Os Bed Legs estreiam o segundo videoclipe do seu último álbum homónimo. “Back on Track” foi o tema escolhido para ilustrar a nova fase sonora que a banda de rock bracarense atravessa. Um rythm and blues quente, envolvente e progressivo que relata a fase de reabilitação que o personagem da letra nos narra.
Os Bed Legs escolheram Tiago da Cunha e Pedro Gonçalves, videógrafos da nova vaga nortenha, para realizar o seu novo videoclip. Os realizadores entregam-nos em mão uma visão jovial, fresca, ousada, porém negra, fantasiosa, simbólica e com toques de psicadelismo acerca do imaginário do tema.
No final deste mês, 30 de Abril, tocam em casa no local de espectáculos mais antigo e emblemático da cidade de Braga, Theatro Circo. Dia 31 de Maio tocam no ARTiManha em Vila Pouca de Aguiar. Para o verão, foram anunciados num dos mais belos festivais nacionais, dia 14 de Agosto no Festival Paredes de Coura.
Conhecemo-los como Insch e ressurgem agora com uma sonoridade ainda mais poderosa em formato quarteto. "Traverse" é o excelente single de estreia dos nacionais Nowhere To Be Found.
Cosmic Mass tornaram-se no sol depois do último videoclip e por isso lançam o desafio ao jovem realizador Gonçalo Almeida. Com “Desert” como ponto de partida, e com os filmes de Hiroshi Teshigahara bem estudados, Gonçalo mergulha no mundo Cosmic Mass, captando com o seu olhar o que imagina serem as saídas à noite do quarteto aveirense. Trocando os shots de Bushmills por areia e aquele amigo chato por um cacto, “Desert” é aquela noite da qual queremos desesperadamente fugir… ou será que não?
O disco de estreia Vice Blooms dos Cosmic Mass é editado dia 1 de março, numa odisseia vibrante para tod@s @s fãs de rock. Com a bagagem cheia de fuzz e riffs que te expropriam os ouvidos, os Cosmic Mass são a resposta da Beira Litoral à mais recente onda psych-garage que tantos discos nos tem dado nos últimos tempos. Juntos que nem colegas de carteira, André Guimas, Miguel Menano, Pedro Teixeira e António Ventura chegam com Vice Blooms, disco que peca pela maturidade que descreve a criatividade rock n’roll de um projecto embrionário.
À garantia de um concerto frenético, o quarteto aveirense é capaz de converter as vibrações do palco em energia renovável em apenas 40 minutos de rock sem prefixo. Dos King Gizzard & The Lizard Wizard aos Oh Sees, e com toques de Syd Barrett a camuflar o psicadelismo na fauna do garage-rock, isto são malhas de te fazer crescer a barba com a aura pop típica dos anúncios da TV. Resumindo: um mimo de rock!
“Depois das gravações em São Paulo, multiplicaram-se os rumores. Dizia-se até que os Faustos já não conseguiam sair à rua sem bananas na cabeça. É mentira. Não há aqui batucadas exuberantes, nem acordes de bossa nova proibidos pela Convenção de Genebra. Os músicos paulistas convidados são gente recatada, dando só pequenos apontamentos de chorinho e samba, e pedindo logo desculpa pela inconveniência. Na sincopada “Sempre Bem”, o piscar de olho de Wallenstein a “Águas de Março” é tão discreto que o resto da banda nem sequer reparou. Afinal, o legado paulistano manifesta-se mais no travo quente e bem-disposto à Rita Lee do que na música propriamente dita.
A depressão dos Dias Contados chegou ao fim. Mais do que brasileiro, é um disco tropical. Os pozinhos ska e a citação de “Ghost Town”, levam-nos a suspeitar de uma escala em Kingston. As teclas, mesmo quando são tristes, sabem a Verão, como quem vai a um velório na praia e deixa cair o Calipo de morango no caixão. Uma inocência doo-wop irrompe de quando em vez, fazendo-nos acreditar, durante 3 minutos, que o mundo é um lugar descomplicado e feliz.
