel Úria) e a bateria de João Pinheiro (Diabo na Cruz). 


A banda salta da Montra para o palco, estreando este álbum ao vivo, no Salão Brazil, em Coimbra, dia 29 de Maio; nos Maus Hábitos, no Porto, dia 30 de Maio e finalmente em Lisboa, no Musicbox, a dia 1 de Junho. Com a compra do bilhete destes três espectáculos, cada espectador receberá um exemplar do disco, que estará disponível nas lojas a partir do mês de Junho. A edição digital do disco terá ainda incluídas as quatro canções do EP de estreia da banda.

[Comunicado de imprensa]

26 de fevereiro de 2019

Cosmic Mass assinalam edição de "Vice Blooms" com novo vídeo

Cosmic Mass tornaram-se no sol depois do último videoclip e por isso lançam o desafio ao jovem realizador Gonçalo Almeida. Com “Desert” como ponto de partida, e com os filmes de Hiroshi Teshigahara bem estudados, Gonçalo mergulha no mundo Cosmic Mass, captando com o seu olhar o que imagina serem as saídas à noite do quarteto aveirense. Trocando os shots de Bushmills por areia e aquele amigo chato por um cacto, “Desert” é aquela noite da qual queremos desesperadamente fugir… ou será que não?


O disco de estreia Vice Blooms dos Cosmic Mass é editado dia 1 de março, numa odisseia vibrante para tod@s @s fãs de rock. Com a bagagem cheia de fuzz e riffs que te expropriam os ouvidos, os Cosmic Mass são a resposta da Beira Litoral à mais recente onda psych-garage que tantos discos nos tem dado nos últimos tempos. Juntos que nem colegas de carteira, André Guimas, Miguel Menano, Pedro Teixeira e António Ventura chegam com Vice Blooms, disco que peca pela maturidade que descreve a criatividade rock n’roll de um projecto embrionário.

À garantia de um concerto frenético, o quarteto aveirense é capaz de converter as vibrações do palco em energia renovável em apenas 40 minutos de rock sem prefixo. Dos King Gizzard & The Lizard Wizard aos Oh Sees, e com toques de Syd Barrett a camuflar o psicadelismo na fauna do garage-rock, isto são malhas de te fazer crescer a barba com a aura pop típica dos anúncios da TV. Resumindo: um mimo de rock!

[Comunicado de imprensa]

19 de fevereiro de 2019

Tricycles anunciam disco de estreia com vídeo "All the mornings"

Imaginem um triciclo no alto de uma duna, a ver o mar, a sentir o sol quente nas rodas pintalgadas de areia, com uma certa comichão no volante por causa da humidade salgada, e a pensar: “Apetece-me apanhar o próximo barco para Marte e desviá-lo até ao centro do Sol”. É mais ou menos isto que os Tricycles são. Uma coisa vagamente improvável, um conjunto de kidadults de rumo duvidoso mas com histórias para contar, cheias de pessoas que poderiam existir. E de facto existem, em calmas músicas prontas a explodir, lentamente, a mil à hora, com suavidade, ou em rugidos de guitarras zangadas e pianos falsamente corteses, de rudes baixos a conversar com educadas baterias.


Os Tricycles são tudo isto e, claro, não são absolutamente nada disto, porque “isto” não passa de palavras que tentam descrever música - algo que, sabemos todos, é impossível de se fazer apropriadamente. Portanto, façamos uma pergunta para a qual tenhamos uma resposta: quem são os Tricycles? Os Tricycles são: o João Taborda (António Olaio & João Taborda), o Afonso Almeida (Cosmic City Blues, Sequoia), o Edgar Gomes (Terb) e o Sérgio Dias. Os Tricycles começaram a ser fabricados quando o Sérgio (bateria) e o Edgar (baixo) se juntaram ao Afonso (guitarra, voz) e ao João (guitarra, teclas, voz), que já andavam a fazer música juntos há algum tempo.

Os Tricycles gostam de andar na estrada, como qualquer veículo digno desse nome. A energia da lua no alcatrão quente sobe pelos pedais até ao volante e explode em concertos onde o público e a banda comungam raivas e melodias.

