Sur lie é um processo de envelhecimento do vinho, com o objetivo de desenvolver
ainda mais a sua estrutura, corpo, complexidade aromática, profundidade e sabor.
Quer isto dizer que Grutera está a amadurecer?
A verdade é que, depois de um
primeiro disco na segurança do estúdio e de um segundo abençoado num mosteiro,
o músico instalou-se com a sua guitarra no Túnel das Barricas da Herdade do
Esporão para gravar o terceiro álbum, inspirado pela arte vinícola e pela planície
alentejana.
Tudo começou quando o guitarrista e Vasco Durão, responsável pelo projeto
Guitarras ao Alto, se conheceram no início do ano. Grutera andava à procura de um
espaço diferente para dar voz à dimensão da sua nova música e Vasco desafiou-o a
experimentar uma adega alentejana.
A opção pelo Esporão foi natural. O Túnel das Barricas, onde nunca antes se tinha
gravado um disco, é um espaço mágico, ou, como diz Grutera, “cada segundo é
mais intenso aqui”. Uma intensidade que encontrou paralelo na vontade do
Esporão em apostar em ideias diferenciadoras e de fazer da sua Herdade um ponto
de encontro único entre cultura e enoturismo.
Na madrugada de 27 para 28 de junho, a doze metros de profundidade, a guitarra
de Grutera absorveu a textura e o aroma da adega e fez eco pelo Alentejo fora.
Para a história fica “Sur lie”, produzido e masterizado por Diogo e Tiago Simão,
com fotografia de Leonor Fonseca e design de Ana Gil.
“Sur lie” saiu para o mundo a 1 de novembro, disponível em todas as plataformas
digitais.
Nota de prova: para desfrutar de toda a intensidade de Sur lie, aconselha-se um
horizonte largo nos olhos e um copo de vinho Esporão na mão.
[Comunicado de imprensa]
[Comunicado de imprensa]
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