Até hoje, sempre se pensou que quem escrevesse baladas estupidamente bonitas iria ter sempre o mau gosto a vestir do Elton John. “Final” refuta este dogma, e o seu solo, de tão simples e elegante, devia ser exposto no museu do design. “Lentamente” tem um refrão tão contagiante que as autoridades de saúde já começaram a tomar precauções.
Os portugueses adoram apanhar os seus heróis em falso. Muitos apostaram que a queda seria agora, ao quarto disco. Perderam muito dinheiro”.
Ricardo Romano
“A Invenção do Dia Claro” será o quarto álbum de originais dos Capitão Fausto, com edição agendada para 15 de março 2019.
Gravado nos Red Bull Studios São Paulo, por Rodrigo "Funai" Costa, assistido por Alejandra Luciani e Fernando Ianni, o novo registo foi produzido e misturado em Alvalade pela própria banda. A masterização esteve a cargo de Brian Lucey no Magic Garden Mastering, em Los Angeles. A capa é da responsabilidade de Vitor da Silva, ilustrador e designer gráfico responsável pela criação do grafismo de jornais notáveis como o “Expresso”, o “Tempo” e "Correio da Manhã".
“Sempre Bem”, “Faço As Vontades” e “Amor, a nossa vida” mostram uma banda que renasce a cada disco, que se renova com o cuidado de quem quer construir uma carreira sólida, de uma forma aparentemente galopante mas sem o torpor do deslumbramento. Apaixonados por Cartola, samba e choro, foram ao Brasil apostados em reinventar-se.
2019 prepara-se para receber de braços abertos, o regresso de uma das bandas mais importantes da sua geração.
Imaginem um triciclo no alto de uma duna, a ver o mar, a sentir o sol quente nas rodas pintalgadas de areia, com uma certa comichão no volante por causa da humidade salgada, e a pensar: “Apetece-me apanhar o próximo barco para Marte e desviá-lo até ao centro do Sol”. É mais ou menos isto que os Tricycles são. Uma coisa vagamente improvável, um conjunto de kidadults de rumo duvidoso mas com histórias para contar, cheias de pessoas que poderiam existir. E de facto existem, em calmas músicas prontas a explodir, lentamente, a mil à hora, com suavidade, ou em rugidos de guitarras zangadas e pianos falsamente corteses, de rudes baixos a conversar com educadas baterias.
Os Tricycles são tudo isto e, claro, não são absolutamente nada disto, porque “isto” não passa de palavras que tentam descrever música - algo que, sabemos todos, é impossível de se fazer apropriadamente. Portanto, façamos uma pergunta para a qual tenhamos uma resposta: quem são os Tricycles? Os Tricycles são: o João Taborda (António Olaio & João Taborda), o Afonso Almeida (Cosmic City Blues, Sequoia), o Edgar Gomes (Terb) e o Sérgio Dias. Os Tricycles começaram a ser fabricados quando o Sérgio (bateria) e o Edgar (baixo) se juntaram ao Afonso (guitarra, voz) e ao João (guitarra, teclas, voz), que já andavam a fazer música juntos há algum tempo.
Os Tricycles gostam de andar na estrada, como qualquer veículo digno desse nome. A energia da lua no alcatrão quente sobe pelos pedais até ao volante e explode em concertos onde o público e a banda comungam raivas e melodias.
Os Tricycles gostam do estúdio, onde brincam como putos irrequietos no parque infantil. O single “All the mornings” é o primeiro exemplo dessas brincadeiras, um jogo de reflexos que poderia dar uma história, um irónico lamento contra o tic tac do relógio. Este single é o tema de avanço para o álbum Tricycles, primeiro da banda, gravado e produzido pelo Nelson Carvalho com os Tricycles, a sair a 29 de Março de 2019, editado pela Lux Records.
O regresso de Tape Junk às edições discográficas está agendado para março de 2019 em formato cassete e em todas as plataformas digitais. Os nove temas do álbum foram gravados e misturados em casa por João Correia, entre janeiro de 2016 e setembro de 2018.
"Couch Pop" foi escrito sem pressas, fora do ambiente urbano e as músicas estiveram em constante mutação mesmo até ao dia do começo das misturas. Os instrumentos foram todos registados pelo mentor da banda que contou apenas com a participação de António Vasconcelos Dias (Tape Junk, Benjamim, Golden Slumbers) nos sintetizadores. Harry Nilsson, Sly and The Family Stone, Shuggie Ottis e Paul McCartney foram alguns dos nomes que acompanharam o músico no período de criação do terceiro trabalho de originais.