Os Tricycles gostam do estúdio, onde brincam como putos irrequietos no parque infantil. O single “All the mornings” é o primeiro exemplo dessas brincadeiras, um jogo de reflexos que poderia dar uma história, um irónico lamento contra o tic tac do relógio. Este single é o tema de avanço para o álbum Tricycles, primeiro da banda, gravado e produzido pelo Nelson Carvalho com os Tricycles, a sair a 29 de Março de 2019, editado pela Lux Records.

[Comunicado de imprensa]

15 de fevereiro de 2019

Miramar: novo projeto junta Frankie Chavez e Peixe

Frankie Chavez e Peixe unidos pelo seu trabalho com a Guitarra, formam Miramar. Agora apresentam o segundo single, "Nazaré", do disco homónimo que acaba de ser lançado. 

Depois do 1.º single “I’m Leaving”, que reúne uma guitarra acústica com uma 'slide guitar’, “Nazaré” é agora a escolha perfeita para continuar a ilustrar o disco "Miramar".



Segundo Frankie Chavez e Peixe: "escolhemos o tema “Nazaré” para 2.º single do nosso álbum, na sequência de uma proposta do realizador Paulo Cunha Martins que, entusiasmado com o tema, nos apresentou a ideia de realizar um vídeo em que imagens de ondas e mar seriam projetadas sobre os músicos. Isso agradou-nos de imediato, não só pelo entusiasmo do Paulomas também porque “Nazaré” é talvez o tema com a instrumentação mais inusitada do álbum, apresentando um diálogo raro entre uma guitarra portuguesa e uma guitarra elétrica."

O tema “Nazaré” foi inspirado no oceano, mais concretamente no mar que chega à Praia do Norte, na vila da Nazaré. Nessa zona, devido ao fenómeno natural conhecido como o Canhão da Nazaré (um desfiladeiro submarino a cerca de 500 metros da costa), as ondas chegam a ultrapassar os 30 metros de altura. 

O tema, com a sua cadência embalante e crescendo de uma forma constante, tenta contar a historia de como o mar pode evoluir de ondas de 1 metro até ondas de 30 metros.

O novo disco "Miramar" é apresentado ao vivo pela primeira vez no mês de março em 3 concertos agendados para 14 de março na Casa da Música, Porto, 26 de março no Teatro Villaret, Lisboa e a 30 de março no Salão Brazil em Coimbra, este último no âmbito do Festival Santos da Casa. Estes espetáculos contam com uma forte componente visual em que imagens de arquivo escolhidas por Jorge Quintela vão servir de pano de fundo aos concertos.

O álbum de Miramar foi editado em CD e LP no fim de janeiro, pela Rastilho Records.

[Comunicado de imprensa]

28 de dezembro de 2018

The Last Internationale: "Soul on Fire", novo single e disco em 2019

Depois do consagrado álbum de estreia, We Will Reign, os americanos The Last Internationale preparam-se para apresentar o seu segundo disco de originais, Soul on Fire, a ser editado em data a anunciar em fevereiro de 2019. O segundo single de apresentação deste disco, depois do tema "Hard Times" é lançado em todas as plataformas digitais muito em breve e tem o mesmo nome do álbum, "Soul on Fire".


O aguardado segundo álbum da banda, Soul On Fire, é lançado em fevereiro de 2019. Foi produzido nos Estúdios Sá de Bandeira em Portugal. Na bateria conta com Joey Castillo (Queens of the Stone Age). O primeiro single internacional do álbum, "Hard Times", alcançou o primeiro lugar nas paradas de blues do iTunes no Reino Unido e alcançou o top 20 em muitos países diferentes ao redor do mundo.

Soul on Fire, o novo disco dos The Last Internationale, serve também como mote para uma digressão nacional da banda por clubes e salas com várias datas ainda por anunciar mas com concertos já confirmados para cidades como: Lisboa, Aveiro, Leiria, Coimbra e Porto, entre outras.

[Comunicado de imprensa]

THE LAST INTERNATIONALE:
TOUR PORTUGAL 2019
06 | Fev - Avenida, Aveiro
07 | Fev - MusicBox, Lisboa 
08 | Fev - Bang Venue – Torres Vedras
09 | Fev - Stereogun, Leiria
14 | Fev - Salão Brasil, Coimbra
15 | Fev - Sons de Vez, Arcos de Valdevez 
16 | Fev - Hard Club, Porto
Mais datas a confirmar.

12 de outubro de 2018

"Chapels" é o novo disco de Old Jerusalem

“Chapels”, o 7.º álbum de Old Jerusalem, é uma colecção de canções imediatas e sem adornos. O que se ouve é praticamente a primeira fixação gravada de cada um dos 10 temas que compõem o disco, em interpretações ainda intimamente associadas ao processo da sua escrita e deixando a nu os alinhavos de arranjos e as primeiras sugestões de caminhos melódicos e harmónicos. Pretendeu-se que cada canção veiculasse assim o seu primeiro ímpeto criativo e a urgência da sua comunicação.



Ante a impraticabilidade de construir "catedrais", escolhemos com este disco erigir e apresentar canções que são como "capelas" - coisas modestas e imperfeitas, mas construídas para a interioridade, evocando, reflectindo e celebrando as grandes fragilidades e pequenas alegrias – e bem assim as pequenas fragilidades e grandes alegrias – de que todos comungamos por sermos pessoas que hoje vivem.

“Black pool of water and sky”, a canção que serve de cartão de visita para o álbum, é disto um exemplo: uma canção simples e quotidiana que encontra o seu significado na citação de uma outra que afirma que “nada significa nada”; e uma canção que evoca a verdade eterna que todos reconhecemos de que tudo é passageiro. O videoclip é realizado por André Tentúgal.


“Chapels” é uma edição de autor que chega às lojas hoje, dia 12 de outubro, com distribuição pela Sony Music.

Old Jerusalem iniciou actividade em meados de 2001, tendo gravado um registo de apresentação em Dezembro desse ano em conjunto com os Alla Polacca (a demo Old & Alla). Em Janeiro de 2003 lançou o álbum de estreia, “April”, produzido por Paulo Miranda e editado pela Bor Land e tem desde aí mantido actividade regular, entre concertos, edição de novos registos e colaborações com outros artistas.

[Comunicado de imprensa]

5 de outubro de 2018

Salto: novo single e teledisco "Teorias"

Os Salto​ apresentam "Teorias", o novo single acompanhado por um teledisco realizado por Pedro Jarnac Freitas e que antecipa o lançamento do 3.º disco.

Depois do lançamento de "Rio Seco" a banda do Porto apresenta o seu segundo single, "Teorias", retirado do novo álbum de originais, que ganha agora título e data de lançamento:"Férias em Família", editado a 26 de outubro.

O vídeo, protagonizado por Rita Abreu, é um plano sequência que dura mais de 4 minutos e que acompanha a dança da bailarina ao som do tema "Teorias". Nos seus movimentos despreocupados e soltos, deambula por uma paisagem vazia, quase distópica, à medida que o tema se desenvolve e narra "dois versos sobre um mundo melhor".


Sobre o novo disco, ​"Férias em Família​" é um diário de sonhos, escrito por quem ainda sonha mesmo depois de acordar. Após terem apresentado o primeiro e segundo single, fica claro que ​Luís Montenegro​, ​Gui Tomé Ribeiro​, ​Tito Romão​ e ​Filipe Louro​ estão prontos para explorar o seu lado mais introspectivo. Uma maturidade que surge àqueles que deixam de ter pressa de crescer e, com isso, mostram o quanto cresceram.

No dia ​26 de outubro​, os Salto desvendam as restantes sete faixas do novo álbum.