Para além de Tape Junk - que editou The Good & The Mean e um disco homónimo - João Correia fundou os Julie & The Carjackers e os They’re Heading West. Actualmente é baterista de várias bandas independentes, entre as quais Benjamim e Bruno Pernadas.
Couch Pop é uma edição Pataca Discos e chega às lojas no dia 1 de março de 2019. "Cranberry and Thyme" é o single de apresentação e conta com vídeo de João Paulo Feliciano.
Frankie Chavez e Peixe unidos pelo seu trabalho com a Guitarra, formam Miramar. Agora apresentam o segundo single, "Nazaré", do disco homónimo que acaba de ser lançado.
Depois do 1.º single “I’m Leaving”, que reúne uma guitarra acústica com uma 'slide guitar’, “Nazaré” é agora a escolha perfeita para continuar a ilustrar o disco "Miramar".
Segundo Frankie Chavez e Peixe: "escolhemos o tema “Nazaré” para 2.º single do nosso álbum, na sequência de uma proposta do realizador Paulo Cunha Martins que, entusiasmado com o tema, nos apresentou a ideia de realizar um vídeo em que imagens de ondas e mar seriam projetadas sobre os músicos. Isso agradou-nos de imediato, não só pelo entusiasmo do Paulomas também porque “Nazaré” é talvez o tema com a instrumentação mais inusitada do álbum, apresentando um diálogo raro entre uma guitarra portuguesa e uma guitarra elétrica."
O tema “Nazaré” foi inspirado no oceano, mais concretamente no mar que chega à Praia do Norte, na vila da Nazaré. Nessa zona, devido ao fenómeno natural conhecido como o Canhão da Nazaré (um desfiladeiro submarino a cerca de 500 metros da costa), as ondas chegam a ultrapassar os 30 metros de altura.
O tema, com a sua cadência embalante e crescendo de uma forma constante, tenta contar a historia de como o mar pode evoluir de ondas de 1 metro até ondas de 30 metros.
O novo disco "Miramar" é apresentado ao vivo pela primeira vez no mês de março em 3 concertos agendados para 14 de março na Casa da Música, Porto, 26 de março no Teatro Villaret, Lisboa e a 30 de março no Salão Brazil em Coimbra, este último no âmbito do Festival Santos da Casa. Estes espetáculos contam com uma forte componente visual em que imagens de arquivo escolhidas por Jorge Quintela vão servir de pano de fundo aos concertos.
O álbum de Miramar foi editado em CD e LP no fim de janeiro, pela Rastilho Records.
Os Salto apresentam ao vivo o novo disco "Férias em Família" no próximo dia 2 de fevereiro na Casa da Música, no Porto. Antes disso, e em antecipação deste espetáculo, lançam "Cantar até Cair" como novo single retirado do disco editado no fim de 2018.
Este espetáculo marca o primeiro concerto da banda naquela que é uma das mais emblemáticas salas da cidade do Porto - cidade que viu nascer a banda -,e por isso o concerto na Casa da Música não podia ser menos do que especial. Nas palavras dos Salto "esta é uma das salas que mais nos influenciaram a fazer música, por exemplo, o Luís só começou a tocar baixo elétrico depois de assistir a um concerto de Metronomy na sala em que agora atua".
Neste retorno a casa a banda convida a palco um ensemble de violoncelos da ARTEAM(Escola Profissional de Música de Viana do Castelo) para se juntarem a eles em alguns dos temas que compõem o novo "Férias em Família". Além das canções do novo disco, a banda revisita também os outros dois discos de originais: "Salto" e "Passeio das Virtudes".
"Cantar até Cair" é o novo single que segue a "Teorias" e "Rio Seco" e é o tema que abre o terceiro álbum de originais da banda. É um clarificar de intenções e a confirmação do caminho a fazer - cantar até cair. É ainda a canção que fala da mudança dos Salto para Marvila - “Tentei despertar do sono em Marvila…” - e que acaba por assinalar o fechar de um ciclo em três actos (os 3 discos - “Salto”, “Passeio das Virtudes” e “Férias em Família”) e de pavimentar o novo caminho que a banda percorre.