[Comunicado de imprensa]

26 de setembro de 2018

Mark Knopfler regressa com novo álbum: “Down The Road Wherever”

Mark Knopfler vai lançar o seu nono álbum de estúdio a solo a 16 de novembro. Intitulado “Down The Road Wherever”, o disco conta com 14 canções inspiradas por vários assuntos, incluindo a fase inicial de carreira com os Dire Straits em Deptford, passando por um fã de futebol perdido numa cidade estranha, ou à compulsão de um músico em chegar à sua casa no meio da neve. Mark tem um olho de poeta na forma de contar detalhes que dão às canções a sua própria psicogeografia – “where the Delta meets the Tyne”, como o próprio descreve – sendo que o seu tom de voz caloroso e a sua destreza na guitarra se mantêm tão entusiasmantes quanto sempre.


Knopfler juntou o mesmo grupo de grandes músicos com quem trabalhou nos últimos anos (com uma ou duas novas caras). Como é seu apanágio, o músico encoraja-os a dar o seu cunho pessoal na música, sem nunca interferirem com a essência das canções.

Down The Road Wherever” foi produzido por Knopfler e Guy Fletcher e foi gravado nos British Grove Studios, em Londres. A banda conta com Mark Knopfler na guitarra, Jim Cox e Guy Fletcher nos teclados, Nigel Hitchcock no saxofone e tom Walsh no trompete, John McCusker no violino, Mike McGoldrick na flauta, Glenn Worf no baixo, Ian ‘Ianto’ Thomas na bateria e Danny Cummings nas percussões. Richard Bennett e Robbie McIntosh também tocam guitarra e Trevor Mires toca trombone. Imelda May, Kris Drever, Lance Ellington, Beverley Skeete e Katie Kissoon cantam nos coros. Todas as canções foram compostas por Mark Knopfler, exceto “Just A Boy Away From Home”, na qual partilha os créditos com Rodgers & Hammerstein, uma vez que a canção usa uma parte de “You’ll Never Walk Alone” para contar a história de um adepto solitário do Liverpool a vaguear pelas ruas desertas de Newcastle depois da meia-noite.

Mark Knopfler lançou oito álbuns a solo, gravou “Neck And Neck” com o mestre da guitarra Chet Atkins, e colaborou com Emmylou Harris em “All the Roadrunning”. Já compôs bandas sonoras para “Local Hero” e “The Princess Bride”. Além de produzir os seus próprios discos, Knopfler também já produziu álbuns para Bob Dylan e Randy Newman, entre outros. Knopfler foi condecorado em 1999 com a Mui Excelentíssima Ordem do Império Britânico e em 2012 recebeu o prestigiado Prémio Carreira nos Ivor Novellos.

“Down The Road Wherever” estará disponível para download, em CD, duplo vinil (com um tema bónus), CD deluxe com dois temas bónus, e numa caixa especial que inclui o álbum em vinil e em CD (edição deluxe) e um EP em vinil de 12” com 4 temas bónus, um cartaz com o artwork e uma pauta para guitarra de uma das canções.

"Good On You Son" é o single de apresentação.


[Comunicado de imprensa]

11 de setembro de 2018

Huggs editam EP de estreia a 21 de setembro

Simultaneamente inspirados pela energia crua e indisciplinada do panorama underground britânico e pelas baladas românticas típicas dos anos 50 e 60, os Huggs nascem do contraste entre as melodias contagiantes do Duarte Queiroz na guitarra e voz e a irreverência punk e bateria pesada do Jantonio, quando os dois se conhecem por acaso num projecto de faculdade.


Ao vivo, apresentam-se como um power trio, contando para isso com a ajuda do Guilherme Correia (Ditch Days) que, depois de assistir a um ensaio, não só se encarregou do baixo como ajudou a produzir e completar as primeiras canções da banda. Desta forma, os Huggs imediatamente nos transportam para uma atmosfera tão suja, fria e insensível - impossível não lembrar a tão aclamada série Shameless - quanto quente e apaixonante.

Com o lançamento do seu primeiro single, “Take My Hand”, editado em abril pelo Cão da Garagem, os Huggs apresentaram-se ao público e deram início a uma ronda de concertos que os levou a pisar palcos como o Indie Music Fest, o Gliding Barnacles, os Maus Hábitos e o Sabotage Club.

Depois de “Take My Hand”, chega-nos agora “Cocaine”. O segundo single da banda é mais rápido, cru e directo ao assunto e mostra-nos uma outra face da banda, mais distorcida e ansiosa por fazer barulho, com videoclip realizado pelo Manuel Casanova.


Dia 21 de setembro, chega finalmente a altura da banda editar o seu primeiro trabalho de estúdio. ‘Did I Cut These Too Short?’ é o nome do EP de estreia dos lisboetas, gravado no verão de 2017 pelo Gonçalo Formiga (Cave Story) no seu estúdio nas Caldas da Rainha. ‘Did I Cut These Too Short?’ é uma edição Cão da Garagem e faz dos Huggs uma das mais promissoras bandas portuguesas de garage rock e indie da actualidade.

[Comunicado de imprensa]

14 de agosto de 2018

The Magpie Salute editam primeiro disco de estúdio

Os The Magpie Salute editaram, no dia 10 de agosto, "High Water I", o seu primeiro disco de estúdio.


A banda integra três elementos dos extintos The Black Crowes: os guitarristas Rich Robinson e Marc Ford e o baixista Sven Pipien. Completam a formação o vocalista John Hogg, o teclista Matt Slocum  e pelo baterista Joe Magistro. Durante os próximos meses estarão em digressão pelos Estados Unidos, onde abrirão para Gov't Mule e em 2019 haverá novo disco de estúdio intitulado "High Water II".

11 de agosto de 2018

Riverside: novo single e concerto em Portugal

Depois do trágico desaparecimento do guitarrista Piotr Grudziński, os Riverside renasceram e preparam o lançamento de "Wasteland". Este "Vale of Tears" antecipa o álbum que tem lançamento marcado para 28 de setembro.


A banda polaca, um dos grandes nomes do rock progressivo atual, apresenta-se em Portugal já no próximo dia 3 de novembro no Lisboa ao Vivo.


6 de agosto de 2018

Moonspell preparam lançamento de CD/DVD do emblemático concerto no Campo Pequeno

Dez anos após o lançamento do primeiro DVD dos Moonspell (Lusitanian Metal, 2008), a banda volta a editar um espetáculo ao vivo neste formato. O concerto de 4 de fevereiro de 2017 que encheu o Campo Pequeno em Lisboa será agora revivido em DVD, a ser lançado no próximo dia 17 de agosto. Esta edição única e limitada contém 1 DVD, 1 Blu-ray e 3 CD’s ao vivo.


O conteúdo conta com mais de 3 horas de espetáculo. Gravado ao vivo perante milhares de fãs numa das mais emblemáticas salas da capital portuguesa. A banda tocou um set especial, interpretando na integra os seus discos clássicos (Wolfheart e Irreligious) e o disco de 2015, número 1 de vendas em Portugal, "Extinct". 


"Lisboa Under the Spell" contém ainda um documentário realizado por Victor Castro (Moonspell, Black Mamba, Richie Campbell) que assina também a direção do DVD, sobre as semanas que antecederam a subida ao palco, num olhar aos afetos e cumplicidade que rege esta banda lendária.

Destaque para a edição em triplo LP, inédita em Portugal, do concerto ao vivo que conta com participações especiais como a da cantora Mariangela DeMurtas e Carolina Torres.

Os Moonspell estão neste momento a terminar a digressão de verão e o próximo concerto é já no próximo dia 10 de agosto no Festival Vagos Metal Fest.

[Comunicado de imprensa]

29 de julho de 2018

"The Time Is Now" é o disco de estreia dos Nine O Nine

Os Nine O Nine são Tó Pica (guitarra), Arlindo Cardoso (bateria), Sérgio Duarte (voz e baixo) e Gonçalo Agostinho (guitarra) e estrearam-se este ano com o LP "The Time Is Now" pela Rasing Legends. Podem vê-los ao vivo a 13 de outubro na Incrível Almadense, onde farão parte do cartaz da Soul Rising Fest.