Os bilhetes para o espetáculo na Casa da Música no Porto estão à venda em toda a rede Ticktline e nos locais habituais.
Os Capitão Fausto voltam aos concertos, antecipando o lançamento do próximo álbum de originais "A Invenção do Dia Claro", a ser editado já no próximo mês de Março.
"Até que enfim!" será uma digressão de clubes que irá passar por sete cidades durante o mês de Fevereiro, onde o grupo apresentará pela primeira vez as novas canções e antes de estas serem editadas. A última digressão de clubes da banda foi em 2016.
“Faço as vontades” é o mais recente single para "A Invenção do Dia Claro", álbum gravado no Red Bull Studios, em São Paulo, por Rodrigo "Funai" Costa, assistido por Alejandra Luciani e Fernando Ianni, e produzido em Alvalade pelos Capitão Fausto.
A masterização esteve a cargo de Brian Lucey no Magic Garden Mastering em Los Angeles. O tema sucedeu a “Sempre bem”, o primeiro avanço do álbum a ser divulgado.
A "Little Mouse" é o segundo teledisco deste primeiro EP de Grand Sun e marca também o fim da Tour de apresentação do mesmo que viajou pelo país em cidades como Lisboa, Porto, Aveiro, Freamunde, Coimbra e Torres Vedras. Fazem-se mostrar ao vivo já com um alinhamento de ideias e maneiras a atirar para o novo ano enquanto relembram o EP e acompanham bandas estrangeiras como os Triptides e The Bongo Club.
No intervalo dos concertos gravam este teledisco num cenário singular, imaginado e realizado por Luís Judícibus, Afonso Vieira, Leonor Basílio e Carolina Ferreira / Departamento de Cinema e Artes dos Media, da ULHT. Mas é mais que um mero teledisco. Nele vemos presente a instalação (que nos remete para a capa do disco pensada pela artista MURTA) e a destruição da mesma fruto deste fecho de ciclo. Avizinha-se um 2019 com novo disco e vários singles - algumas das canções novas que vêm cantando ao vivo, já tão diferentes deste universo de pessoas plásticas.
[Comunicado de imprensa]
Datas 2019
22.02.2019 - Portalegre - Quina das Beatas (c/ Hickeys)
Comemorando uma década do emblemático álbum "Magnífico Material Inútil", Os Pontos Negros reúnem-se para um concerto especial a 15 de dezembro no Musicbox.
Nas vésperas de tocarem no Super Bock em Stock, os Birds Are Indie revelam o novo vídeo do seu disco Local Affairs. Realizado por Silvana Torricella, "Close, but no cigar" fala-nos do choque de personalidades que surge entre pessoas que optam por tomar decisões e as que preferem deixar que o tempo as vá tomando.
Para captar o espírito deste tema, Ricardo Jerónimo, Joana Corker e Henrique Toscano fecharam-se durante um fim-de-semana numa antiga casa nos arredores de Coimbra e foram-se preenchendo com as memórias que esta lhes parecia ir contando. O resultado final conjuga diversas sequências, umas mais planeadas, outras mais intuitivas, reflectindo a lógica da letra.
Depois de “Come into the water” e “Messing with your mind”, este é o terceiro single do álbum Local Affairs, gravado nos estúdios Blue House, e editado pela conimbricense Lux Records.
Entretanto, os Birds Are Indie continuam a preencher a agenda de concertos. Nos próximos meses continuarão a andar de norte a sul do país e, como é habitual, também por Espanha.
Agenda
23 Novembro 2018 – LISBOA – Super Bock em Stock
14 Dezembro 2018 – FIGUEIRA DA FOZ – Centro de Artes e Espectáculos
19 Janeiro 2019 – COIMBRA – Teatro Académico de Gil Vicente
Os bracarenses Mão Morta editam em 2019 o seu 15.º álbum de estúdio. O novo disco ainda não tem data de edição, mas é editado pela Rastilho Records, responsável também pela reedição de "O.D., Rainha do Rock & Crawl" em formato Vinil agendada para 1 de março de 2019.
"O.D., Rainha Do Rock & Crawl" é o terceiro álbum dos Mão Morta, editado originalmente pela editora Área Total em setembro de 1991. Numa altura em que se comemoram os 28 anos sobre a sua edição, é "com muito prazer que reeditamos este clássico da música portuguesa", confirma a organização da Rastilho Records.
A edição de Vinil de "O.D., Rainha do Rock & Crawl" é limitada a 500 unidades e é colorida (Gold Vinyl). Foi restaurado graficamente com a supervisão do vocalista Adolfo Luxúria Canibal.
Ainda sem data de lançamento previsto, este "Outro Final Qualquer" faz do álbum de estreia dos Cassete Pirata um dos discos nacionais mais aguardados. A banda de Pir (voz e guitarra), Margarida Campelo (voz e teclado), Joana Espadinha (voz e teclado), António Quintino (baixo) e João Pinheiro (bateria) é um dos nomes confirmados para o Super Bock em Stock.
Os nacionais Lucky Who acabam de revelar o rimeiro avanço para o novo EP 'Just Like California Dreamin'. Gravado n'A Toca por António Miguel Santos e misturado e masterizado por Makoto Yagyu nos estúdios Haus. Vídeo por Lucky Who.
Temos boas notícias e óptimas notícias. Samuel Úria está de volta e tem canções novas! E são óptimas.
Podíamos dizer que Samuel está igual a si próprio ou cada vez melhor, como o vinho do Porto. Podíamos traçar-lhe o retrato tipo teimoso cantautor militante do panque roque neo-retro-redneck de patilhas. Rasurador de folclore rasteiro, melodias improváveis, hinos que inundam corações e canções que deixam românticos a transbordar, e a transpirar. É tudo verdade, mas o melhor é ouvi-lo e apreciar. E fá-lo-ão com apreço, decerto. Até porque é o próprio que confessa “o que eu sou nem sei mas sei”. Ora nem mais!
Podíamos dizer que há por aqui carradas de intertextualidade, citações em barda (coisa natural a um bardo!), que as letras são incríveis e por vezes até rimam, que nos inspiram e dão que pensar, que nos fazem sorrir e rir, espicaçam a curiosidade e convidam-nos a pesquisar, a consultar o dicionário e a googlar, tanto interpelam como arrepiam.
Ficam todas na memória e algumas para a História. Vão ser citadas e estampadas em t-shirts ou usadas como comentário, remoque, dichote. Muitas serão plagiadas, adulteradas, recauchutadas, mas já se sabe que toda a obra carrega a assinatura e o ADN do seu criador, e o resto “é crise, é carma, é o desterro, é tudo a apostatar”.
As óptimas notícias, não nos esquecemos. É que são 4 as canções novas, num mini-álbum, dedicado a quem vê o mundo meio-cheio, intitulado MARCHA ATROZ, porque para a frente é que se faz caminho.
E ainda melhor, temos finalmente em vinil, os três discos anteriores (e um é duplo). “Nem Lhe Tocava”, “O Grande Medo do Pequeno Mundo” e “Carga de Ombro” em vinil chegaram hoje às lojas.
Incluem temas extra – “Chamar a música”, a eloquente canção que Rosa Lobato de Faria e João Carlos Oliveira compuseram para Sara Tavares, ganha nova vida; ou “Vital e sua moto”, uma versão de um dos primeiros temas do grupo brasileiro Paralamas do Sucesso que Samuel criou para o álbum "Caleidoscópio - Um Tributo Ibero-Americano aos Paralamas do Sucesso" - e novas vozes que se juntam agora à de Samuel Úria – Márcia, numa versão ao vivo de “Eu Seguro”; e a de Manuela Azevedo em “Carga de Ombro”, uma versão do tema homónimo do álbum de 2016 e que chega agora ao formato físico depois de ter sido divulgada no formato digital há um ano.
O mini-álbum está já disponível para escuta no maravilhoso novo mundo que é o digital, e será oferecido em formato CD na compra de qualquer um dos vinis.
E porque o tempo é de comemoração, Samuel Úria convidou Joana Linda para realizar um videoclipe para cada um dos temas de MARCHA ATROZ, já disponíveis no seu canal de Youtube.